O SABIÁ LUMINOSO
Ernane Gusmão
(edição revisada)
Sonhei... ou não sonhei ? ...não sei bem como
ouvi um sabia cantar lá fora.
Cada viro da flauta era um pomo
cheio de luz, mas de uma luz sonora.
Segui-o, tão furtivo qual gnomo,
olhando-o entre as folhas, sob a aurora.
Tinha os risos alegres de um Rei Momo
e todos os encantos de Pandora.
No véu crepuscular da madrugada
entre o sono e a vigília embotada,
vivi esse turdídeo luminoso.
E desde então, qual felizardo amante,
meu despertar e um festim bacante,
entre flautas de luz e sons de gozo.
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segunda-feira, fevereiro 13, 2012
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terça-feira, janeiro 24, 2012
Amores de poeta
AMORES DE POETA
Ernane Gusmão
A namorada do poeta cisma
e sofre longa noite no pensar...
se os versos que ele escreve sao mensagens
a outras tantas que deseja amar.
E como a noiva do poeta pena,
quantas lamurias penitente diz...
pressente em cada estrofe, sorrateiras
as outras noivas que o poeta quis.
A esposa do poeta tem pressagios,
tantos ciumes nao lhe ficam bem.
Descobre num soneto as mil pegadas
das aventuras que o poeta tem.
Mas a noiva, esposa, ou namorada,
melhor faria se o deixasse em paz
lá no reino dos sonhos e quimeras
das fantasias que o poeta faz.
E sentiria melhor a alegoria,
flagrante, bela, facil de se ver...
se existe nela própria a poesia
para a eleita de um poeta ser!...
Ernane Gusmão
A namorada do poeta cisma
e sofre longa noite no pensar...
se os versos que ele escreve sao mensagens
a outras tantas que deseja amar.
E como a noiva do poeta pena,
quantas lamurias penitente diz...
pressente em cada estrofe, sorrateiras
as outras noivas que o poeta quis.
A esposa do poeta tem pressagios,
tantos ciumes nao lhe ficam bem.
Descobre num soneto as mil pegadas
das aventuras que o poeta tem.
Mas a noiva, esposa, ou namorada,
melhor faria se o deixasse em paz
lá no reino dos sonhos e quimeras
das fantasias que o poeta faz.
E sentiria melhor a alegoria,
flagrante, bela, facil de se ver...
se existe nela própria a poesia
para a eleita de um poeta ser!...
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sexta-feira, janeiro 20, 2012
O SABIÁ LUMINOSO
Ernane Gusmão
Sonhei... ou não sonhei ? ...não sei bem como
ouvi um sabiá cantar lá fora.
Cada viro da flauta era um pomo
cheio de luz, mas de uma luz sonora.
Segui-o, tão furtivo qual gnomo,
olhando-o entre as folhas, sob a aurora.
Tinha os risos alegres de um Rei Momo
e todos os encantos de Pandora.
No véu crepuscular da madrugada
entre o sono e a vigília embotada,
vivi esse turdídeo luminoso.
E desde então, qual felizardo amante,
meu despertar e um festim bacante,
entre flautas de luz e sons de gozo.
Ernane Gusmão
Sonhei... ou não sonhei ? ...não sei bem como
ouvi um sabiá cantar lá fora.
Cada viro da flauta era um pomo
cheio de luz, mas de uma luz sonora.
Segui-o, tão furtivo qual gnomo,
olhando-o entre as folhas, sob a aurora.
Tinha os risos alegres de um Rei Momo
e todos os encantos de Pandora.
No véu crepuscular da madrugada
entre o sono e a vigília embotada,
vivi esse turdídeo luminoso.
E desde então, qual felizardo amante,
meu despertar e um festim bacante,
entre flautas de luz e sons de gozo.
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terça-feira, janeiro 17, 2012
VAI-VEM
Ernane Gusmão
Trêfega e bela, amante clandestina
que um dia rebentou por estas plagas
tens o encanto do mar em dúbias vagas
nesse seu jeito de mulher menina
Com placidez, doce marola, afagas,
deslize de ondas sobre areia fina
mas na vazante, verde turmalina,
abres no peito tão profundas chagas.
Nesse vai-vem, as ondas figurando
tuas fugas e presenças se alternando
eu vejo a tua imagem de mulher
vivendo no meu peito condoreiro,
quais vagas de mares o tempo inteiro,
não me deixando respirar sequer.
Ernane Gusmão
Trêfega e bela, amante clandestina
que um dia rebentou por estas plagas
tens o encanto do mar em dúbias vagas
nesse seu jeito de mulher menina
Com placidez, doce marola, afagas,
deslize de ondas sobre areia fina
mas na vazante, verde turmalina,
abres no peito tão profundas chagas.
Nesse vai-vem, as ondas figurando
tuas fugas e presenças se alternando
eu vejo a tua imagem de mulher
vivendo no meu peito condoreiro,
quais vagas de mares o tempo inteiro,
não me deixando respirar sequer.
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domingo, janeiro 15, 2012
O SABIÁ LUMINOSO
Ernane Gusmão
Sonhei... ou não sonhei ? ...não sei bem como
ouvi um sabiá cantar lá fora.
Cada viro da flauta era um pomo
cheio de luz, mas de uma luz sonora.
Segui-o, tão furtivo qual gnomo,
olhando-o entre as folhas, sob a aurora.
Tinha os risos alegres de um Rei Momo
e todos os encantos de Pandora.
No véu crepuscular da madrugada
entre o sono e a vigília embotada,
vivi esse turdídeo luminoso.
E desde então, qual felizardo amante,
meu despertar e um festim bacante,
entre flautas de luz e sons de gozo.
Ernane Gusmão
Sonhei... ou não sonhei ? ...não sei bem como
ouvi um sabiá cantar lá fora.
Cada viro da flauta era um pomo
cheio de luz, mas de uma luz sonora.
Segui-o, tão furtivo qual gnomo,
olhando-o entre as folhas, sob a aurora.
Tinha os risos alegres de um Rei Momo
e todos os encantos de Pandora.
No véu crepuscular da madrugada
entre o sono e a vigília embotada,
vivi esse turdídeo luminoso.
E desde então, qual felizardo amante,
meu despertar e um festim bacante,
entre flautas de luz e sons de gozo.
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domingo, dezembro 11, 2011
NAO POSSO DIZER-TE ADEUS
Ernane Gusmão
Nao quero mais ver-te em minha vida,
vai logo embora, some de uma vez.
Minha'lma em chagas e uma só ferida
que o teu veneno traicoeiro fez.
No meu semblante carregado lês
a dor acerba que a tua mente olvida
e se não partes, vou partir, querida,
e para sempre vou sumir... talvez!....
Resmungo tanto, mas não vais embora,
nem eu tampouco vou partir agora
deixando a graça dos encantos teus.
Imploras tanta caridade a mim...
e se consigo te esconder um sim...
me faltam forças pra dizer-te adeus!...
Ernane Gusmão
Nao quero mais ver-te em minha vida,
vai logo embora, some de uma vez.
Minha'lma em chagas e uma só ferida
que o teu veneno traicoeiro fez.
No meu semblante carregado lês
a dor acerba que a tua mente olvida
e se não partes, vou partir, querida,
e para sempre vou sumir... talvez!....
Resmungo tanto, mas não vais embora,
nem eu tampouco vou partir agora
deixando a graça dos encantos teus.
Imploras tanta caridade a mim...
e se consigo te esconder um sim...
me faltam forças pra dizer-te adeus!...
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quarta-feira, novembro 30, 2011
AMORES DE POETA
Ernane Gusmão
A namorada do poeta cisma
e sofre longa noite no pensar...
se os versos que ele escreve sao mensagens
a outras tantas que deseja amar.
E como a noiva do poeta pena,
quantas lamurias penitente diz...
pressente em cada estrofe, sorrateiras
as outras noivas que o poeta quis.
A esposa do poeta tem pressagios,
tantos ciumes nao lhe ficam bem.
Descobre num soneto as mil pegadas
das aventuras que o poeta tem.
Mas a noiva, esposa, ou namorada,
melhor faria se o deixasse em paz
lá no reino dos sonhos e quimeras
das fantasias que o poeta faz.
E sentiria melhor a alegoria,
flagrante, bela, facil de se ver...
se existe nela própria a poesia
para a eleita de um poeta ser!...
Ernane Gusmão
A namorada do poeta cisma
e sofre longa noite no pensar...
se os versos que ele escreve sao mensagens
a outras tantas que deseja amar.
E como a noiva do poeta pena,
quantas lamurias penitente diz...
pressente em cada estrofe, sorrateiras
as outras noivas que o poeta quis.
A esposa do poeta tem pressagios,
tantos ciumes nao lhe ficam bem.
Descobre num soneto as mil pegadas
das aventuras que o poeta tem.
Mas a noiva, esposa, ou namorada,
melhor faria se o deixasse em paz
lá no reino dos sonhos e quimeras
das fantasias que o poeta faz.
E sentiria melhor a alegoria,
flagrante, bela, facil de se ver...
se existe nela própria a poesia
para a eleita de um poeta ser!...
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segunda-feira, novembro 21, 2011
VAI-VEM
Ernane Gusmão
Trêfega e bela, amante clandestina
que um dia rebentou por estas plagas
tens o encanto do mar em dúbias vagas
nesse seu jeito de mulher menina
Com placidez, doce marola, afagas,
deslize de ondas sobre areia fina
mas na vazante, verde turmalina,
abres no peito tão profundas chagas.
Nesse vai-vem, as ondas figurando
tuas fugas e presenças se alternando
eu vejo a tua imagem de mulher
vivendo no meu peito condoreiro,
quais vagas de mares o tempo inteiro,
não me deixando respirar sequer.
Ernane Gusmão
Trêfega e bela, amante clandestina
que um dia rebentou por estas plagas
tens o encanto do mar em dúbias vagas
nesse seu jeito de mulher menina
Com placidez, doce marola, afagas,
deslize de ondas sobre areia fina
mas na vazante, verde turmalina,
abres no peito tão profundas chagas.
Nesse vai-vem, as ondas figurando
tuas fugas e presenças se alternando
eu vejo a tua imagem de mulher
vivendo no meu peito condoreiro,
quais vagas de mares o tempo inteiro,
não me deixando respirar sequer.
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segunda-feira, janeiro 25, 2010
SAUDADE. Ernane Gusmão
SAUDADE
Ernane Gusmão
Um cheiro de crisântemo e saudade
exala do portal e da janela.
Passo o batente,um fervor me invade,
o vulto de mamãe o espaço vela.
Ao canto,enferma,a solidariedade
ferida mortalmente,me enregela.
Aguço os sentidos,na acuidade
ouço o silêncio me falando dela.
Entrei...no quarto morno em que dormia,
um texto do Evangelho repetia
velhas lições de amor e caridade.
Chorei...e o pranto fluirá perene,
pois nada há no mundo que serene
as lágrimas da dor e da saudade!...
Ernane Gusmão
Um cheiro de crisântemo e saudade
exala do portal e da janela.
Passo o batente,um fervor me invade,
o vulto de mamãe o espaço vela.
Ao canto,enferma,a solidariedade
ferida mortalmente,me enregela.
Aguço os sentidos,na acuidade
ouço o silêncio me falando dela.
Entrei...no quarto morno em que dormia,
um texto do Evangelho repetia
velhas lições de amor e caridade.
Chorei...e o pranto fluirá perene,
pois nada há no mundo que serene
as lágrimas da dor e da saudade!...
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domingo, janeiro 21, 2007
O sabiá luminoso. Ernane Gusmão. Poesia
O SABIÁ LUMINOSO
Ernane Gusmão
(edição revisada)
Sonhei... ou não sonhei ? ...não sei bem como
ouvi um sabia cantar lá fora.
Cada viro da flauta era um pomo
cheio de luz, mas de uma luz sonora.
Segui-o, tão furtivo qual gnomo,
olhando-o entre as folhas, sob a aurora.
Tinha os risos alegres de um Rei Momo
e todos os encantos de Pandora.
No véu crepuscular da madrugada
entre o sono e a vigília embotada,
vivi esse turdídeo luminoso.
E desde então, qual felizardo amante,
meu despertar e um festim bacante,
entre flautas de luz e sons de gozo.
Ernane Gusmão
(edição revisada)
Sonhei... ou não sonhei ? ...não sei bem como
ouvi um sabia cantar lá fora.
Cada viro da flauta era um pomo
cheio de luz, mas de uma luz sonora.
Segui-o, tão furtivo qual gnomo,
olhando-o entre as folhas, sob a aurora.
Tinha os risos alegres de um Rei Momo
e todos os encantos de Pandora.
No véu crepuscular da madrugada
entre o sono e a vigília embotada,
vivi esse turdídeo luminoso.
E desde então, qual felizardo amante,
meu despertar e um festim bacante,
entre flautas de luz e sons de gozo.
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segunda-feira, dezembro 11, 2006
Não posso dizer-te adeus. Ernane Gusmão. Poesia
NAO POSSO DIZER-TE ADEUS
Ernane Gusmão
Nao quero mais ver-te em minha vida,
vai logo embora, some de uma vez.
Minha'lma em chagas e uma só ferida
que o teu veneno traicoeiro fez.
No meu semblante carregado lês
a dor acerba que a tua mente olvida
e se não partes, vou partir, querida,
e para sempre vou sumir... talvez!....
Resmungo tanto, mas não vais embora,
nem eu tampouco vou partir agora
deixando a graça dos encantos teus.
Imploras tanta caridade a mim...
e se consigo te esconder um sim...
me faltam forças pra dizer-te adeus!...
Ernane Gusmão
Nao quero mais ver-te em minha vida,
vai logo embora, some de uma vez.
Minha'lma em chagas e uma só ferida
que o teu veneno traicoeiro fez.
No meu semblante carregado lês
a dor acerba que a tua mente olvida
e se não partes, vou partir, querida,
e para sempre vou sumir... talvez!....
Resmungo tanto, mas não vais embora,
nem eu tampouco vou partir agora
deixando a graça dos encantos teus.
Imploras tanta caridade a mim...
e se consigo te esconder um sim...
me faltam forças pra dizer-te adeus!...
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quinta-feira, novembro 30, 2006
Amores de poeta. Ernane Gusmão.
AMORES DE POETA
Ernane Gusmão
A namorada do poeta cisma
e sofre longa noite no pensar...
se os versos que ele escreve são mensagens
a outras tantas que deseja amar.
E como a noiva do poeta pena,
quantas lamurias penitente diz...
pressente em cada estrofe, sorrateiras
as outras noivas que o poeta quis.
A esposa do poeta tem pressagios,
tantos ciumes nao lhe ficam bem.
Descobre num soneto as mil pegadas
das aventuras que o poeta tem.
Mas a noiva, esposa, ou namorada,
melhor faria se o deixasse em paz
lá no reino dos sonhos e quimeras
das fantasias que o poeta faz.
E sentiria melhor a alegoria,
flagrante, bela, facil de se ver...
se existe nela própria a poesia
para a eleita de um poeta ser!...
Ernane Gusmão
A namorada do poeta cisma
e sofre longa noite no pensar...
se os versos que ele escreve são mensagens
a outras tantas que deseja amar.
E como a noiva do poeta pena,
quantas lamurias penitente diz...
pressente em cada estrofe, sorrateiras
as outras noivas que o poeta quis.
A esposa do poeta tem pressagios,
tantos ciumes nao lhe ficam bem.
Descobre num soneto as mil pegadas
das aventuras que o poeta tem.
Mas a noiva, esposa, ou namorada,
melhor faria se o deixasse em paz
lá no reino dos sonhos e quimeras
das fantasias que o poeta faz.
E sentiria melhor a alegoria,
flagrante, bela, facil de se ver...
se existe nela própria a poesia
para a eleita de um poeta ser!...
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terça-feira, novembro 21, 2006
Vai-vem. Ernane Gusmão. Poesia
VAI-VEM
Ernane Gusmão
Trêfega e bela, amante clandestina
que um dia rebentou por estas plagas
tens o encanto do mar em dúbias vagas
nesse seu jeito de mulher menina
Com placidez, doce marola, afagas,
deslize de ondas sobre areia fina
mas na vazante, verde turmalina,
abres no peito tão profundas chagas.
Nesse vai-vem, as ondas figurando
tuas fugas e presenças se alternando
eu vejo a tua imagem de mulher
vivendo no meu peito condoreiro,
quais vagas de mares o tempo inteiro,
não me deixando respirar sequer.
Ernane Gusmão
Trêfega e bela, amante clandestina
que um dia rebentou por estas plagas
tens o encanto do mar em dúbias vagas
nesse seu jeito de mulher menina
Com placidez, doce marola, afagas,
deslize de ondas sobre areia fina
mas na vazante, verde turmalina,
abres no peito tão profundas chagas.
Nesse vai-vem, as ondas figurando
tuas fugas e presenças se alternando
eu vejo a tua imagem de mulher
vivendo no meu peito condoreiro,
quais vagas de mares o tempo inteiro,
não me deixando respirar sequer.
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