Fiz poema antropológico
de começo meio e fim
que será de ti que será de mim
sigo à sina o cronológico
quem haverá de estar em volta
de mim já não me importa
prazo aos céus te abram a porta
querubins ou Serafins na glória
Fiz poema antropológico
de começo meio e fim
que será de ti que será de mim
sigo à sina o cronológico
quem haverá de estar em volta
de mim já não me importa
prazo aos céus te abram a porta
querubins ou Serafins na glória
É chegada a hora de pedir perdão ainda que sem muito jeito quero o belo gesto a ti por preito apresentar humilde a ti se não
puder ou não quiser entendo agora, que seja um dia mesmo que a noite caia sobre o teu orgulho ou minha vida foi-se, perdão pra mim pra nós na glória
Charles Fonseca