PIX, DEPÓSITO OU TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA – Banco do Brasil – Agência 31852 – C/C 112744. 6 Favorecido Charles Wellington da Silva Fonseca. 018631345-49 (chave PIX).

Mostrando postagens com marcador Jaime Francisco de Moura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Jaime Francisco de Moura. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, janeiro 12, 2018

Falsas doutrinas e falsos pastores

Falsas doutrinas e falsos pastores
Jaime Francisco de Moura


Conta a história, que certa vez Napoleão Bonaparte respondeu a um dos seus soldados, que lhe sugeriu criar uma religião: E ele disse: “Meu filho, para alguém fundar uma religião é preciso duas coisas: Primeiro, morrer numa cruz; segundo, ressuscitar. A primeira eu não quero; a segunda eu não posso”.

Fico impressionado ao ver, hoje em dia, um simples mortal ousar fundar uma religião e uma igreja. Daí surge a pergunta! Com que autoridade? Com que direito? Só mesmo a soberba humana pode explicar essa ousadia. Só mesmo o orgulho de um suposto “iluminado” pode levá-lo a tal ousadia. Mas para se entender esta insensatez sempre encontramos a triste realidade de um homem, na maioria das vezes, revoltado, problemático, cheio de exibicionismo, proselitismo, às vezes charlatanismo...Ou um suposto Profeta iluminado que interpreta a Bíblia a seu bel prazer.

Só Jesus Cristo tem o poder e a autoridade de fundar a Religião e a Igreja. E ele estabeleceu neste mundo a sua Igreja; e não deu autorização para ninguém fundar outra. O que Ele fez foi dar autoridade a um homem para guiar e administrar esta igreja que Ele fundou juntamente com os sucessores que viriam posteriormente. Confira em (Mateus 16, 18-19).

Como é doloroso ver milhões e milhões sendo enganados por estes falsos Pastores e igrejas que aparecem em cada esquina. Não podemos esquecer que desde o Antigo Testamento Deus alertava vivamente o povo para fugir dos falsos profetas. Conferir em (Jeremias 23, 13-28). No Novo Testamento Jesus Cristo chama a atenção para o fato destes falsos profetas se apresentarem “disfarçados” de ovelhas. Confira em ( Mateus 7,15). Essa é a grande arma dos enganadores. São Pedro também falou aos primeiros Cristãos do perigo das seitas e dos falsos profetas. Confira em: ( 2 Pedro2, 1-3).

Santo Agostinho nos ensina que os pregadores de heresias são dotados de inteligência privilegiada: É necessário uma mente brilhante para conceber e gerar uma heresia. Quanto maior o brilho da mente, maiores as suas aberrações. A história das heresias confirma o quanto Santo Agostinho tem razão.

Não devemos, portanto, ficar surpresos de que as supostas maravilhas realizadas por estes falsos Pastores acontecem também onde impera a mentira e a impiedade. São Paulo, ao falar dessas mesmas realidades aos Tessalonicenses, os prevenia. Confira em ( 2 Tessalonicenses 2, 9-11).

A Bíblia nos mostra o cuidado em preservar a sã doutrina. Confira em (1 Timóteo 1, 10). Ela fala do perigo das doutrinas estranhas. Confira em ( 1 Timóteo 1, 3) fala dos falsos doutores ( 1 Timóteo 4, 1-2). Alerta também a Timóteo sobre essa ousadia dos falsos profetas em ( 2 Timóteo 4, 2-4). Confira também em: ( 1 João 4, 1-3)

Tudo isso é o que ainda vemos hoje. Falsos profetas, doutrinas diabólicas, multidões de supostos mestres, milhares de fábulas, teologia da prosperidade, igrejas em células, G12, falsos Apóstolos, batalha espiritual, movimento de onda gospel, idolatria pelo show na mídia e pelo culto a personalidade. Enfim. Povo enganado.

Estes falsos líderes exploram os ignorantes pelas suas dores, sofrimentos e pelas mazelas sociais. O sistema é uma grande armadilha que ajuda todo esquema para a arte do engano.É muita gente desesperada, solitária, depressiva, desempregada e não amada. Vem então, o supermercado das religiões oferecendo um Deus self-serfice, onde cada um escolhe este Deus a sua maneira. A crise financeira e o conflito pessoal levam qualquer pessoa sem fundamento da santíssima fé cristã a navegar em qualquer barco furado.

Cristo fundou uma Igreja sobre Pedro e não sobre Lutero, Calvino, Wesley, João, Antônio, Raimundo etc... Ele disse; “A minha Igreja” e não “As minhas igrejas”. Disse ainda: Eu sou “O caminho e a verdade” e não: “Os caminhos e as verdades”.

domingo, janeiro 07, 2018

Catolicismo e Maçonaria

Catolicismo e Maçonaria
Jaime Francisco de Moura

Nossa missão não é atacar a moral, o caráter e nem a ética da pessoa maçom, mas unicamente pontos filosóficos que são dogmas de vida para os maçons e que estes mesmo dogmas são contrários aos ensinamentos doutrinários Católicos.

Quando um candidato a maçom ingressa na maçonaria ele é obrigado a fazer este juramento:

"Eu (cita o seu nome), juro e prometo, de minha livre vontade e por minha honra e pela minha fé, em presença do Grande Arquiteto do Universo e perante esta assembleia de maçons, solene e sinceramente, nunca revelar qualquer dos mistérios da maçonaria que me vão ser confiados, senão a um legítimo irmão ou em loja regularmente constituída; nunca os escrever, gravar, imprimir ou empregar outros meios pelos quais possa divulgá-los. Se violar este juramento, seja-me arrancada a língua, o pescoço cortado e meu corpo enterrado na areia do mar, onde o fluxo e o refluxo das ondas me mergulhem em perpétuo esquecimento, sendo declarado sacrilégio para com Deus e desonrado para os homens, Amém".

REFERÊNCIA: (Ritual do Simbolismo Aprendiz Maçom, 2ª edição - Rito Escocês Antigo e Aceito, julho de 1979, pp. 51,54).



No primeiro grau da maçonaria o candidato admite que é profano, que está em trevas em busca de luz, pois a maçonaria afirma que todos os que não são maçons estão em trevas.

Isso não pode ser aplicado a um Católico, pois o mesmo através do batismo é uma nova criatura em Cristo Jesus.

Agora nos deteremos a pontos dogmáticos maçônicos que são inadmissíveis para um católico. Para isto, utilizaremos fontes maçônicas e colocaremos em contraste ao pensamento Católico.

A BÍBLIA:

“A bíblia para a maçonaria é apenas um livro sagrado, entre outros. A bíblia é uma metáfora da vontade divina” – REFERENCIA: Nogueira filho, “MAÇONARIA, RELIGIÃO E SIMBOLISMO”.

Para a maçonaria tanto faz o Alcorão dos muçulmanos, o Gita dos hindus e etc. “É apenas um livro sagrado, entre outros”.

A Igreja Católica diverge desse pensamento e diz que a Bíblia é a Palavra de Deus escrita.

DEUS:

O conceito de Deus para a maçonaria é sincrético, conforme Albert Pike no livro “Moral e Dogma”, e não de um Deus pessoal, como nós Católicos acreditamos.

Albert Pike é um dos mais renomados maçons. Poderíamos atribuir-lhe o epíteto de “Papa da maçonaria”, devido a sua tão grande influência.

Albert Pike diz: “Deus não é um ser absoluto”. REFERÊNCIA: Décimo quarto grau – Moral e Dogmas – p. 223.

Conforme o candidato maçom vai progredindo nos diversos níveis (graus) maçônicos, ele aprende um nome sincrético de Deus: JA-BUL-ON (JABULON).

JA = refere-se ao Deus Javé / BUL = refere-se ao deus pagão Baal / ON = refere-se ao deus sol egípcio. Ou seja, existe um sincretismo no conceito de Deus.

Para nós católicos, isso seria uma blasfêmia ao nome de Deus, sendo que seu nome estaria posto ao lado de dois deuses pagãos para ser adorado. Deuteronômio 6, 4: “O Senhor Deus é o único Senhor”.

Respeitamos a crença daqueles que adoram estas divindades, mas enquanto Católicos convictos, não podemos aceitar!

Em Isaias 43, 10 o próprio Deus deixa claríssimo que não aceita compartilhar o seu nome com o nome de outros deuses.

Por tanto, fica claríssimo a divergência entre o Deus Católico e o Deus maçônico, sendo que para um, Deus, é um Deus Pessoal e zeloso, que não aprova outros deuses diante de si (Deus conforme o pensamento Católico); Enquanto o outro é um deus sincretista, que compartilha de várias “divindades”.

JESUS:

Albert Pike, mais uma vez em seu livro “Moral e Dogma, p. 541, explica o pensamento maçônico sobre Jesus: “Ousamos afirmar, aos sinceros cristãos, que Jesus de Nazaré, não foi nada mais do que um homem como nós. Sua estória é uma falsa personificação de uma lenda”.

ISTO É INADMISSÍVEL PARA UM CATÓLICO! Jesus é verdadeiro DEUS e verdadeiro homem! Não obstante, os maçons trata a vida de Cristo como fantasia, uma estória! ISSO É UMA BLASFÊMIA PARA COM A PESSOA E VIDA DE CRISTO!

Os maçons dizem que Jesus, Maomé, Buda e etc, são seres iluminados e são todos iguais. Ao chegar ao grau 33, o maçom torna-se como esses, “iluminados”.

Vejam o erro gravíssimo e inadmissível PARA UM CATÓLICO!

Outro grande maçom de renome, Manly P. Hall, grau 33, diz sobre Jesus: “O verdadeiro maçom não é limitado por credos. Ele percebe com a iluminação divina de sua Loja que, como um maçom, sua religião deve ser universal: Cristo, Buda ou Maomé, o nome pouco importa, pois ele reconhece só a luz e não o portador. Ele adora em todo santuário, dobra-se diante de cada altar, quer no templo, na mesquita ou na catedral, percebendo com sua compreensão mais genuína a unidade de toda a verdade espiritual”. REFERÊNCIA: Livro: As chaves perdidas da maçonaria, p. 65.

A isto, dito por Manly, não precisamos argumentar, pois é escandaloso para um Católico consciente não reconhecer tamanha gravidade.

É claríssimo que a maçonaria não aceita Jesus como Deus, sendo ele apenas um mestre da moralidade e eles não negam isso, basta que agora a pessoa que se diz Católico sair desse transe em que reina sua consciência.

Nós católicos cremos que Jesus é Deus e que não há salvação em outro nome.

Como então um Católico que se torna maçom, pode dá testemunho de cristão, sendo que para a maçonaria, Jesus não pode ser adorado e não é nada mais que um simples mestre?

PERGUNTEM A UM MAÇOM SE O GRANDE ARQUITETO DO UNIVERSO PODE SER AO MESMO TEMPO JESUS CRISTO?! ISSO É INADMISSÍVEL PARA A MAÇONARIA. ENTÃO, PORQUE NÃO SERIA INADMISSÍVEL PARA NÓS, CATÓLICOS?!

POR ISSO É QUE A SANTA IGREJA CONDENOU E CONTINUA CONDENANDO A MAÇONARIA, ATRAVÉS DO DOCUMENTO "DECLARAÇÃO SOBRE A MAÇONARIA", QUE PODE SER LIDO DIRETO DO SITE DO VATICANO. (link abaixo).



http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/documents/rc_con_cfaith_doc_19831126_declaration-masonic_po.html

sexta-feira, dezembro 15, 2017

Quem é Deus?. Jaime Francisco de Moura

Quem é Deus?
Jaime Francisco de Moura

Certo dia uma pessoa perdeu a fé quando uma criança lhe perguntou: “Quem fez Deus?”, e percebeu subitamente que não tinha a resposta. Custa-me a crer nisso, porque me parece que alguém com suficiente inteligência teria que saber que a resposta é: “Ninguém”.

A principal prova da existência de Deus está no fato de que nada sucede a não ser que alguma coisa o cause. Os biscoitos não desaparecem da embalagem a não ser que os dedos de alguém os levem. Uma nogueira não brota no solo sem antes cair ali uma noz. Os filósofos enunciam este princípio dizendo que “cada efeito deve ter uma causa”.

Assim, se recuarmos até as origens da evolução do universo físico (um milhão de anos, ou um bilhão, ou o que os cientistas queiram), chegaremos por fim a um ponto em que precisaremos perguntar: “Ótimo, mas quem o pôs em movimento? Alguém teve que pôr as coisas a andar, ou não haveria universo. Do nada, nada vêm”. Os bebês vêm de seus pais e as flores vêm das sementes, mas tem que haver um ponto de partida. Há de haver alguém não feito por outro, há de haver alguém que tenha existido sempre, alguém que não teve começo. Há de haver alguém com poder e inteligência sem limites, cuja própria natureza seja existir.

Esse alguém existe e é exatamente aquele a quem chamamos Deus. Deus é aquele que existe por natureza própria. A única descrição exata que podemos dar de Deus é dizer que é “Aquele que é”. Por isso, a resposta ao menino perguntador seria simplesmente: “Ninguém fez Deus. Deus existiu sempre e sempre existirá. Ele não teve começo e não terá fim.” Homens e Anjos podem ser qualificados de eternos, já que nunca morrerão, mas tiveram princípio e estão sujeitos a mudanças. Só Deus é eterno em sentido absoluto; não só jamais morrerá, como também jamais houve um tempo em que não existisse. Ele será como sempre foi – sem mudança alguma.

Expressamos o conceito de Deus, como a origem de todo ser, acima e mais além de tudo o que existe, dizendo que Ele é o Ser Supremo. Daí resulta que não pode haver senão um Deus. Falar de dois (ou mais) Seres Supremos seria uma contradição. A própria palavra “supremo” significa “acima dos demais”. Se houvesse dois deuses igualmente poderosos, um ao lado do outro, nenhum deles seria supremo. “Imaginemos, por exemplo, que Deus tivesse pai”. Se isso fosse verdade, Deus não seria mais supremo e o seu pai também não seria supremo, pois teria também um pai e assim sucessivamente. Nenhum teria o infinito poder que o verdadeiro Deus deve ter por natureza. O “infinito” poder de um anularia o “infinito” poder do outro. Cada um seria limitado pelo outro.

Há um só Deus, que é Espírito. Para entendê-lo precisamos saber que os filósofos distinguem duas espécies de substâncias: as espirituais e as físicas. Substância física é a que é feita de partes. O ar que respiramos, por exemplo, é composto de nitrogênio e oxigênio. Estes, por sua vez, de moléculas, e as moléculas, de átomos, de nêutrons e prótons e elétrons. Cada pequeno fragmento do universo material é feito de substâncias físicas. As substâncias físicas trazem em si os elementos da sua própria destruição, já que suas partes podem separar-se por corrupção ou destruição.

Pelo contrário, uma substância espiritual não tem partes. Não tem nada que possa quebrar-se, corromper-se, separar-se ou dividir-se. Isto se expressa em filosofia dizendo que uma substância espiritual é uma substância simples. Esta é a razão pela qual as substâncias espirituais são imortais. A não ser por um ato direto de Deus, jamais deixarão de existir.

Conhecemos três espécies de substâncias espirituais. Em primeiro lugar, a do próprio Deus, que é Espírito infinitamente perfeito. Depois, a dos Anjos, e por último, a das almas humanas. Nos três casos há uma inteligência que não depende de nenhuma substância física para atuar.

Se “espírito” é uma palavra difícil de compreender, “infinito” ainda o é mais. “Infinito” significa “não finito” ou o que não tem fim, e por sua vez, “finito” quer dizer “limitado”. Uma coisa é limitada quando tem um limite ou capacidade que não pode ultrapassar. Tem limites a água do Oceano, a energia do átomo de hidrogênio, mas em Deus não há limites de nenhum gênero; Deus não está limitado em nenhum sentido. O Catecismo da Igreja Católica nos diz que Deus é “Um Espírito infinitamente perfeito”. Se quiséssemos expressar-nos com perfeita exatidão, não diríamos que “Deus é bom”, mas sim que “Deus é a bondade”. Deus, falando com propriedade, “não é sábio”; é a “sabedoria”. Nada existe nem nada acontece que não tenha origem no poder infinito de Deus.

Outra perfeição de Deus é que não há limites à sua presença; dizemos que Ele que é Onipresente, pois está sempre em toda parte. Se algum dia uma aeronave chegar a Marte ou a Vênus, o astronauta não estará só, ao alcançar o planeta; Deus estará ali. Deus é Onipotente, porque o seu poder é infinito, sua perfeição é Divina e pode fazer tudo. Deus é também infinitamente Sábio. Foi Ele quem fez tudo, de tal modo que, evidentemente, sabe qual é a melhor maneira de usar as coisas que fez, e qual é o melhor plano para as suas criaturas. E Deus é Misericórdia, porque perdoa sempre quando nos arrependemos. Há um limite para a minha paciência e para a daquele outro, mas não para a infinita misericórdia de Deus. Mas Ele é também infinitamente Justo – embora Ele nos queira no céu, a sua misericórdia não anulará a sua justiça.


Fonte: “A Fé explicada” Leo J. Trese

Resultado de imagem para fotografia hubble