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terça-feira, julho 11, 2023
EFÉSIOS 6
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terça-feira, dezembro 28, 2021
Evangelho segundo São Mateus, 2.
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terça-feira, dezembro 21, 2021
Evangelho (Lc 1,39-45)
39Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia. 40Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel. 41Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. 42Com um grande grito, exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre!” 43Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? 44Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. 45“Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu”.
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sábado, maio 02, 2020
"Evangelho segundo S. João 6,60-69"
"Naquele tempo, 60muitos dos discípulos de Jesus, que o escutaram, disseram: “Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?” 61Sabendo que seus discípulos estavam murmurando por causa disso mesmo, Jesus perguntou: “Isto vos escandaliza? 62E quando virdes o Filho do Homem subindo para onde estava antes? 63O Espírito é que dá vida, a carne não adianta nada. As palavras que vos falei são espírito e vida. 64Mas entre vós há alguns que não creem”. Jesus sabia, desde o início, quem eram os que não tinham fé e quem havia de entregá-lo. 65E acrescentou: “É por isso que vos disse: ninguém pode vir a mim a não ser que lhe seja concedido pelo Pai”. 66A partir daquele momento, muitos discípulos voltaram atrás e não andavam mais com ele. 67Então, Jesus disse aos doze: “Vós também vos quereis ir embora?” 68Simão Pedro respondeu: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. 69Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o Santo de Deus”."
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sábado, fevereiro 08, 2020
Evangelho segundo S. Marcos 6,14-29.
Naquele tempo, 14 o rei Herodes ouviu falar de Jesus, cujo nome se tinha tornado muito conhecido. Alguns diziam: “João Batista ressuscitou dos mortos. Por isso os poderes agem nesse homem”. 15 Outros diziam: “É Elias”. Outros ainda diziam: “É um profeta como um dos profetas”. 16 Ouvindo isto, Herodes disse: “Ele é João Batista. Eu mandei cortar a cabeça dele, mas ele ressuscitou!” 17 Herodes tinha mandado prender João, e colocá-lo acorrentado na prisão. Fez isso por causa de Herodíades, mulher do seu irmão Filipe, com quem se tinha casado. 18 João dizia a Herodes: “Não te é permitido ficar com a mulher do teu irmão”. 19 Por isso Herodíades o odiava e queria matá-lo, mas não podia. 20 Com efeito, Herodes tinha medo de João, pois sabia que ele era justo e santo, e por isso o protegia. Gostava de ouvi-lo, embora ficasse embaraçado quando o escutava. 21 Finalmente, chegou o dia oportuno. Era o aniversário de Herodes, e ele fez um grande banquete para os grandes da corte, os oficiais e os cidadãos importantes da Galileia. 22 A filha de Herodíades entrou e dançou, agradando a Herodes e seus convidados. Então o rei disse à moça: “Pede-me o que quiseres e eu te darei”. 23 E lhe jurou dizendo: “Eu te darei qualquer coisa que me pedires, ainda que seja a metade do meu reino”. 24 Ela saiu e perguntou à mãe: “Que vou pedir?” A mãe respondeu: “A cabeça de João Batista”. 25 E, voltando depressa para junto do rei, pediu: “Quero que me dês agora, num prato, a cabeça de João Batista”. 26 O rei ficou muito triste, mas não pôde recusar. Ele tinha feito o juramento diante dos convidados. 27 Imediatamente, o rei mandou que um soldado fosse buscar a cabeça de João. O soldado saiu, degolou-o na prisão, 28 trouxe a cabeça num prato e a deu à moça. Ela a entregou à sua mãe. 29Ao saberem disso, os discípulos de João foram lá, levaram o cadáver e o sepultaram.
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terça-feira, janeiro 20, 2015
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segunda-feira, janeiro 19, 2015
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sexta-feira, junho 01, 2012
4. Salmo
Salmos, 4
1. Ao mestre de canto. Com instrumentos de corda. Salmo de Davi.
2. Quando vos invoco, respondei-me, ó Deus de minha justiça, vós que na hora da angústia me reconfortastes. Tende piedade de mim e ouvi minha oração.
3. Ó poderosos, até quando tereis o coração endurecido, no amor das vaidades e na busca da mentira?
4. O Senhor escolheu como eleito uma pessoa admirável, o Senhor me ouviu quando o invoquei.
5. Tremei, mas sem pecar; refleti em vossos corações, quando estiverdes em vossos leitos, e calai.
6. Oferecei vossos sacrifícios com sinceridade e esperai no Senhor.
7. Dizem muitos: Quem nos fará ver a felicidade? Fazei brilhar sobre nós, Senhor, a luz de vossa face.
8. Pusestes em meu coração mais alegria do que quando abundam o trigo e o vinho.
9. Apenas me deito, logo adormeço em paz, porque a segurança de meu repouso vem de vós só, Senhor.
1. Ao mestre de canto. Com instrumentos de corda. Salmo de Davi.
2. Quando vos invoco, respondei-me, ó Deus de minha justiça, vós que na hora da angústia me reconfortastes. Tende piedade de mim e ouvi minha oração.
3. Ó poderosos, até quando tereis o coração endurecido, no amor das vaidades e na busca da mentira?
4. O Senhor escolheu como eleito uma pessoa admirável, o Senhor me ouviu quando o invoquei.
5. Tremei, mas sem pecar; refleti em vossos corações, quando estiverdes em vossos leitos, e calai.
6. Oferecei vossos sacrifícios com sinceridade e esperai no Senhor.
7. Dizem muitos: Quem nos fará ver a felicidade? Fazei brilhar sobre nós, Senhor, a luz de vossa face.
8. Pusestes em meu coração mais alegria do que quando abundam o trigo e o vinho.
9. Apenas me deito, logo adormeço em paz, porque a segurança de meu repouso vem de vós só, Senhor.
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quarta-feira, maio 30, 2012
Eclesiastes 12
Eclesiastes 12
Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento;
Antes que se escureçam o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas, e tornem a vir as nuvens depois da chuva;
No dia em que tremerem os guardas da casa, e se encurvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por já serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas;
E as portas da rua se fecharem por causa do baixo ruído da moedura, e se levantar à voz das aves, e todas as filhas da música se abaterem.
Como também quando temerem o que é alto, e houver espantos no caminho, e florescer a amendoeira, e o gafanhoto for um peso, e perecer o apetite; porque o homem se vai à sua casa eterna, e os pranteadores andarão rodeando pela praça;
Antes que se rompa o cordão de prata, e se quebre o copo de ouro, e se despedace o cântaro junto à fonte, e se quebre a roda junto ao poço,
E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.
Vaidade de vaidades, diz o pregador, tudo é vaidade.
E, quanto mais sábio foi o pregador, tanto mais ensinou ao povo sabedoria; e atentando, e esquadrinhando, compôs muitos provérbios.
Procurou o pregador achar palavras agradáveis; e escreveu-as com retidão, palavras de verdade.
As palavras dos sábios são como aguilhões, e como pregos, bem fixados pelos mestres das assembléias, que nos foram dadas pelo único Pastor.
E, demais disto, filho meu, atenta: não há limite para fazer livros, e o muito estudar é enfado da carne.
De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem.
Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau.
Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento;
Antes que se escureçam o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas, e tornem a vir as nuvens depois da chuva;
No dia em que tremerem os guardas da casa, e se encurvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por já serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas;
E as portas da rua se fecharem por causa do baixo ruído da moedura, e se levantar à voz das aves, e todas as filhas da música se abaterem.
Como também quando temerem o que é alto, e houver espantos no caminho, e florescer a amendoeira, e o gafanhoto for um peso, e perecer o apetite; porque o homem se vai à sua casa eterna, e os pranteadores andarão rodeando pela praça;
Antes que se rompa o cordão de prata, e se quebre o copo de ouro, e se despedace o cântaro junto à fonte, e se quebre a roda junto ao poço,
E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.
Vaidade de vaidades, diz o pregador, tudo é vaidade.
E, quanto mais sábio foi o pregador, tanto mais ensinou ao povo sabedoria; e atentando, e esquadrinhando, compôs muitos provérbios.
Procurou o pregador achar palavras agradáveis; e escreveu-as com retidão, palavras de verdade.
As palavras dos sábios são como aguilhões, e como pregos, bem fixados pelos mestres das assembléias, que nos foram dadas pelo único Pastor.
E, demais disto, filho meu, atenta: não há limite para fazer livros, e o muito estudar é enfado da carne.
De tudo o que se tem ouvido, o fim é: Teme a Deus, e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo o homem.
Porque Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau.
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domingo, maio 27, 2012
3. Salmos
Salmos, 3
1. Salmo de Davi, quando fugia de Absalão, seu filho.
2. Senhor, como são numerosos os meus perseguidores! É uma turba que se dirige contra mim.
3. Uma multidão inteira grita a meu respeito: Não, não há mais salvação para ele em seu Deus!
4. Mas vós sois, Senhor, para mim um escudo; vós sois minha glória, vós me levantais a cabeça.
5. Apenas elevei a voz para o Senhor, ele me responde de sua montanha santa.
6. Eu, que me tinha deitado e adormecido, levanto-me, porque o Senhor me sustenta.
7. Nada temo diante desta multidão de povo, que de todos os lados se dirige contra mim.
8. Levantai-vos, Senhor! Salvai-me, ó meu Deus! Feris no rosto todos os que me perseguem, quebrais os dentes dos pecadores.
9. Sim, Senhor, a salvação vem de vós. Desça a vossa bênção sobre vosso povo.
1. Salmo de Davi, quando fugia de Absalão, seu filho.
2. Senhor, como são numerosos os meus perseguidores! É uma turba que se dirige contra mim.
3. Uma multidão inteira grita a meu respeito: Não, não há mais salvação para ele em seu Deus!
4. Mas vós sois, Senhor, para mim um escudo; vós sois minha glória, vós me levantais a cabeça.
5. Apenas elevei a voz para o Senhor, ele me responde de sua montanha santa.
6. Eu, que me tinha deitado e adormecido, levanto-me, porque o Senhor me sustenta.
7. Nada temo diante desta multidão de povo, que de todos os lados se dirige contra mim.
8. Levantai-vos, Senhor! Salvai-me, ó meu Deus! Feris no rosto todos os que me perseguem, quebrais os dentes dos pecadores.
9. Sim, Senhor, a salvação vem de vós. Desça a vossa bênção sobre vosso povo.
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sexta-feira, maio 25, 2012
2. Salmo
Salmos, 2
1. Por que tumultuam as nações? Por que tramam os povos vãs conspirações?
2. Erguem-se, juntos, os reis da terra, e os príncipes se unem para conspirar contra o Senhor e contra seu Cristo.
3. Quebremos seu jugo, disseram eles, e sacudamos para longe de nós as suas cadeias!
4. Aquele, porém, que mora nos céus, se ri, o Senhor os reduz ao ridículo.
5. Dirigindo-se a eles em cólera, ele os aterra com o seu furor:
6. Sou eu, diz, quem me sagrei um rei em Sião, minha montanha santa.
7. Vou publicar o decreto do Senhor. Disse-me o Senhor: Tu és meu filho, eu hoje te gerei.
8. Pede-me; dar-te-ei por herança todas as nações; tu possuirás os confins do mundo.
9. Tu as governarás com cetro de ferro, tu as pulverizarás como um vaso de argila.
10. Agora, ó reis, compreendei isto; instruí-vos, ó juízes da terra.
11. Servi ao Senhor com respeito e exultai em sua presença; prestai-lhe homenagem com tremor, para que não se irrite e não pereçais quando, em breve, se acender sua cólera. Felizes, entretanto, todos os que nele confiam.
1. Por que tumultuam as nações? Por que tramam os povos vãs conspirações?
2. Erguem-se, juntos, os reis da terra, e os príncipes se unem para conspirar contra o Senhor e contra seu Cristo.
3. Quebremos seu jugo, disseram eles, e sacudamos para longe de nós as suas cadeias!
4. Aquele, porém, que mora nos céus, se ri, o Senhor os reduz ao ridículo.
5. Dirigindo-se a eles em cólera, ele os aterra com o seu furor:
6. Sou eu, diz, quem me sagrei um rei em Sião, minha montanha santa.
7. Vou publicar o decreto do Senhor. Disse-me o Senhor: Tu és meu filho, eu hoje te gerei.
8. Pede-me; dar-te-ei por herança todas as nações; tu possuirás os confins do mundo.
9. Tu as governarás com cetro de ferro, tu as pulverizarás como um vaso de argila.
10. Agora, ó reis, compreendei isto; instruí-vos, ó juízes da terra.
11. Servi ao Senhor com respeito e exultai em sua presença; prestai-lhe homenagem com tremor, para que não se irrite e não pereçais quando, em breve, se acender sua cólera. Felizes, entretanto, todos os que nele confiam.
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segunda-feira, abril 09, 2012
Salmo 121: "O Senhor é quem te guarda; o Senhor é a tua sombra à tua mão direita. O sol não te molestará de dia, nem a lua de noite. O Senhor te guardará de todo mal; ele guardará a tua vida".
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sexta-feira, fevereiro 24, 2012
Salmo 1
Salmos, 1
1. Feliz quem não segue o conselho dos maus, não anda pelo caminho dos pecadores nem toma parte nas reuniões dos zombadores,
2. mas na lei do SENHOR encontra sua alegria e nela medita dia e noite.
3. § Ele será como uma árvore plantada à beira de um riacho, que dá fruto no devido tempo; suas folhas nunca murcham; e em tudo quanto faz sempre tem êxito.
4. § Os maus, porém, não são assim; são como a palha carregada pelo vento.
5. Por isso não poderão enfrentar o julgamento e os pecadores não têm vez na reunião dos justos.
6. § Pois o SENHOR protege a caminhada dos justos, mas o caminho dos maus leva à desgraça.
1. Feliz quem não segue o conselho dos maus, não anda pelo caminho dos pecadores nem toma parte nas reuniões dos zombadores,
2. mas na lei do SENHOR encontra sua alegria e nela medita dia e noite.
3. § Ele será como uma árvore plantada à beira de um riacho, que dá fruto no devido tempo; suas folhas nunca murcham; e em tudo quanto faz sempre tem êxito.
4. § Os maus, porém, não são assim; são como a palha carregada pelo vento.
5. Por isso não poderão enfrentar o julgamento e os pecadores não têm vez na reunião dos justos.
6. § Pois o SENHOR protege a caminhada dos justos, mas o caminho dos maus leva à desgraça.
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domingo, fevereiro 05, 2012
Evangelho
Mc:1,29-39;

Mc:1,29-39;
| 29. | Assim que saíram da sinagoga, dirigiram-se com Tiago e João à casa de Simão e André. | |
| 30. | A sogra de Simão estava de cama, com febre; e sem tardar, falaram-lhe a respeito dela. | |
| 31. | Aproximando-se ele, tomou-a pela mão e levantou-a; imediatamente a febre a deixou e ela pôs-se a servi-los. | |
| 32. | À tarde, depois do pôr-do-sol, levaram-lhe todos os enfermos e possessos do demônio. | |
| 33. | Toda a cidade estava reunida diante da porta. | |
| 34. | Ele curou muitos que estavam oprimidos de diversas doenças, e expulsou muitos demônios. Não lhes permitia falar, porque o conheciam. | |
| 35. | De manhã, tendo-se levantado muito antes do amanhecer, ele saiu e foi para um lugar deserto, e ali se pôs em oração. | |
| 36. | Simão e os seus companheiros saíram a procurá-lo. | |
| 37. | Encontraram-no e disseram-lhe: "Todos te procuram." | |
| 38. | E ele respondeu-lhes: "Vamos às aldeias vizinhas, para que eu pregue também lá, pois, para isso é que vim." | |
| 39. | Ele retirou-se dali, pregando em todas as sinagogas e por toda a Galiléia, e expulsando os demônios. |
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sexta-feira, fevereiro 03, 2012
Evangelho
Mc:6,14-29;

Mc:6,14-29;
| 14. | O rei Herodes ouviu falar de Jesus, cujo nome se tornara célebre. Dizia-se: João Batista ressurgiu dos mortos e por isso o poder de fazer milagres opera nele. | |
| 15. | Uns afirmavam: É Elias! Diziam outros: É um profeta como qualquer outro. | |
| 16. | Ouvindo isto, Herodes repetia: É João, a quem mandei decapitar. Ele ressuscitou! | |
| 17. | Pois o próprio Herodes mandara prender João e acorrentá-lo no cárcere, por causa de Herodíades, mulher de seu irmão Filipe, com a qual ele se tinha casado. | |
| 18. | João tinha dito a Herodes: Não te é permitido ter a mulher de teu irmão. | |
| 19. | Por isso Herodíades o odiava e queria matá-lo, não o conseguindo, porém. | |
| 20. | Pois Herodes respeitava João, sabendo que era um homem justo e santo; protegia-o e, quando o ouvia, sentia-se embaraçado. Mas, mesmo assim, de boa mente o ouvia. | |
| 21. | Chegou, porém, um dia favorável em que Herodes, por ocasião do seu natalício, deu um banquete aos grandes de sua corte, aos seus oficiais e aos principais da Galiléia. | |
| 22. | A filha de Herodíades apresentou-se e pôs-se a dançar, com grande satisfação de Herodes e dos seus convivas. Disse o rei à moça: Pede-me o que quiseres, e eu to darei. | |
| 23. | E jurou-lhe: Tudo o que me pedires te darei, ainda que seja a metade do meu reino. | |
| 24. | Ela saiu e perguntou à sua mãe: Que hei de pedir? E a mãe respondeu: A cabeça de João Batista. | |
| 25. | Tornando logo a entrar apressadamente à presença do rei, exprimiu-lhe seu desejo: Quero que sem demora me dês a cabeça de João Batista. | |
| 26. | O rei entristeceu-se; todavia, por causa da sua promessa e dos convivas, não quis recusar. | |
| 27. | Sem tardar, enviou um carrasco com a ordem de trazer a cabeça de João. Ele foi, decapitou João no cárcere, | |
| 28. | trouxe a sua cabeça num prato e a deu à moça, e esta a entregou à sua mãe. | |
| 29. | Ouvindo isto, os seus discípulos foram tomar o seu corpo e o depositaram num sepulcro. |
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quinta-feira, fevereiro 02, 2012
Evangelho
Lc:2,22-40;

Lc:2,22-40;
| 22. | Concluídos os dias da sua purificação segundo a Lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para o apresentar ao Senhor, | |
| 23. | conforme o que está escrito na lei do Senhor: Todo primogênito do sexo masculino será consagrado ao Senhor (Ex 13,2); | |
| 24. | e para oferecerem o sacrifício prescrito pela lei do Senhor, um par de rolas ou dois pombinhos. | |
| 25. | Ora, havia em Jerusalém um homem chamado Simeão. Este homem, justo e piedoso, esperava a consolação de Israel, e o Espírito Santo estava nele. | |
| 26. | Fora-lhe revelado pelo Espírito Santo que não morreria sem primeiro ver o Cristo do Senhor. | |
| 27. | Impelido pelo Espírito Santo, foi ao templo. E tendo os pais apresentado o menino Jesus, para cumprirem a respeito dele os preceitos da lei, | |
| 28. | tomou-o em seus braços e louvou a Deus nestes termos: | |
| 29. | Agora, Senhor, deixai o vosso servo ir em paz, segundo a vossa palavra. | |
| 30. | Porque os meus olhos viram a vossa salvação | |
| 31. | que preparastes diante de todos os povos, | |
| 32. | como luz para iluminar as nações, e para a glória de vosso povo de Israel. | |
| 33. | Seu pai e sua mãe estavam admirados das coisas que dele se diziam. | |
| 34. | Simeão abençoou-os e disse a Maria, sua mãe: Eis que este menino está destinado a ser uma causa de queda e de soerguimento para muitos homens em Israel, e a ser um sinal que provocará contradições, | |
| 35. | a fim de serem revelados os pensamentos de muitos corações. E uma espada transpassará a tua alma. | |
| 36. | Havia também uma profetisa chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser; era de idade avançada. | |
| 37. | Depois de ter vivido sete anos com seu marido desde a sua virgindade, ficara viúva, e agora com oitenta e quatro anos não se apartava do templo, servindo a Deus noite e dia em jejuns e orações. | |
| 38. | Chegando ela à mesma hora, louvava a Deus e falava de Jesus a todos aqueles que em Jerusalém esperavam a libertação. | |
| 39. | Após terem observado tudo segundo a lei do Senhor, voltaram para a Galiléia, à sua cidade de Nazaré. | |
| 40. | O menino ia crescendo e se fortificava: estava cheio de sabedoria, e a graça de Deus repousava nele. |
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quarta-feira, fevereiro 01, 2012
Evangelho
Mc:6,1-6;

Mc:6,1-6;
| 3. | Não é ele o carpinteiro, o filho de Maria, o irmão de Tiago, de José, de Judas e de Simão? Não vivem aqui entre nós também suas irmãs? E ficaram perplexos a seu respeito. | |
| 4. | Mas Jesus disse-lhes: Um profeta só é desprezado na sua pátria, entre os seus parentes e na sua própria casa. | |
| 5. | Não pôde fazer ali milagre algum. Curou apenas alguns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos. | |
| 6. | Admirava-se ele da desconfiança deles. E ensinando, percorria as aldeias circunvizinhas. | |
| 1. | Depois, ele partiu dali e foi para a sua pátria, seguido de seus discípulos. | |
| 2. | Quando chegou o dia de sábado, começou a ensinar na sinagoga. Muitos o ouviam e, tomados de admiração, diziam: Donde lhe vem isso? Que sabedoria é essa que lhe foi dada, e como se operam por suas mãos tão grandes milagres? |
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segunda-feira, janeiro 30, 2012
Evangelho
Mc:5,1-20;
| 1. | Passaram à outra margem do lago, ao território dos gerasenos. | |
| 2. | Assim que saíram da barca, um homem possesso do espírito imundo saiu do cemitério | |
| 3. | onde tinha seu refúgio e veio-lhe ao encontro. Não podiam atá-lo nem com cadeia, mesmo nos sepulcros, | |
| 4. | pois tinha sido ligado muitas vezes com grilhões e cadeias, mas os despedaçara e ninguém o podia subjugar. | |
| 5. | Sempre, dia e noite, andava pelos sepulcros e nos montes, gritando e ferindo-se com pedras. | |
| 6. | Vendo Jesus de longe, correu e prostrou-se diante dele, gritando em alta voz: | |
| 7. | Que queres de mim, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Conjuro-te por Deus, que não me atormentes. | |
| 8. | É que Jesus lhe dizia: Espírito imundo, sai deste homem! | |
| 9. | Perguntou-lhe Jesus: Qual é o teu nome? Respondeu-lhe: Legião é o meu nome, porque somos muitos. | |
| 10. | E pediam-lhe com instância que não os lançasse fora daquela região. | |
| 11. | Ora, uma grande manada de porcos andava pastando ali junto do monte. | |
| 12. | E os espíritos suplicavam-lhe: Manda-nos para os porcos, para entrarmos neles. | |
| 13. | Jesus lhos permitiu. Então os espíritos imundos, tendo saído, entraram nos porcos; e a manada, de uns dois mil, precipitou-se no mar, afogando-se. | |
| 14. | Fugiram os pastores e narraram o fato na cidade e pelos arredores. Então saíram a ver o que tinha acontecido. | |
| 15. | Aproximaram-se de Jesus e viram o possesso assentado, coberto com seu manto e calmo, ele que tinha sido possuído pela Legião. E o pânico apoderou-se deles. | |
| 16. | As testemunhas do fato contaram-lhes como havia acontecido isso ao endemoninhado, e o caso dos porcos. | |
| 17. | Começaram então a rogar-lhe que se retirasse da sua região. | |
| 18. | Quando ele subia para a barca, veio o que tinha sido possesso e pediu-lhe permissão de acompanhá-lo. | |
| 19. | Jesus não o admitiu, mas disse-lhe: Vai para casa, para junto dos teus e anuncia-lhes tudo o que o Senhor fez por ti, e como se compadeceu de ti. | |
| 20. | Foi-se ele e começou a publicar, na Decápole, tudo o que Jesus lhe havia feito. E todos se admiravam. |
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domingo, janeiro 29, 2012
Evangelho
Mc:1,21-28;

Mc:1,21-28;
| 21. | Dirigiram-se para Cafarnaum. E já no dia de sábado, Jesus entrou na sinagoga e pôs-se a ensinar. | |
| 22. | Maravilhavam-se da sua doutrina, porque os ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas. | |
| 23. | Ora, na sinagoga deles achava-se um homem possesso de um espírito imundo, que gritou: | |
| 24. | "Que tens tu conosco, Jesus de Nazaré? Vieste perder-nos? Sei quem és: o Santo de Deus! | |
| 25. | Mas Jesus intimou-o, dizendo: "Cala-te, sai deste homem!" | |
| 26. | O espírito imundo agitou-o violentamente e, dando um grande grito, saiu. | |
| 27. | Ficaram todos tão admirados, que perguntavam uns aos outros: "Que é isto? Eis um ensinamento novo, e feito com autoridade; além disso, ele manda até nos espíritos imundos e lhe obedecem!" |
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sábado, janeiro 28, 2012
Evangelho
Mc:4,35-41;

Mc:4,35-41;
| 35. | À tarde daquele dia, disse-lhes: Passemos para o outro lado. | |
| 36. | Deixando o povo, levaram-no consigo na barca, assim como ele estava. Outras embarcações o escoltavam. | |
| 37. | Nisto surgiu uma grande tormenta e lançava as ondas dentro da barca, de modo que ela já se enchia de água. | |
| 38. | Jesus achava-se na popa, dormindo sobre um travesseiro. Eles acordaram-no e disseram-lhe: Mestre, não te importa que pereçamos? | |
| 39. | E ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Silêncio! Cala-te! E cessou o vento e seguiu-se grande bonança. | |
| 40. | Ele disse-lhes: Como sois medrosos! Ainda não tendes fé? | |
| 41. | Eles ficaram penetrados de grande temor e cochichavam entre si: Quem é este, a quem até o vento e o mar obedecem? |
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