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quarta-feira, julho 19, 2023
O leão e o burro
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terça-feira, maio 12, 2020
O lobo e o burro doente. Fábula de Esopo. Charles Fonseca
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sexta-feira, fevereiro 28, 2020
A raposa e o corvo. Esopo
Um corvo roubou um queijo, e com ele no bico foi pousar em uma árvore. Uma raposa, atraída cheiro, desejou logo comer o queijo; mas como! a árvore era alta, e o corvo tem asas, e sabe voar. Recorreu pois a raposa às suas manhas:
- Bons dias, meu amo, disse; quanto folgo de o ver assim belo e nédio. Certo entre o povo aligero não há quem o iguale. Dizem que o rouxinol o excede, porque canta; pois eu afirmo que V. Exa. não canta porque não quer; se o quisesse, desbancaria a todos os rouxinóis.
Ufano por se ver com tanta justiça apreciado, o corvo quis mostrar que também cantava, e logo que abriu o bico, caiu-lhe o queijo. A raposa o apanhou, e, safa, disse:
- Adeus, Sr. Corvo, aprenda a desconfiar das adulações, e não lhe ficará cara a lição pelo preço desse queijo.
MORAL DA HISTÓRIA: Desconfiai quando vos virdes mui gabados; o adulador escarnece de vossa credulidade, e prepara-se para vos fazer pagar por bom preço os seus elogios.
- Bons dias, meu amo, disse; quanto folgo de o ver assim belo e nédio. Certo entre o povo aligero não há quem o iguale. Dizem que o rouxinol o excede, porque canta; pois eu afirmo que V. Exa. não canta porque não quer; se o quisesse, desbancaria a todos os rouxinóis.
Ufano por se ver com tanta justiça apreciado, o corvo quis mostrar que também cantava, e logo que abriu o bico, caiu-lhe o queijo. A raposa o apanhou, e, safa, disse:
- Adeus, Sr. Corvo, aprenda a desconfiar das adulações, e não lhe ficará cara a lição pelo preço desse queijo.
MORAL DA HISTÓRIA: Desconfiai quando vos virdes mui gabados; o adulador escarnece de vossa credulidade, e prepara-se para vos fazer pagar por bom preço os seus elogios.
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quinta-feira, fevereiro 27, 2020
A rã e o boi. Esopo
A rã e o boi
Esopo
Uma rã estava no prado olhando um boi e sentiu tal inveja do tamanho dele que começou a inflar para ficar maior.
Então, outra rã chegou e perguntou se o boi era o maior dos dois.
A primeira respondeu que não – e se esforçou para inflar mais.
Depois, repetiu a pergunta:
– Quem é maior agora?
A outra rã respondeu:
– O boi.
A rã ficou furiosa e tentou ficar maior inflando mais e mais, até que arrebentou.
MORAL DA HISTÓRIA: Quem tenta parecer maior do que é se arrebenta.
Esopo
Uma rã estava no prado olhando um boi e sentiu tal inveja do tamanho dele que começou a inflar para ficar maior.
Então, outra rã chegou e perguntou se o boi era o maior dos dois.
A primeira respondeu que não – e se esforçou para inflar mais.
Depois, repetiu a pergunta:
– Quem é maior agora?
A outra rã respondeu:
– O boi.
A rã ficou furiosa e tentou ficar maior inflando mais e mais, até que arrebentou.
MORAL DA HISTÓRIA: Quem tenta parecer maior do que é se arrebenta.
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domingo, fevereiro 09, 2020
O lobo e o cordeiro. Esopo
O lobo e o cordeiro
Esopo
Estava um lobo a beber água num ribeiro, quando avistou um cordeiro que também bebia da mesma água, um pouco mais abaixo. Mal viu o cordeiro, o lobo foi ter com ele de má cara, arreganhando os dentes.
— Como tens a ousadia de turvar a água onde eu estou a beber?
Respondeu o cordeiro humildemente:
— Eu estou a beber mais abaixo, por isso não te posso turvar a água.
— Ainda respondes, insolente! — retorquiu o lobo ainda mais colérico. — Já há seis meses o teu pai me fez o mesmo.
Respondeu o cordeiro:
— Nesse tempo, Senhor, ainda eu não era nascido, não tenho culpa.
— Sim, tens — replicou o lobo —, que estragaste todo o pasto do meu campo.
— Mas isso não pode ser — disse o cordeiro —, porque ainda não tenho dentes.
O lobo, sem mais uma palavra, saltou sobre ele e logo o degolou e comeu.
MORAL DA HISTÓRIA: Tentar evitar o mal daquele que já decidiu cometê-lo? Perda de tempo!
Esopo
Estava um lobo a beber água num ribeiro, quando avistou um cordeiro que também bebia da mesma água, um pouco mais abaixo. Mal viu o cordeiro, o lobo foi ter com ele de má cara, arreganhando os dentes.
— Como tens a ousadia de turvar a água onde eu estou a beber?
Respondeu o cordeiro humildemente:
— Eu estou a beber mais abaixo, por isso não te posso turvar a água.
— Ainda respondes, insolente! — retorquiu o lobo ainda mais colérico. — Já há seis meses o teu pai me fez o mesmo.
Respondeu o cordeiro:
— Nesse tempo, Senhor, ainda eu não era nascido, não tenho culpa.
— Sim, tens — replicou o lobo —, que estragaste todo o pasto do meu campo.
— Mas isso não pode ser — disse o cordeiro —, porque ainda não tenho dentes.
O lobo, sem mais uma palavra, saltou sobre ele e logo o degolou e comeu.
MORAL DA HISTÓRIA: Tentar evitar o mal daquele que já decidiu cometê-lo? Perda de tempo!
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sábado, janeiro 04, 2020
O leão cansado
Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado à sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou.
Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu embaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.
Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguia se soltar, e fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva.
Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.
MORAL DA HISTÓRIA: Uma boa ação ganha outra.
Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu embaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.
Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguia se soltar, e fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva.
Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.
MORAL DA HISTÓRIA: Uma boa ação ganha outra.
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domingo, dezembro 29, 2019
O leão e o rato
Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado à sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou.
Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu embaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.
Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguia se soltar, e fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva.
Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.
MORAL DA HISTÓRIA: Uma boa ação ganha outra.
ESOPO
Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu embaixo da pata. Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.
Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguia se soltar, e fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva.
Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.
MORAL DA HISTÓRIA: Uma boa ação ganha outra.
ESOPO
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terça-feira, dezembro 24, 2019
A cigarra e a formiga. Esopo.
A cigarra e a formiga
A história da cigarra e da formiga talvez seja a mais famosa e difundida fábula de Esopo. A narrativa breve, de apenas um ou dois parágrafos, traz dois animais antagônicos como personagens: a formiga, símbolo do trabalho e do empenho, e a cigarra, representante da preguiça e da displicência. Enquanto a formiga pensou no longo prazo e trabalhou durante o verão para se abastecer no inverno, a cigarra, imediatista, passou o verão a cantar, sem pensar na estação que viria a seguir.
A cada bela estação uma formiga incansável levava para sua casa os mais abundantes mantimentos: quando chegou o inverno, estava farta. Uma cigarra, que todo o verão levara a cantar, achou-se então na maior miséria. Quase a morrer de fome, veio esta, de mãos postas, suplicar à formiga lhe emprestasse um pouco do que lhe sobrava, prometendo pagar-lhe com o juro que quisesse. A formiga, que não é de gênio emprestador; perguntou-lhe, pois, o que fizera no verão que não se precavera.
— No verão, cantei, o calor não me deixou trabalhar.
— Cantastes! tornou a formiga; pois agora dançai.
MORAL DA HISTÓRIA: Trabalhemos para nos livrarmos do suplício da cigarra, e não aturarmos a zombaria das formigas.
A história da cigarra e da formiga talvez seja a mais famosa e difundida fábula de Esopo. A narrativa breve, de apenas um ou dois parágrafos, traz dois animais antagônicos como personagens: a formiga, símbolo do trabalho e do empenho, e a cigarra, representante da preguiça e da displicência. Enquanto a formiga pensou no longo prazo e trabalhou durante o verão para se abastecer no inverno, a cigarra, imediatista, passou o verão a cantar, sem pensar na estação que viria a seguir.
A cada bela estação uma formiga incansável levava para sua casa os mais abundantes mantimentos: quando chegou o inverno, estava farta. Uma cigarra, que todo o verão levara a cantar, achou-se então na maior miséria. Quase a morrer de fome, veio esta, de mãos postas, suplicar à formiga lhe emprestasse um pouco do que lhe sobrava, prometendo pagar-lhe com o juro que quisesse. A formiga, que não é de gênio emprestador; perguntou-lhe, pois, o que fizera no verão que não se precavera.
— No verão, cantei, o calor não me deixou trabalhar.
— Cantastes! tornou a formiga; pois agora dançai.
MORAL DA HISTÓRIA: Trabalhemos para nos livrarmos do suplício da cigarra, e não aturarmos a zombaria das formigas.
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segunda-feira, novembro 25, 2019
A Raposa e as Uvas. Esopo
Uma Raposa, morta de fome depois de um jejum não intencional, viu, ao passar diante de um pomar, penduradas nas ramas de uma viçosa videira, alguns cachos de exuberantes Uvas negras, e o mais importante, que pareciam maduras.
Não pensou duas vezes, e depois de certificar-se que o caminho estava livre de intrusos, resolveu colher seu alimento.
Para isso não poupou esforços. E usando os seus dotes, conhecimentos e artifícios resolveu pegá-las. E, embora estivessem fora do seu alcance, não desistiu sem antes tentar de todas as formas.
Desolada, cansada, faminta e frustrada com o insucesso de sua empreitada, suspirando, deu de ombros, e finalmente se deu por vencida.
Por fim, deu meia volta e foi embora. Apesar de desapontada com seu fracasso, ainda assim saiu consolando a si mesma, dizendo:
"Na verdade, olhando agora com mais atenção, percebo que as Uvas estão todas estragadas e não maduras como a princípio imaginei..."
Não pensou duas vezes, e depois de certificar-se que o caminho estava livre de intrusos, resolveu colher seu alimento.
Para isso não poupou esforços. E usando os seus dotes, conhecimentos e artifícios resolveu pegá-las. E, embora estivessem fora do seu alcance, não desistiu sem antes tentar de todas as formas.
Desolada, cansada, faminta e frustrada com o insucesso de sua empreitada, suspirando, deu de ombros, e finalmente se deu por vencida.
Por fim, deu meia volta e foi embora. Apesar de desapontada com seu fracasso, ainda assim saiu consolando a si mesma, dizendo:
"Na verdade, olhando agora com mais atenção, percebo que as Uvas estão todas estragadas e não maduras como a princípio imaginei..."
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terça-feira, novembro 12, 2019
A rã e o boi
A rã e o boi
Esopo
Uma rã estava no prado olhando um boi e sentiu tal inveja do tamanho dele que começou a inflar para ficar maior.
Então, outra rã chegou e perguntou se o boi era o maior dos dois.
A primeira respondeu que não – e se esforçou para inflar mais.
Depois, repetiu a pergunta:
– Quem é maior agora?
A outra rã respondeu:
– O boi.
A rã ficou furiosa e tentou ficar maior inflando mais e mais, até que arrebentou.
MORAL DA HISTÓRIA: Quem tenta parecer maior do que é se arrebenta.
Esopo
Uma rã estava no prado olhando um boi e sentiu tal inveja do tamanho dele que começou a inflar para ficar maior.
Então, outra rã chegou e perguntou se o boi era o maior dos dois.
A primeira respondeu que não – e se esforçou para inflar mais.
Depois, repetiu a pergunta:
– Quem é maior agora?
A outra rã respondeu:
– O boi.
A rã ficou furiosa e tentou ficar maior inflando mais e mais, até que arrebentou.
MORAL DA HISTÓRIA: Quem tenta parecer maior do que é se arrebenta.
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quinta-feira, novembro 07, 2019
A Gralha e os Pavões. Esopo
A Gralha e os Pavões
Esopo
Era uma gralha muito orgulhosa e vaidosa que, como estava descontente com a vida, apanhou umas penas de pavão que tinham caído no chão. Espetou-as no meio das suas próprias penas e foi ter com os pavões. Mas em breve as penas começaram a cair, e os pavões atacaram-na com os seus bicos aguçados.
Muito triste, a gralha procurou as suas antigas companheiras, desejosa de tornar a viver com elas. Mas as outras gralhas, lembrando-se do modo como ela se comportara, ignoraram-na.
“Amiga”, disseram-lhe, “podias ter ficado conosco e estar contente, mas preferiste trocar-nos por uma companhia mais brilhante. Nessa altura não precisaste de nós, agora somos nós que não precisamos de ti.”
Moral da história
Nós roubamo-nos uns aos outros de muitas formas e por muitas razões, mas o orgulho e a ignorância só tornam as pessoas ridículas.
Esopo
Era uma gralha muito orgulhosa e vaidosa que, como estava descontente com a vida, apanhou umas penas de pavão que tinham caído no chão. Espetou-as no meio das suas próprias penas e foi ter com os pavões. Mas em breve as penas começaram a cair, e os pavões atacaram-na com os seus bicos aguçados.
Muito triste, a gralha procurou as suas antigas companheiras, desejosa de tornar a viver com elas. Mas as outras gralhas, lembrando-se do modo como ela se comportara, ignoraram-na.
“Amiga”, disseram-lhe, “podias ter ficado conosco e estar contente, mas preferiste trocar-nos por uma companhia mais brilhante. Nessa altura não precisaste de nós, agora somos nós que não precisamos de ti.”
Moral da história
Nós roubamo-nos uns aos outros de muitas formas e por muitas razões, mas o orgulho e a ignorância só tornam as pessoas ridículas.
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quarta-feira, novembro 06, 2019
O Corvo e a Raposa
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segunda-feira, outubro 28, 2019
O lobo mordido pelo cão
O lobo mordido pelo cão
Sendo um Lobo mordido gravemente por um Cão, estava estirado na terra, sem se poder erguer.
Vendo passar uma Ovelha, pediu-lhe, que lhe trouxesse uma pouca de água de um rio, que por ali corria, dizendo-lhe, que, se lhe dava de beber, ele lhe daria de comer.
Entendeu a Ovelha ser aquilo assim; trouxe-lhe de beber, e contra sua vontade também de comer.
A malícia faz grande dano aos simples.
Esopo
Sendo um Lobo mordido gravemente por um Cão, estava estirado na terra, sem se poder erguer.
Vendo passar uma Ovelha, pediu-lhe, que lhe trouxesse uma pouca de água de um rio, que por ali corria, dizendo-lhe, que, se lhe dava de beber, ele lhe daria de comer.
Entendeu a Ovelha ser aquilo assim; trouxe-lhe de beber, e contra sua vontade também de comer.
A malícia faz grande dano aos simples.
Esopo
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domingo, março 03, 2019
O velho e a mosca. Esopo. Fábula.
O velho e a mosca
Repousava à soalheira um Velho calvo, com a cabeça descoberta, e uma Mosca não fazia senão picar-lhe na calva. Acudia logo o Velho com a mão, e como ela fugisse mui depressa, dava em si mesmo grandes palmadas, de que a Mosca gostava e se ria. Disse o Velho:
- Ride-vos, embora, de quantas vezes eu der em mim; que isso não me mata, mas se uma só vez vos acerta, ficareis morta, e pagareis o novo e o velho.
Esopo
Repousava à soalheira um Velho calvo, com a cabeça descoberta, e uma Mosca não fazia senão picar-lhe na calva. Acudia logo o Velho com a mão, e como ela fugisse mui depressa, dava em si mesmo grandes palmadas, de que a Mosca gostava e se ria. Disse o Velho:
- Ride-vos, embora, de quantas vezes eu der em mim; que isso não me mata, mas se uma só vez vos acerta, ficareis morta, e pagareis o novo e o velho.
Esopo
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segunda-feira, agosto 28, 2017
O touro e o leão. Fabula. Esopo
Três touros pastavam juntos e tranquilos desde longa data. Um leão, escondido no mato, os espreitava na esperança de fazer deles seu jantar, mas estava receoso de atacá-los enquanto estivessem juntos. Finalmente, quando por meio de ardilosos e traiçoeiros discursos ele conseguiu separá-los, e tão logo eles pastavam sozinhos, atacou-os sem medo, e, devorou-os um após o outro à sua própria vontade.
Esopo
Esopo
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quarta-feira, setembro 16, 2015
O lobo e a garça
O lobo e a garça
Esopo
Um lobo, tendo se engasgado com um pedaço de osso, contratou uma garça por uma grande soma em dinheiro, para ela colocar a cabeça dentro da sua garganta e de lá retirar o osso. Quando a garça retirou o osso e pediu o pagamento que tinham combinado, o lobo, rangendo os dentes, exclamou:
- Ora, Ora! Você já foi recompensada. Ao ser permitido que sua cabeça saisse a salvo de dentro da boca e mandíbulas de um lobo você foi paga.
Esopo
Um lobo, tendo se engasgado com um pedaço de osso, contratou uma garça por uma grande soma em dinheiro, para ela colocar a cabeça dentro da sua garganta e de lá retirar o osso. Quando a garça retirou o osso e pediu o pagamento que tinham combinado, o lobo, rangendo os dentes, exclamou:
- Ora, Ora! Você já foi recompensada. Ao ser permitido que sua cabeça saisse a salvo de dentro da boca e mandíbulas de um lobo você foi paga.
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domingo, julho 19, 2015
Os três touros. Esopo
Três touros pastavam juntos e tranquilos desde longa data. Um leão, escondido no mato, os espreitava na esperança de fazer deles seu jantar, mas estava receoso de atacá-los enquanto estivessem juntos. Finalmente, quando por meio de ardilosos e traiçoeiros discursos ele conseguiu separá-los, e tão logo eles pastavam sozinhos, atacou-os sem medo, e, devorou-os um após o outro à sua própria vontade.
Esopo
Esopo
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quinta-feira, junho 11, 2015
O leão e os touros. Esopo
Três touros pastavam juntos e tranquilos desde longa data. Um leão, escondido no mato, os espreitava na esperança de fazer deles seu jantar, mas estava receoso de atacá-los enquanto estivessem juntos. Finalmente, quando por meio de ardilosos e traiçoeiros discursos ele conseguiu separá-los, e tão logo eles pastavam sozinhos, atacou-os sem medo, e, devorou-os um após o outro à sua própria vontade.
Esopo
Esopo
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terça-feira, março 24, 2015
O boi e o veado. Esopo. Fábula. Prosa
O boi e o veado.
Esopo
Por fugir o veado de um caçador, se acolheu à vila, e entrando medroso uma nestrebaria, achou o boi, a quem perguntou se podia esconder-se ali. Disse o boi que era muito certo o morrer, e que antes devera tornar-se ao mato, e com tudo o escondeu, e o cobriu de palha. Veio o dono da estrebaria, e olhando por ela, viu as pontas do veado. Foi descobri-lo, e achou o que era. Mas disse-lhe: Já que de tua vontade vieste á minha casa, não te quero matar, senão defender, e fazer muitos mimos.
Esopo
Por fugir o veado de um caçador, se acolheu à vila, e entrando medroso uma nestrebaria, achou o boi, a quem perguntou se podia esconder-se ali. Disse o boi que era muito certo o morrer, e que antes devera tornar-se ao mato, e com tudo o escondeu, e o cobriu de palha. Veio o dono da estrebaria, e olhando por ela, viu as pontas do veado. Foi descobri-lo, e achou o que era. Mas disse-lhe: Já que de tua vontade vieste á minha casa, não te quero matar, senão defender, e fazer muitos mimos.
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sábado, fevereiro 21, 2015
O comprador de burros. Esopo. Fábula. Prosa
Um comprador de burros levou o jumento que lhe ofertaram e o deixou junto com os outros muares. Ficou observando. O novato logo se juntou com o mais comilão e vadio da sua tropa. Imediatamente pegou a peça e devolveu ao vendedor, dizendo-lhe: “Já sei como ele vai comportar-se, pelo asno ao qual ele se juntou”.
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