DO FUNDO DO POÇO
Charles Fonseca
Quando a vida foi ao fundo
Do poço ficou ao léu
Nada em volta só o céu
A ver só tantos mundos!
Tão imundo então só viu
Alguém a lhe dar a mão
No orbe só sim - não, não,
Tal qual lua lhe sorriu
Ela a musa tão linda
Enluarada tão pura
Ele em abjeta natura
Subiu de novo alma limpa
Não mais da vida o labéu
Nem mais na vida algo vil
Tão perto por ela viu
De novo o amor por seu céu.
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quarta-feira, dezembro 27, 2017
DO FUNDO DO POÇO. Charles Fonseca. Poesia.
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terça-feira, dezembro 04, 2007
DO FUNDO DO POÇO. Charles Fonseca. Poesia.
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Charles Fonseca
Quando a vida foi ao fundo
Do poço ficou ao léu
Nada em volta só o céu
A ver só tantos mundos!
Tão imundo então só viu
Alguém a lhe dar a mão
No orbe só sim - não, não,
Tal qual lua lhe sorriu
Ela a musa tão linda
Enluarada tão pura
Ele em abjeta natura
Subiu de novo alma limpa
Não mais da vida o labéu
Nem mais na vida algo vil
Tão perto por ela viu
De novo o amor por seu céu.
Charles Fonseca
Quando a vida foi ao fundo
Do poço ficou ao léu
Nada em volta só o céu
A ver só tantos mundos!
Tão imundo então só viu
Alguém a lhe dar a mão
No orbe só sim - não, não,
Tal qual lua lhe sorriu
Ela a musa tão linda
Enluarada tão pura
Ele em abjeta natura
Subiu de novo alma limpa
Não mais da vida o labéu
Nem mais na vida algo vil
Tão perto por ela viu
De novo o amor por seu céu.
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