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sexta-feira, maio 08, 2020
Emissão da Declaração de Óbito: COVID ou não COVID?
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quinta-feira, agosto 29, 2019
Quem participa de sociedade secreta não tem o direito de tráfico de influência ou de ilícito penal.
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quarta-feira, junho 06, 2018
É direito da personalidade honra, dignidade, imagem.
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quarta-feira, julho 12, 2017
"Não importa o quão alto você esteja, a lei ainda está acima de você"
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segunda-feira, janeiro 26, 2015
MÉDICO DE VERDADE é aquele que tem registro no CRM. Advogado de verdade é aquele que tem registro na OAB. Charles Fonseca
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sábado, fevereiro 02, 2013
Cantigas de roda em confronto com a Constituição Federal
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sábado, novembro 17, 2012
O psicopata.
fonte wikipedia
Psicopata é sinônimo de antissocial, de indivíduo que não segue as leis e nem as regras ditadas pela sociedade e, através de seus atos, provoca danos à mesma;
Para cada 25 pessoas, 1 ao menos exibe traços psicopáticos;
Para cada 3 homens psicopatas, 1 mulher é psicopata;
Podem ter uma autoestima ou visão de si próprios elevada;
Frequentemente são autossuficientes e vaidosos;
Muitas vezes exibem um encanto superficial, são sedutores e conquistam facilmente as outras pessoas;
Frequentemente são bastante volúveis e inconstantes;
Não possuem empatia, tendem a ser insensíveis, cínicos e a desprezar os sentimentos e direitos alheios;
Possuem dificuldade em manter relacionamentos, embora consigam estabelecer facilmente;
Mente frequentemente de forma tão realista que raramente outras pessoas descobrem ou desconfiam;
É comum a necessidade de ter autoridade: são pessoas que necessitam estar sempre no comando ou poder, detestam serem comandados ou submissos;
Frequentemente possuem tendências sádicas;
Frequentemente são muito manipuladores, manipulam pessoas, ambientes e circunstâncias a seu favor;
Não possuem sentimentos de culpa ou arrependimento;
Geralmente são frios, raramente demonstrando algum tipo de afetividade mas quando demonstra é superficial;
Pode ser inconstante, detestar rotina e monotonia e enjoar fácil de tudo;
Não possui empatia: não entende o que é estar no lugar do outro;
É excessivamente racional e calculista, tem dificuldade em pensar emocionalmente e age mais racionalmente;
Geralmente cético ou desconfiado em demasia, e por isso mais persuasivo;
Frequentemente irresponsável: tende a jogar culpa sempre nos outros, não se responsabiliza pelas próprias condutas, arranjando sempre algo ou alguém como culpado;
Possui necessidade de estimulação constante, assim como sensibilidade ao tédio e um vazio existencial;
Falta de metas a longo prazo ou mudanças constantes de metas;
São impulsivos em relação à agressividade, violência e impulsos sádicos;
Tende a ser infiel e seus relacionamentos íntimos geralmente não são duradouros;
Podem possuir vida dupla: socialmente sendo pessoas exemplares, mas com pessoas da intimidade se mostrarem totalmente diferentes;
Costumam ser irritadiços e podem atacar impulsivamente num momento de raiva;
Quase sempre dão mais valor ao material do que o sentimental, inclusive podem ser oportunistas e obcecados pelo dinheiro;
Bastante críticos em relação a moralidade e ética. Para eles, "regras foram feitas para serem quebradas" e "os fins justificam os meios";
Possuem mudanças súbitas de temperamento;
Frequentemente psicopatas se dão bem em entrevistas de empregos, manipulam as pessoas e conquistam a confiança de todos facilmente no ambiente de trabalho;
Geralmente acham que estão certos e que seu estilo de vida é o mais adequado.
Não reagem com aversão a comportamentos condenados socialmente como homicídios e
Quando colocados sobre pressão, como por exemplo, a morte de algum parente, reagem com frieza, como se não se importassem nem um pouco com a notícia;
Frieza emocional, sadismo, capacidade de fingir extremamente bem, vontade de fazer mal às pessoas e ausência de remorso é a receita ideal para um assassinato cometido por um psicopata;
Expressa pouco ou nenhum amor, afetividade, carinho etc. Nem mesmo por filhos, pais, parentes, cônjuge ou amantes.
Geralmente são pessoas com sorrisos fáceis, amáveis quando lhe convêm e absolutamente frias quando julgam necessário;
A frieza ao agir faz com que o psicopata provavelmente não se arrependa dos erros que cometeu, assim o indivíduo pode desenvolver gosto pela sensação de perigo. Acredita-se que o distúrbio que estimula o comportamento sádico do psicopata resulte de um desvio neurológico, capaz de induzir principalmente o homicídio;
Pode utilizar-se da sedução para conseguir o que quer dos outros;
Sua capacidade de parecer bonzinho, educado e inofensivo costuma ser bastante convincente. É comum que os outros não desconfiem de se tratar de um psicopata.
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quinta-feira, novembro 08, 2012
Direito do idoso: Art. 16, Capítulo IV, da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso): "Ao idoso internado ou em observação é assegurado o direito a acompanhante, devendo o órgão de saúde proporcionar as condições adequadas para a sua permanência em tempo integral, segundo critério médico."
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sexta-feira, dezembro 30, 2011
Quem pode julgar o juiz? Nelson Motta. Direito.
Quem pode julgar o juiz?
Nelson Motta, O Globo
Quando se fala desse assunto deve-se pesar muito bem cada palavra. Basta algum juiz de qualquer lugar achar que há algo de errado, ofensivo ou calunioso nelas, e você pode ser processado. E pior, o processo vai ser julgado por um colega do ofendido. Com raras exceções, jornalistas processados por supostas ofensas a juízes são sempre condenados por seus pares.
Sim, a maioria absoluta dos juízes é de homens e mulheres de bem, mas eu deveria consultar meu advogado antes de dizer isto: o corporativismo do Judiciário no Brasil desequilibra um dos pilares que sustentam o Estado democrático de direito. Basta ver os salários, privilégios e imunidades.
A brava ministra faxineira-chefe Eliana Calmon está sob fogo cerrado da corporação por defender os poderes constitucionais do Conselho Nacional de Justiça e chamar alguns juízes de “bandidos de toga”. Embora não exista melhor definição para Lalau e outros togados que aviltam a classe.
Como um sindicato de juízes, a Ajufe está indignada porque a ministra Eliana é contra os dois meses de férias que a categoria tem por ano, quando o resto dos brasileiros tem só um (menos os parlamentares, que têm quatro). Se os juízes ficam muito estressados e precisam de dois meses “para descansar a mente, ler e estudar”, de quantos meses deveriam ser as férias dos médicos? E das enfermeiras? E aí quem cuidaria das doenças dos juízes?
“Será que a ministra diz isso para agradar a imprensa, falada e escrita? Para agradar o povão?”, questiona a Ajufe. Como não é candidata a nada, as posições da ministra têm o apoio da imprensa e do público porque são éticas, republicanas e democráticas. Porque o povão, e a elite, julgam que são justas.
Meu avô foi ministro do Supremo Tribunal Federal, nomeado pelo presidente JK em 1958, julgou durante 15 anos, viveu e morreu modestamente, entre pilhas de processos. Suas únicas regalias eram o apartamento funcional em Brasília e o carro oficial. Não sei se foi melhor ou pior juiz por isto, mas sempre foi para mim um exemplo da austeridade e da autoridade que se espera dos que decidem vidas e destinos.
Nelson Motta é jornalista.
Nelson Motta, O Globo
Quando se fala desse assunto deve-se pesar muito bem cada palavra. Basta algum juiz de qualquer lugar achar que há algo de errado, ofensivo ou calunioso nelas, e você pode ser processado. E pior, o processo vai ser julgado por um colega do ofendido. Com raras exceções, jornalistas processados por supostas ofensas a juízes são sempre condenados por seus pares.
Sim, a maioria absoluta dos juízes é de homens e mulheres de bem, mas eu deveria consultar meu advogado antes de dizer isto: o corporativismo do Judiciário no Brasil desequilibra um dos pilares que sustentam o Estado democrático de direito. Basta ver os salários, privilégios e imunidades.
A brava ministra faxineira-chefe Eliana Calmon está sob fogo cerrado da corporação por defender os poderes constitucionais do Conselho Nacional de Justiça e chamar alguns juízes de “bandidos de toga”. Embora não exista melhor definição para Lalau e outros togados que aviltam a classe.
Como um sindicato de juízes, a Ajufe está indignada porque a ministra Eliana é contra os dois meses de férias que a categoria tem por ano, quando o resto dos brasileiros tem só um (menos os parlamentares, que têm quatro). Se os juízes ficam muito estressados e precisam de dois meses “para descansar a mente, ler e estudar”, de quantos meses deveriam ser as férias dos médicos? E das enfermeiras? E aí quem cuidaria das doenças dos juízes?
“Será que a ministra diz isso para agradar a imprensa, falada e escrita? Para agradar o povão?”, questiona a Ajufe. Como não é candidata a nada, as posições da ministra têm o apoio da imprensa e do público porque são éticas, republicanas e democráticas. Porque o povão, e a elite, julgam que são justas.
Meu avô foi ministro do Supremo Tribunal Federal, nomeado pelo presidente JK em 1958, julgou durante 15 anos, viveu e morreu modestamente, entre pilhas de processos. Suas únicas regalias eram o apartamento funcional em Brasília e o carro oficial. Não sei se foi melhor ou pior juiz por isto, mas sempre foi para mim um exemplo da austeridade e da autoridade que se espera dos que decidem vidas e destinos.
Nelson Motta é jornalista.
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