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domingo, agosto 04, 2019

CâNTICOS DOS CÂNTICOS DO REI SALOMÃO

CâNTICOS DOS CÂNTICOS DO REI SALOMÃO
Capítulo 1
1. O mais belo dos Cânticos de Salomão.
2. - Ah! Beija-me com os beijos de tua boca! Porque os teus amores são mais deliciosos que o vinho,
3. e suave é a fragrância de teus perfumes; o teu nome é como um perfume derramado: por isto amam-te as jovens.
4. Arrasta-me após ti; corramos! O rei introduziu-me nos seus aposentos. Exultaremos de alegria e de júbilo em ti. Tuas carícias nos inebriarão mais que o vinho. Quanta razão há de te amar!
5. Sou morena, mas sou bela, filhas de Jerusalém, como as tendas de Cedar, como os pavilhões de Salomão.
6. Não repareis em minha tez morena, pois fui queimada pelo sol. Os filhos de minha mãe irritaram-se contra mim; puseram-me a guardar as vinhas, mas não guardei a minha própria vinha.
7. Dize-me, ó tu, que meu coração ama, onde apascentas o teu rebanho, onde o levas a repousar ao meio-dia, para que eu não ande vagueando junto aos rebanhos dos teus companheiros.
8. - Se não o sabes, ó mais bela das mulheres, vai, segue as pisadas da ovelhas, e apascenta os cabritos junto às cabanas dos pastores.
9. - À égua dos carros do faraó eu te comparo, ó minha amiga;
10. tuas faces são graciosas entre os brincos, e o teu pescoço entre os colares de pérolas.
11. Faremos para ti brincos de ouro com glóbulos de prata.
12. - Enquanto o rei descansa em seu divã, meu nardo exala o seu perfume;
13. meu bem-amado é para mim um saquitel de mirra, que repousa entre os meus seios;
14. meu bem-amado é para mim um cacho de uvas nas vinhas de Engadi.
15. - Como és formosa, amiga minha! Como és bela! Teus olhos são como pombas.
16. - Como é belo, meu amor! Como és encantador! Nosso leito é um leito verdejante,
17. as vigas de nossa casa são de cedro, suas traves de cipreste;

quinta-feira, março 15, 2018

Há três coisas que me são mistério, quatro mesmo, que não compreendo: O vôo da águia nos céus, o rastejar da cobra no rochedo, a navegação de um navio em pleno mar, o caminho de um homem junto a uma jovem.

Provérbios, 30

1.Palavras de Agur, filho de Jaque, de Massa. Palavras desse homem: Eu me fatiguei por Deus, estou esgotado por Deus, eis-me entregue. 2.Porque eu sou o mais insensato dos homens, não tenho a inteligência de um homem. 3.Não aprendi a sabedoria e não conheci a ciência do Santo. 4.Quem subiu ao céu e quem dele desceu? Quem reteve o vento em suas mãos? Quem envolveu as águas em seu manto? Quem determinou as extremidades da terra? Qual é o seu nome, qual é o nome de seu filho, se é que o sabes? 5.Toda a palavra de Deus é provada, é um escudo para quem se fia nele. 6.Não acrescentes nada às suas palavras, para que ele não te corrija e sejas achado mentiroso. 7.Eu te peço duas coisas, não mas negues antes de minha morte: 8.afasta de mim falsidade e mentira, não me dês nem pobreza nem riqueza, concede-me o pão que me é necessário, 9.para que, saciado, eu não te renegue, e não diga: Quem é o Senhor? Ou que, pobre, eu não roube, e não profane o nome do meu Deus. 10.Não calunies um escravo junto de seu senhor, para que ele não te amaldiçoe e sofras o castigo. 11.Há uma raça que amaldiçoa seu pai e que não abençoa sua mãe. 12.Há uma raça que se julga pura e que não está limpa de sua mancha. 13.Há uma raça , oh, cujos olhos são altivos, com pálpebras levantadas! 14.Há uma raça cujos dentes são espadas e os maxilares, facas, para devorar os desvalidos da terra e os indigentes dentre os homens. 15.A sanguessuga tem duas filhas: Dá! Dá! Há três coisas insaciáveis, quatro mesmo, que nunca dizem: Basta! 16.A habitação dos mortos, o seio estéril, o solo que a água jamais sacia e o fogo que nunca diz: Basta! 17.Os olhos de quem zomba do pai, de quem se recusa obedecer sua mãe: os corvos da torrente o arrebatarão, os filhos da águia o devorarão. 18.Há três coisas que me são mistério, quatro mesmo, que não compreendo: 19.O vôo da águia nos céus, o rastejar da cobra no rochedo, a navegação de um navio em pleno mar, o caminho de um homem junto a uma jovem. 20.Tal é o procedimento da mulher adúltera: come, depois limpa a boca, dizendo: Não fiz mal algum. 21.Três coisas fazem tremer a terra, há mesmo quatro que ela não pode suportar: 22.um escravo que se torna rei, um tolo que está farto de pão, 23.uma filha desprezada que se casa, uma serva que suplanta sua senhora. 24.Há quatro animais pequenos na terra que, entretanto, são sábios, muito sábios: 25.as formigas, povo sem força, que, durante o verão, preparam suas provisões, 26.os arganazes, povo sem poder, que fazem sua habitação nos rochedos, 27.os gafanhotos, que não têm rei e avançam todos em bandos, 28.a lagartixa, que se pode pegar na mão e penetra nos palácios reais. 29.Há três coisas que têm bela aparência, quatro mesmo, que andam garbosamente: 30.O leão, o mais bravo dos animais, que não recua diante de nada, 31.o animal cingido pelos rins, o bode e o rei acompanhado de seu exército. 32.Se tiveres a asneira de elevar-te a ti mesmo, refletindo nisso, depois, põe tua mão à boca, 33.porque quem comprime o leite, tira dele a manteiga, quem aperta o nariz, faz jorrar o sangue, quem provoca a cólera, promove a disputa. "

segunda-feira, fevereiro 26, 2018

Provérbios, 27

1.Não te gabes do dia de amanhã porque não sabes o que ele poderá engendrar. 2.Que seja outro que te louve, não a tua própria boca; um estranho, não teus próprios lábios. 3.Pesada é a pedra, pesada a areia, mais pesada ainda é a cólera de um tolo. 4.Crueldade do furor, ímpetos da cólera: mas quem pode suportar o ciúme? 5.Melhor é a correção manifesta do que uma amizade fingida. 6.As feridas do amigo são provas de lealdade, mas os beijos do que odeia são abundantes. 7.Saciado o apetite, calca aos pés o favo de mel; para o faminto tudo o que é amargo parece doce. 8.Um pássaro que anda longe do seu ninho: tal é o homem que vive longe da sua terra. 9.Azeite e incenso alegram o coração: a bondade de um amigo consola a alma. 10.Não abandones teu amigo, o amigo de teu pai; não vás à casa do teu irmão em dia de aflição. Vale mais um vizinho que está perto, que um irmão distante. 11.Sê sábio, meu filho, alegrarás meu coração e eu poderei responder ao que me ultrajar. 12.O homem prudente percebe o mal e se põe a salvo; os imprudentes passam adiante e agüentam o peso. 13.Toma a sua veste, porque ficou fiador de outrem, exige o penhor que deve aos estrangeiros. 14.Quem, desde o amanhecer, louva seu vizinho em alta voz é censurado de o ter amaldiçoado. 15.Goteira que cai de contínuo em dia de chuva e mulher litigiosa, tudo é a mesma coisa. 16.Querer retê-la, é reter o vento, ou pegar azeite com a mão. 17.O ferro com o ferro se aguça; o homem aguça o homem. 18.Quem trata de sua figueira, comerá seu fruto; quem cuida do seu senhor, será honrado. 19.Como o reflexo do rosto na água, assim é o coração do homem para o homem. 20.A morada dos mortos e o abismo nunca se enchem; assim os olhos do homem são insaciáveis. 21.Há um crisol para a prata, um forno para o ouro; assim o homem [é provado] pela sua reputação. 22.Ainda que pisasses o insensato num triturador, entre os grãos, com um pilão, sua loucura não se separaria dele. 23.Certifica-te bem do estado do teu gado miúdo; atende aos teus rebanhos, 24.porque a riqueza não é eterna e a coroa não permanece de geração em geração. 25.Quando se abre o prado, quando brotam as ervas, uma vez recolhido o feno das montanhas, 26.tens ainda cordeiros para te vestir e bodes para pagares um campo, 27.leite de cabra suficiente para teu sustento, para o sustento de tua casa e a manutenção das tuas servas."

terça-feira, janeiro 23, 2018

Provérbios, 24

"Provérbios, 24 1.Não invejes os maus, nem desejes estar com eles, 2.porque seus corações maquinam a violência e seus lábios só proclamam a iniqüidade. 3.É com sabedoria que se constrói a casa, pela prudência ela se consolida. 4.Pela ciência enchem-se os celeiros de todo bem precioso e agradável. 5.O sábio é um homem forte, o douto é cheio de vigor. 6.É com a prudência que empreenderás a guerra e a vitória depende de grande número de conselheiros. 7.A sabedoria é por demais sublime para o tolo; à porta da cidade, ele não abre a boca. 8.Quem medita fazer o mal, é chamado mestre intrigante. 9.O desígnio da loucura é o pecado; e detrator é terror para os outros. 10.Se te deixas abater no dia da adversidade, minguada é a tua força. 11.Livra os que foram entregues à morte, salva os que cambaleiam indo para o massacre. 12.Se disseres: Mas, não o sabia! Aquele que pesa os corações não o verá? Aquele que vigia tua alma não o saberá? E não retribuirá a cada qual segundo seu procedimento? 13.Meu filho, come mel, pois é bom; um favo de mel é doce para teu paladar. 14.Sabe, pois, que assim será a sabedoria para tua alma. Se tu a encontrares, haverá para ti um bom futuro e tua esperança não será frustrada. 15.Não conspires, ó ímpio, contra a casa do justo, não destruas sua habitação! 16.Porque o justo cai sete vezes, mas ergue-se, enquanto os ímpios desfalecem na desgraça. 17.Não te alegres, se teu inimigo cair, se tropeçar, que não se rejubile teu coração, 18.para não suceder que o Senhor o veja, e isto lhe desagrade, e tire de cima dele sua ira. 19.Não te indignes à vista dos maus, não invejes os ímpios, 20.porque para o mal não há futuro e o luzeiro dos ímpios extinguir-se-á. 21.Meu filho, teme o Senhor e o rei, não te mistures com os sediciosos, 22.porque, de repente, surgirá sua desgraça. Quem conhece a destruição de uns e de outros? 23.O que segue é ainda dos sábios: Não é bom mostrar-se parcial no julgamento. 24.Ao que diz ao culpado: Tu és inocente, os povos o amaldiçoarão, as nações o abominarão. 25.Aqueles que sabem repreender são louvados, sobre eles cai uma chuva de bênçãos. 26.Dá um beijo nos lábios aquele que responde com sinceridade. 27.Cuida da tua tarefa de fora, aplica-te ao teu campo e depois edificarás tua habitação. 28.Não sejas testemunha inconsiderada contra teu próximo. Queres, acaso, que teus lábios te enganem? 29.Não digas: Far-lhe-ei o que me fez, pagarei a este homem segundo seus atos. 30.Perto da terra do preguiçoso eu passei, junto à vinha de um homem insensato: 31.eis que, por toda a parte, cresciam abrolhos, urtigas cobriam o solo, o muro de pedra estava por terra. 32.Vendo isso, refleti; daquilo que havia visto, tirei esta lição: 33.um pouco de sono, um pouco de torpor, um pouco cruzando as mãos para descansar 34.e virá a indigência como um vagabundo, a miséria como um homem armado!"

quinta-feira, outubro 06, 2016

segunda-feira, setembro 21, 2009

Cântico dos Cânticos, 3 Rei Salomão

Cântico dos Cânticos, 3
Rei Salomão

1. Em meu leito, durante a noite, procurei o amado de minha alma. Procurei-o, e não o encontrei.
2. Vou, pois, levantar-me e percorrer a cidade, pelas ruas e pelas praças, procurando o amado de minha alma. Procurei-o, e não o encontrei.
3. Encontraram-me os guardas, que faziam a ronda pela cidade: “Acaso vistes, vós, o amado de minha alma?”
4. Pouco depois de ter passado por eles, encontrei, afinal, o amado de minha alma. Segurei-o e não o soltarei, até que o introduza na casa de minha mãe, no aposento daquela que me concebeu.
5. Eu vos conjuro, mulheres de Jerusalém, pelas corças e gazelas dos campos, que não desperteis nem façais acordar a amada, até que ela o queira.
6. Que é isto que sobe pelo deserto como leve coluna de fumaça, exalando incenso e mirra e toda espécie de pó aromático?
7. — É a liteira de Salomão! Rodeiam-no sessenta guerreiros dentre os mais valentes de Israel,
8. todos armados de espada e muito treinados para a guerra, cada um levando a espada sobre a coxa por causa dos temores noturnos.
9. O rei Salomão mandou fazer para si um palanquim de madeira do Líbano:
10. as colunas, mandou fazê-las de prata; o espaldar, de ouro e o assento, de púrpura; no seu interior, um estrado de ébano. Mulheres de Jerusalém,
11. saí para ver, mulheres de Sião, o rei Salomão com seu diadema: assim o coroou sua mãe no dia do seu casamento, dia da alegria do seu coração.