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quarta-feira, agosto 05, 2020
VÓS QUE OUVISTES EM RIMAS ESPARSAS O SONHO. Petrarca. Poesia
Escreva para o meu e-mail: silvafonseca@gmail.com
quinta-feira, fevereiro 06, 2014
Vós que ouvistes em rimas esparsas o sonho. Petrarca. Poesia
VÓS QUE OUVISTES EM RIMAS ESPARSAS O SONHO
Petrarca
Vós que ouvistes em rimas esparsas o sonho,
Nos meus juvenis e suspirosos dias,
Com que eu nutria outrora o coração
Quando aquele que eu fui tinha alguma ilusão;
Se conheceis do amor a reflexão
Entre fugidias esperanças e o pranto em vão,
Piedade espero achar, mais que perdão,
Para as dores das minhas fantasias.
Agora vejo bem que longamente
Em mim falou-se, e ria muita gente,
E de mim mesmo, às vezes, me envergonho.
E amargo fruto que colhi sonhando,
Já sei - me arrependendo e envergonhando-
Que a sedução da vida é breve sonho.
Petrarca
Vós que ouvistes em rimas esparsas o sonho,
Nos meus juvenis e suspirosos dias,
Com que eu nutria outrora o coração
Quando aquele que eu fui tinha alguma ilusão;
Se conheceis do amor a reflexão
Entre fugidias esperanças e o pranto em vão,
Piedade espero achar, mais que perdão,
Para as dores das minhas fantasias.
Agora vejo bem que longamente
Em mim falou-se, e ria muita gente,
E de mim mesmo, às vezes, me envergonho.
E amargo fruto que colhi sonhando,
Já sei - me arrependendo e envergonhando-
Que a sedução da vida é breve sonho.
Escreva para o meu e-mail: silvafonseca@gmail.com
quinta-feira, janeiro 26, 2012
VÓS QUE OUVISTES EM RIMAS ESPARSA O SONHO
VÓS QUE OUVISTES EM RIMAS ESPARSA O SONHO
Petrarca
Vós que ouvistes em rimas esparsas o sonho,
Nos meus juvenis e suspirosos dias,
Com que eu nutria outrora o coração
Quando aquele que eu fui tinha alguma ilusão;
Se conheceis do amor a reflexão
Entre fugidias esperanças e o pranto em vão,
Piedade espero achar, mais que perdão,
Para as dores das minhas fantasias.
Agora vejo bem que longamente
Em mim falou-se, e ria muita gente,
E de mim mesmo, às vezes, me envergonho.
E amargo fruto que colhi sonhando,
Já sei - me arrependendo e envergonhando-
Que a sedução da vida é breve sonho.
Petrarca
Vós que ouvistes em rimas esparsas o sonho,
Nos meus juvenis e suspirosos dias,
Com que eu nutria outrora o coração
Quando aquele que eu fui tinha alguma ilusão;
Se conheceis do amor a reflexão
Entre fugidias esperanças e o pranto em vão,
Piedade espero achar, mais que perdão,
Para as dores das minhas fantasias.
Agora vejo bem que longamente
Em mim falou-se, e ria muita gente,
E de mim mesmo, às vezes, me envergonho.
E amargo fruto que colhi sonhando,
Já sei - me arrependendo e envergonhando-
Que a sedução da vida é breve sonho.
Escreva para o meu e-mail: silvafonseca@gmail.com
sexta-feira, dezembro 09, 2011
Petrarca
Bendito seja o dia, o mês, o ano,
a estação, e o tempo, e a hora, e o instante,
e o belo país, e o lugar onde eu estava
ligado a dois belos olhos que me prenderam;
e bendita seja a primeira doce aflição / tormento
que haveria de ser com Amor unido
o arco e a flecha com que fui ferido
e as dores que enfim me vêm ao coração.
Benditos sejam todos os poemas que espalhei
chamando o nome de minha amada
e os suspiros e as lágrimas e o desejo
e benditas sejam todas as folhas
em que mereci seu renome e o meu pensamento
que é só para ela, que para outra parte não vai.
a estação, e o tempo, e a hora, e o instante,
e o belo país, e o lugar onde eu estava
ligado a dois belos olhos que me prenderam;
e bendita seja a primeira doce aflição / tormento
que haveria de ser com Amor unido
o arco e a flecha com que fui ferido
e as dores que enfim me vêm ao coração.
Benditos sejam todos os poemas que espalhei
chamando o nome de minha amada
e os suspiros e as lágrimas e o desejo
e benditas sejam todas as folhas
em que mereci seu renome e o meu pensamento
que é só para ela, que para outra parte não vai.
Escreva para o meu e-mail: silvafonseca@gmail.com
terça-feira, dezembro 05, 2006
Vós que ouvistes em rimas esparsas. Petrarca
VÓS QUE OUVISTES EM RIMAS ESPARSA O SONHO
Petrarca
Vós que ouvistes em rimas esparsas o sonho,
Nos meus juvenis e suspirosos dias,
Com que eu nutria outrora o coração
Quando aquele que eu fui tinha alguma ilusão;
Se conheceis do amor a reflexão
Entre fugidias esperanças e o pranto em vão,
Piedade espero achar, mais que perdão,
Para as dores das minhas fantasias.
Agora vejo bem que longamente
Em mim falou-se, e ria muita gente,
E de mim mesmo, às vezes, me envergonho.
E amargo fruto que colhi sonhando,
Já sei - me arrependendo e envergonhando-
Que a sedução da vida é breve sonho.
Petrarca
Vós que ouvistes em rimas esparsas o sonho,
Nos meus juvenis e suspirosos dias,
Com que eu nutria outrora o coração
Quando aquele que eu fui tinha alguma ilusão;
Se conheceis do amor a reflexão
Entre fugidias esperanças e o pranto em vão,
Piedade espero achar, mais que perdão,
Para as dores das minhas fantasias.
Agora vejo bem que longamente
Em mim falou-se, e ria muita gente,
E de mim mesmo, às vezes, me envergonho.
E amargo fruto que colhi sonhando,
Já sei - me arrependendo e envergonhando-
Que a sedução da vida é breve sonho.
Escreva para o meu e-mail: silvafonseca@gmail.com
segunda-feira, julho 24, 2006
Vós que ouvistes em rimas esparsas o sonho. Petrarca
VÓS QUE OUVISTES EM RIMAS ESPARSAS O SONHO
Petrarca
Vós que ouvistes em rimas esparsas o sonho,
Nos meus juvenis e suspirosos dias,
Com que eu nutria outrora o coração
Quando aquele que eu fui tinha alguma ilusão;
Se conheceis do amor a reflexão
Entre fugidias esperanças e o pranto em vão,
Piedade espero achar, mais que perdão,
Para as dores das minhas fantasias.
Agora vejo bem que longamente
Em mim falou-se, e ria muita gente,
E de mim mesmo, às vezes, me envergonho.
E amargo fruto que colhi sonhando,
Já sei - me arrependendo e envergonhando-
Que a sedução da vida é breve sonho.
Petrarca
Vós que ouvistes em rimas esparsas o sonho,
Nos meus juvenis e suspirosos dias,
Com que eu nutria outrora o coração
Quando aquele que eu fui tinha alguma ilusão;
Se conheceis do amor a reflexão
Entre fugidias esperanças e o pranto em vão,
Piedade espero achar, mais que perdão,
Para as dores das minhas fantasias.
Agora vejo bem que longamente
Em mim falou-se, e ria muita gente,
E de mim mesmo, às vezes, me envergonho.
E amargo fruto que colhi sonhando,
Já sei - me arrependendo e envergonhando-
Que a sedução da vida é breve sonho.
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