PIX, DEPÓSITO OU TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA – Banco do Brasil – Agência 31852 – C/C 112744. 6 Favorecido Charles Wellington da Silva Fonseca. 018631345-49 (chave PIX).

Mostrando postagens com marcador Família. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Família. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, janeiro 01, 2020

Como eu aprendi a apreciar minha vocação à maternidade

Como eu aprendi a apreciar minha vocação à maternidade

Eu nem sempre amei a maternidade, mas eis o que descobri que de repente mudou minha perspectiva
Eu amo ser casada e amo meus filhos, mas nem sempre amei a maternidade.
Quero lhe contar como isso mudou e quando comecei a entender o verdadeiro significado de “vocação”.

Tudo começou quando eu fui mãe pela primeira vez. Estava determinada a abraçar a maternidade corretamente. A colocar meus filhos em primeiro lugar. A me lançar nessa nova vocação incrível. Então fui mãe e tive a sensação: acho que isso não é para mim.

Eu não estava totalmente errada. A maternidade é um chamado nobre e difícil de colocar constantemente as necessidades de seus filhos em primeiro lugar.

O trabalho da maternidade é em grande parte invisível, em grande parte ingrato e totalmente exaustivo. O papel da mãe é de abnegação radical.

Quando meu primeiro filho nasceu, senti um ressentimento ao ver como minha vida estava mudando.


Mas, em vez de me perguntar o que estava perdendo, disse firmemente a mim mesma: “Você é mãe agora – sua vida não tem a ver unicamente com você. Tem a ver com eles agora.”

Eu parei de encontrar tempo para o que costumava ser bom. Meu jardim, minhas poesias, meu amor pela psicologia e sociologia e pelas ciências naturais, até minha vida social. Não que não houvesse tempo para nada, mas me pareceu estranho me concentrar em qualquer parte de mim que não apoiasse minha nova e importantíssima identidade como mãe.

Achei que essa perda do resto da minha identidade era natural e necessária – um sinal de que estava cumprindo bem a maternidade.

E verdadeiramente, Deus pede total sacrifício de nós. Ele nos pede para dar tudo o que temos a serviço do amor. Mas eis o que eu esqueci: o amor não deve nos apagar, deve nos completar. Deveria tornar possível o que São João Paulo II pediu: “Torne-se quem você é”.

Eu me senti diminuída porque estava diminuída. Mas isso não foi porque a maternidade é opressiva, mas porque eu estava entendendo mal o ponto principal de uma vocação.

Embora a maternidade seja um dom para meus filhos, a maternidade é minha vocação, o que significa que também é um dom para mim.

Uma vocação é o papel pelo qual Deus nos chama à santidade e ao Céu. Uma vocação vivida bem deve nos nutrir da mesma forma que um casamento deve nutrir. O casamento não tira a nossa individualidade, ela a apoia e a celebra. A maternidade é a mesma coisa.

Comecei a entender que Deus não me criou com essas forças, interesses e desejos específicos, apenas para desconsiderar totalmente essas partes de mim. O céu é para ser um lugar onde eu serei realmente eu pela primeira vez – então como é que a minha vocação, meu próprio caminho pessoal para o Céu, poderia me transformar em algo menor?

Comecei a pensar na maternidade como um dom e como parte da minha identidade, não como um trabalho que exaustivo engloba todas as outras coisas que me fazem quem eu sou. Isso mudou tudo. Comecei a me descobrir novamente.

Eu me deixei voltar à minha vida. Parei de questionar se meus próprios interesses e talentos eram adequados para uma jovem mãe de bebês e crianças pequenas. Esqueci os estereótipos e me permiti viver uma vida que fazia sentido para mim – e vi que o fruto sempre era paz e alegria.

E, o que vai, volta. Espero que meus filhos cresçam em paz com quem eles são, confiantes de que, seja qual for a vocação a que Deus os convoque, será sempre para uma vida que trabalha com, e não contra, quem eles são em sua totalidade.



ALETEA

terça-feira, dezembro 31, 2019

Por que nossos filhos são mais resilientes do que pensamos

Por que nossos filhos são mais resilientes do que pensamos
Michael Rennier

Depois de ver como nossos seis filhos são diferentes, eis o que percebi: as crianças são incrivelmente resistentes
Eu costumava me preocupar com a possibilidade de meus filhos se machucarem com qualquer coisa. Não é que eles tenham uma vida particularmente traumática. A mãe deles e eu nunca brigamos, há muito pouco grito em nossa casa, tentamos não pressioná-los em excesso. Afinal, acho que todos os pais estão pelo menos um pouco ansiosos em criar filhos bem ajustados.
Por exemplo, nossos dois filhos mais velhos, de 10 e 12 anos, já moraram em quatro casas diferentes até agora, incluindo uma grande mudança que levou nossa família a cruzar os Estados Unidos. Eu me pergunto como isso os afetou. Na época em que nos mudamos para longe, tornamo-nos católicos e nossos filhos se tornaram católicos conosco. Essa foi uma grande mudança. Decidimos optar por estudar em casa (homeschooling), o que obviamente levanta muitas questões. Achamos que é a melhor escolha para a nossa família, mas sempre há dúvidas.

Os pais são confrontados com todo tipo de escolhas. Quanta televisão os nossos filhos devem assistir? Como alimentá-los, vesti-los, mantê-los saudáveis? Em que atividades e acampamentos de verão eles devem estar inscritos? Eles não estão ficando para trás, estão? Nossos filhos estão bem ajustados, certo?

Não é incomum ver pais tão preocupados a ponto de não deixar os filhos brincarem no parquinho. Algumas crianças passam a infância inteira sem ficar enlameadas ou ter a chance de subir em uma árvore. Não quero ser o tipo de pai que tenta controlar todos os aspectos da vida de meu filho, sempre preocupado com o roteiro perfeito para a infância.

Depois de ver como nossos seis filhos são diferentes, eis o que percebi: as crianças são incrivelmente resistentes. Eu cometi erros com elas, mas parece que os erros não as afetaram de maneira permanente, e acho que elas não guardam um rancor secreto contra mim. Eu não acho que envenenei o caminho delas para a idade adulta.

Dito isto, acredito sinceramente que os pais são importantes. Eu tento o meu melhor para ser um bom pai. Os pais são altamente influentes em seus filhos e, se não tomarmos cuidado com o que dizemos e como nos comportamos, podemos causar danos emocionais e espirituais.


Quando digo que as crianças são resilientes, há um limite, obviamente, e este limite deve sempre prezar a integridade, a saúde e o bem-estar delas.

Mas quando os pais são hiperprotetores, altamente ansiosos ou egocêntricos, quando gritam regularmente, ou manipulam os filhos, eles podem causar grandes problemas.

Já todas as pequenas coisas, como em qual casa você mora, qual escola eles frequentam, os desafios que você enfrenta em família… A maioria das crianças pode lidar com isso.

Existe um estereótipo comum de que, em qualquer família, o filho mais velho sempre é tratado com mais severidade e o mais novo sempre é mimado. Eu estou no meio de três irmãos, e meus irmãos mais velhos brincam que nossos pais lhes deram tarefas, mas deram a nosso irmão mais novo um patinete. Agora que somos todos adultos, somos praticamente os mesmos – pessoas saudáveis ​​e bem ajustadas. As pequenas diferenças em nossa educação não chegaram definir o futuro de ninguém. Estou convencido de que a razão é que nossos pais nos amaram da mesma maneira.

É disso que nossos filhos precisam de nós – amor incondicional. Se eles têm isso e sabem disso, nenhum erro dos pais, nenhuma decisão, nenhuma ansiedade superará esse amor. Compreender isso me ajudou a relaxar sobre minhas decisões de pai, porque todas são secundárias. Meus filhos estão vivendo uma infância diferente da minha, mas vão ficar bem.

Ainda não estou confiante de que sou um pai perfeito, mas esse não é o ponto. A vida de nossos filhos está além da nossa capacidade de controle e, se tentássemos fazê-lo, seria um fracasso absoluto.

O mais difícil é tratar nossos filhos como seres humanos, com seus próprios objetivos, ambições, pensamentos e sentimentos, mas uma vez que diminuímos um pouco a pressão, é incrível ver o quanto eles são capazes, o quão determinados podem ser, e como, com os pais e uma família que os ama, eles podem enfrentar qualquer desafio que a vida enviar.



ALETEA

quinta-feira, julho 18, 2019

O ocaso. Autor desconhecido.

"Triste realidade....
"No final da tarde fria, recebo a visita inesperada dos meus dois filhos. Um médico, outro engenheiro. Ambos bem sucedidos em suas profissões. Faz menos de uma semana da morte da minha mulher. Ainda me sinto abatido pela perda que mudou os rumos e o sentido da vida para mim.
Sentados à mesa da sala da casa simples, onde moro agora sozinho, começamos a conversar. O assunto é sobre o meu futuro.
Um frio me percorre a espinha. Logo tentando me convencer de que o melhor para mim é passar a viver num lar geriátrico. Reajo. Argumento que a sombra da solidão não me assusta. A velhice, muito menos. Mas, meus filhos insistem. Dizem que gostariam que eu fosse morar com um ou outro. Lamentam, entretanto, que as dependências de seus amplos apartamentos à beira-mar estejam ocupadas. Além disso, eles e minhas noras trabalham os dois expedientes. Portanto, não teriam como me assistir. Isso sem contar com os meus netos, sempre impossíveis.
Em meu favor, argumento já sem muita convicção que, nesse caso, eles bem que poderiam me ajudar a pagar uma cuidadora. À minha frente, o médico e o engenheiro dizem que seriam necessárias, na verdade, três cuidadoras em três turnos e todas com carteira assinada. O que gastaria, em tempos de crise, uma pequena fortuna ao fim de cada mês. Sucumbo à proposta de ir viver num abrigo. Aí vem outra sugestão: preciso vender a casa. O dinheiro servirá para pagar as despesas do lar geriátrico por um bom tempo, sem que ninguém se preocupe. Nem eles, nem eu.
Rendo-me aos argumentos por não ter mais forças de enfrentar tanta ingratidão. Não falo sobre o sacrifício que fiz durante toda a vida para custear os estudos de ambos. Não digo que deixei de viajar com a família a passeio, de frequentar bons restaurantes, de ir a um teatro ou trocar de carro para que nada faltasse a eles. Não valeria a pena alegar tais fatos a essa altura da conversa. Daí, sem dizer uma só palavra, decido juntar meus pertences. Em pouco tempo, vejo uma vida inteira resumida a duas malas. Com elas, embarco rumo à outra realidade, bem mais dura. Um abrigo de idosos, longe dos filhos e dos netos.
Hoje, nos braços da solidão, reconheço que consegui ensinar valores morais aos meus filhos. Mas não consegui transmitir a nenhum dos dois uma virtude chamada gratidão..."

segunda-feira, março 18, 2019

quarta-feira, março 06, 2019

O carnaval da “diversidade”que tem o tema: O mundo escolheu Salvador”

"Pra mim é o carnaval da permissividade e perplexidade, onde na verdade o que está acontecendo é um turismo gay onde os homossexuais invadiram nossa cidade. Isso não se trata de homofobia, mas Salvador se transformou em um imenso baile gay. E o pior, incentivado de forma ostensiva e até apológica por alguns artistas, que com o pretexto de defender a não a homofobia , a diversidade e respeito às diferenças, na verdade, eles estão tentando salvar suas carreiras, que depois de assistirem incrédulos seus camarotes, blocos se esvaziarem, o faturamento despencar, e por fim, pra não caírem no ostracismo, apelaram vergonhosamente para o público Gay, e a recíproca foi automática, pois eles precisavam de “vozes” para lhes defender dos heterossexuais “preconceituosos”.
E como sempre, no Brasil estamos assistindo o poste mijar no cachorro...
As crianças, os casais heterossexuais, as famílias estão proibidas de assistir a Tv com as transmissões do carnaval, quer dizer, as TVs foram obrigadas a mudar o estilo da transmissão, e só mostram os artistas, porque se mostrarem os foliões seria chocante para maioria dos telespectadores e proibido para menores.
Já nas ruas como foliões nos deparamos com cenas assustadoras, mas que em nome do respeito à diversidade somos na verdade desrespeitados e afrontados.
A situação está de tal forma de ponta cabeça, que se os atos praticadas pelas “minorias” forem praticados por qualquer casal hétero seria preso por atentado ao pudor, mas em nome da diversidade somos obrigados a achar normal e reagir com naturalidade.
Aí de nós que olhe atravessado, você vai preso e ainda será tachado de homofóbico. Nós estamos sendo alijados do carnaval, estamos virando os verdadeiros peixes fora d’água.
Por fim, minha preocupação é que Salvador se transforme em um destino internacional preferido do público gay, a exemplo, do Rio de Janeiro que é o Paraiso internacional de homens que vem em busca das bundas gostosas e fáceis das brasileiras, o país do bundalelê. Já Salvador vai ser a cidade da “diversidade” lá nós somos respeitados, lá podemos fazer tudo, bacanal, sexo oral, ficar nus e o melhor!! Tudo no meio do povo, ao som de trios um verdadeiro “Spring break “ gay nas ruas, “maravilhoooosoooo”
Desculpem os erros de português, mas não sou jornalista trata-se de Um desabafo de um baiano, soteropolitano indignado, e que como muitos, não estão satisfeitos com o que estão vendo o carnaval se transformar."



Autor conhecido. Aspeado.

quinta-feira, janeiro 24, 2019

segunda-feira, dezembro 10, 2018

Contexto social e étnico da morte

As famílias costumam apelar para hospitais e enfermeiras somente se não têm uma pessoa cuidadora principal

domingo, dezembro 09, 2018

Fatores que afetam o impacto da morte sobre o sistema familiar

"Fatores que afetam o impacto da morte sobre o sistema familiar
- contexto social e étnico da morte
- história das perdas anteriores
- timing da morte no ciclo de vida
- natureza da morte
- posição e função da pessoa"