O AMOLADOR DE TESOURAS
Fred Souza Castro
O amolador de tesouras
atravessa a rua
atrás do assobio
do realejo.
Eu o vejo
passar
e escuto o comentário
de moças vitalinas
debruçadas em janelas.
Elas
falam de donzelices,
esquerdos costumes alheios,
deslizes
e outras notícias.
O amolador segue,
dobra no fim da rua
e some.
A noite engole o dia;
a fome, agora, é outra fome.
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quinta-feira, julho 23, 2020
O AMOLADOR DE TESOURAS. Fred Souza Castro. Poesia
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segunda-feira, agosto 27, 2018
O AMOLADOR DE TESOURAS. Fred Souza Castro. Poesia.
O AMOLADOR DE TESOURAS
Fred Souza Castro
O amolador de tesouras
atravessa a rua
atrás do assobio
do realejo.
Eu o vejo
passar
e escuto o comentário
de moças vitalinas
debruçadas em janelas.
Elas
falam de donzelices,
esquerdos costumes alheios,
deslizes
e outras notícias.
O amolador segue,
dobra no fim da rua
e some.
A noite engole o dia;
a fome, agora, é outra fome.
Fred Souza Castro
O amolador de tesouras
atravessa a rua
atrás do assobio
do realejo.
Eu o vejo
passar
e escuto o comentário
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debruçadas em janelas.
Elas
falam de donzelices,
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O amolador segue,
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A noite engole o dia;
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segunda-feira, agosto 07, 2017
O ampliador de tesouras. Fred Souza Castro. Poesia
O AMOLADOR DE TESOURAS
Fred Souza Castro
O amolador de tesouras
atravessa a rua
atrás do assobio
do realejo.
Eu o vejo
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Elas
falam de donzelices,
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O amolador segue,
dobra no fim da rua
e some.
A noite engole o dia;
a fome, agora, é outra fome.
Fred Souza Castro
O amolador de tesouras
atravessa a rua
atrás do assobio
do realejo.
Eu o vejo
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de moças vitalinas
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Elas
falam de donzelices,
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O amolador segue,
dobra no fim da rua
e some.
A noite engole o dia;
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