quinta-feira, março 21, 2019

A prisão de Temer e a Politica - William Waack comenta

Quem defende a tortura é um marginal

Blog do Charles Fonseca: Cântico dos Cânticos, 5. Rei Salomão. Poesia..

Clique: Blog do Charles Fonseca: Cântico dos Cânticos, 5. Rei Salomão. Poesia..: Cântico dos Cânticos, 5 Rei Salomão. Venha o meu amado ao seu jardim e saboreie os seus melhores frutos. Já vou ao meu jardim, ó minha ...

Cantate Domino (5th Sunday after Easter, Communion)

O MATRIMÔNIO SOB O REGIME DO PECADO

O MATRIMÔNIO SOB O REGIME DO PECADO

1606. Todo o homem faz a experiência do mal, à sua volta e em si mesmo. Esta experiência faz-se também sentir nas relações entre o homem e a mulher. Desde sempre, a união de ambos foi ameaçada pela discórdia, o espírito de domínio, a infidelidade, o ciúme e conflitos capazes de ir até ao ódio e à ruptura. Esta desordem pode manifestar-se de um modo mais ou menos agudo e ser mais ou menos ultrapassada, conforme as culturas, as épocas, os indivíduos. Mas parece, sem dúvida, ter um carácter universal.

1607. Segundo a fé, esta desordem, que dolorosamente comprovamos, não procede da natureza do homem e da mulher, nem da natureza das suas relações, mas do pecado. Ruptura com Deus, o primeiro pecado teve como primeira consequência a ruptura da comunhão original do homem e da mulher. As suas relações são distorcidas por acusações recíprocas (106); a atracção mútua, dom próprio do Criador (107), converte-se em relação de domínio e de cupidez (108): a esplêndida vocação do homem e da mulher para serem fecundos, multiplicarem-se e submeterem a terra (109) fica sujeita às dores do parto e do ganha-pão (110).

1608. No entanto, a ordem da criação subsiste, apesar de gravemente perturbada. Para curar as feridas do pecado, o homem e a mulher precisam da ajuda da graça que Deus, na sua misericórdia infinita, nunca lhes recusou (111). Sem esta ajuda, o homem e a mulher não podem chegar a realizar a união das suas vidas para a qual Deus os criou «no princípio».


Catecismo

Nostalgie Française - Les Plus Belles Chansons des Années 20 & 30

Barroco. ALTOBELLO, Francesco Antonio. Pintura.


Biografia

Pintor italiano. Ele recebeu sua primeira formação artística na oficina de Carlo Rosa na Apúlia, embora seus primeiros trabalhos conhecidos, a Sagrada Família (1675; Barletta, Santa Maria della Vittoria) e uma pintura do mesmo assunto atribuída a ele (Barletta, Palazzo Monte di Pietà), revelam a influência de Cesare Fracanzano (c. 1605-1651) e Francesco Cozza (1605-1682).

Altobello provavelmente foi para Nápoles durante a década de 1670 e certamente estava morando lá em 1687. Obras atribuídas a ele a partir deste período são a visão de Santo Inácio (Nápoles, San Ferdinando) e uma Visitação e Visão de São Francisco (c. 1680; ambos Nápoles Santa Maria la Nuova). Mostram sua plena aclimatação ao barroco napolitano, refletindo claramente a monumentalidade de Giovanni Lanfranco, os contrastes tonais de Luca Giordano e o chiaroscuro de Mattia Preti; eles representam a altura do desenvolvimento artístico de Altobello.

Também atribuído ao seu período napolitano é São Jerônimo (Nápoles, Pinacoteca del Pio Monte della Misericordia). Numerosas telas, listadas no inventário de Stefano Carrillo y Salsedo, Regente da Chancelaria Real, não foram localizadas, assim como Danaë e a Chuva de Ouro, que pertenceu aos Orsini, Duques de Gravina, na Puglia.

As últimas obras conhecidas de Altobello são a visão de São Roque (1684; Montella, Santa Maria a Libera) e uma Virgem e Criança (1692; Bitonto, Palazzo Vescovile). Ambos parecem indicar uma regressão estilística, condicionada talvez pelo atraso do clima provincial no qual ele estava trabalhando.



Ref.: https://www.wga.hu/index1.html

Quase silêncio. Ricardo Lima. Poesia.

Quase silêncio
Ricardo Lima


sei que as coisas têm forma
em todos os olhos há como aprendê-las.

sorriso falta,
dezembros são cancelados assim.

nas curtas tônicas da tarde
sei,
há matizes de amor.

e que sujo a unha de roxo
no plano das portas.



Maia chuta Moro

A PROVIDÊNCIA. Charles Fonseca. Poesia.

A PROVIDÊNCIA
Charles Fonseca

Desisto de equações
prefiro vida além lógica
com seus sins e seus senões
decisão escatológica

esta grande decisão
confesso sou apoucado
mal cozido e mal passado
a providência é meu timão

Roberto Carlos - Cavalgada Especial 2005

Evangelho segundo S. Mateus 1,16.18-21.24a.

Jacob gerou José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, chamado Cristo.O nascimento de Jesus deu-se do seguinte modo: Maria, sua Mãe, noiva de José, antes de terem vivido em comum, encontrara-se grávida por virtude do Espírito Santo.Mas José, seu esposo, que era justo e não queria difamá-la, resolveu repudiá-la em segredo.Tinha ele assim pensado, quando lhe apareceu num sonho o Anjo do Senhor, que lhe disse: «José, filho de David, não temas receber Maria, tua esposa, pois o que nela se gerou é fruto do Espírito Santo.Ela dará à luz um Filho, e tu pôr-Lhe-ás o nome de Jesus, porque Ele salvará o povo dos seus pecados».Quando despertou do sono, José fez como lhe ordenara o Anjo do Senhor.

quarta-feira, março 20, 2019

Jamelão – Castigo

Cristóvão Colombo. Cristofano dell' Altissimo. Pintura.


Cristóvão Colombo (c. 1451-1506) foi um navegador, colonizador e explorador cujas viagens através do Oceano Atlântico levaram à consciência geral européia dos continentes americanos no Hemisfério Ocidental. Este retrato foi pintado meio século após a sua morte. Não há certas imagens contemporâneas do navegador, que foi apenas um entre muitos quando ele partiu em navios financiados em parte pelo dinheiro de Medici.



Ref.: https://www.wga.hu/index1.html

GUIAS. Charles Fonseca. Poesia.

GUIAS
Charles Fonseca

Hoje foi dia sem igual
rasguei papéis decenários
pendurados em claviculários
da memória e ao final

ficou aquela sensação
de nada dever ao passado
em carregar tanto atraso
neste meu trilhar mundão

trouxe dele comigo imagens
tão caras, tantos afetos,
que as guardei, novos restos
benditos na minha bagagem

até que chegue o dia,
quem sabe em fria noite
pode ser morna, a foice
a me levar cepa fica

a rebrotar pelas trilhas
nas margens dos meus herdeiros
dos meus amigos brejeiros
ou inimigos sem guias.

Alleluia: Qui Posuit (Mass for Peace)

RELÓGIO DE PONTO. Alberto da Cunha Melo. Poesia.

RELÓGIO DE PONTO
Alberto da Cunha Melo

Tudo que levamos a sério
torna-se amargo. Assim os jogos,
a poesia, todos os pássaros,
mais do que tudo: todo o amor.

De quando em quando faltaremos
a algum compromisso na Terra,
e atravessaremos os córregos
cheios de areia, após as chuvas.

Se alguma súbita alegria
retardar o nosso regresso,
um inesperado companheiro
marcará o nosso cartão.

Tudo que levamos a sério
torna-se amargo. Assim as faixas
da vitória, a própria vitória,
mais do que tudo: o próprio Céu.

De quando em quando faltaremos
a algum compromisso na Terra,
e lavaremos as pupilas
cegas com o verniz das estrelas.



NO CLUBE DOS RICOS

ELIS REGINA - CASA NO CAMPO

Blog do Charles Fonseca: Síndrome da alienação parental, o que é isso? Mari...

Clique: Blog do Charles Fonseca: Síndrome da alienação parental, o que é isso? Mari...: Síndrome da alienação parental, o que é isso? Elaborado em 07.2006. Maria Berenice Dias desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio Gra...

Trump e Bolsonaro 2 - William Waack comenta

terça-feira, março 19, 2019

AFAGOS. Charles Fonseca. Poesia.

AFAGOS
Charles Fonseca

Todos os dias são belos
só os que sonho acordado
os a dormir são o fado
inalcançado e espero

quem sabe fruir um dia
ou em fugidia noite
sob ventania em açoite
ou beira mar calmaria

assim preencho a falta
a fazer versos simplórios
musa eterna te imploro
nunca me deixes, me afaga.

Bolsonaro encontra o rumo nos EUA

Virgo Prudentissima (Assumption, Antiphon)

Trump e Bolsonaro 1 - William Waack comenta

Afrescos em Sant'Antonio, Pádua (1376-79). ALTICHIERO da Zevio.


Esta vista mostra a parede do altar da capela com a Coroação da Virgem (em cima) e a Crucificação (em baixo), bem como a parede nordeste com cenas da Vida de São Jorge. Parte da abóbada de berço, na qual os afrescos sofreram consideravelmente durante os séculos, também pode ser vista.


Ref.: https://www.wga.hu/index1.html
CASO DO VESTIDO
Carlos Drummond de Andrade

Nossa mãe, o que é aquele
vestido, naquele prego?

Minhas filhas, é o vestido
de uma dona que passou.

Passou quando, nossa mãe?
Era nossa conhecida?

Minhas filhas, boca presa.
Vosso pai evém chegando.

Nossa mãe, esse vestido
tanta renda, esse segredo!

Minhas filhas, escutai
palavras de minha boca.

Era uma dona de longe,
vosso pai enamorou-se.

E ficou tão transtornado,
se perdeu tanto de nós,

se afastou de toda vida,
se fechou, se devorou.

Chorou no prato de carne,
bebeu, gritou, me bateu,

me deixou com vosso berço,
foi para a dona de longe,

mas a dona não ligou.
Em vão o pai implorou,

dava apólice, fazenda,
dava carro, dava ouro,

beberia seu sobejo,
lamberia seu sapato.

Mas a dona nem ligou.
Então vosso pai, irado,

me pediu que lhe pedisse,
a essa dona tão perversa,

que tivesse paciência
e fosse dormir com ele...

Nossa mãe, por que chorais?
Nosso lenço vos cedemos.

Minhas filhas, vosso pai
chega ao pátio. Disfarcemos.

Nossa mãe, não escutamos
pisar de pé no degrau.

Minhas filhas, procurei
aquela mulher do demo.

E lhe roguei que aplacasse
de meu marido a vontade.

Eu não amo teu marido,
me falou ela se rindo.

Mas posso ficar com ele
se a senhora fizer gosto,

só para lhe satisfazer,
não por mim, não quero homem.

Olhei para vosso pai,
os olhos dele pediam.

Olhei para a dona ruim,
os olhos dela gozavam.

O seu vestido de renda,
de colo mui devassado,

mais mostrava que escondia
as partes da pecadora.

Eu fiz meu pelo-sinal,
me curvei... disse que sim.

Saí pensando na morte,
mas a morte não chegava.

Andei pelas cinco ruas,
passei ponte, passei rio,

visitei vossos parentes,
não comia, não falava,

tive uma febre terçã,
mas a morte não chegava.

Fiquei fora de perigo,
fiquei de cabeça branca,

perdi meus dentes, meus olhos,
costurei, lavei, fiz doce,

minhas mãos se escalavraram,
meus anéis se dispersaram,

minha corrente de ouro
pagou conta de farmácia.

Vosso pai sumiu no mundo.
O mundo é grande e pequeno.

Um dia a dona soberba
me aparece já sem nada,

pobre, desfeita, mofina,
com sua trouxa na mão.

Dona, me disse baixinho,
não te dou vosso marido,

que não sei onde ele anda.
Mas te dou este vestido,

última peça de luxo
que guardei como lembrança

daquele dia de cobra,
da maior humilhação.

Eu não tinha amor por ele,
ao depois amor pegou.

Mas então ele enjoado
confessou que só gostava

de mim como eu era dantes.
Me joguei a suas plantas,

fiz toda sorte de dengo,
no chão rocei minha cara,

me puxei pelos cabelos,
me lancei na correnteza,

me cortei de canivete,
me atirei no sumidouro,

bebi fel e gasolina,
rezei duzentas novenas,

dona, de nada valeu:
vosso marido sumiu.

Aqui trago minha roupa
que recorda meu malfeito

de ofender dona casada
pisando no seu orgulho.

Recebei esse vestido
e me dai vosso perdão.

Olhei para a cara dela,
quede os olhos cintilantes?

quede graça de sorriso,
quede colo de camélia?

quede aquela cinturinha
delgada como jeitosa?

quede pezinhos calçados
com sandálias de cetim?

Olhei muito para ela,
boca não disse palavra.

Peguei o vestido, pus
nesse prego da parede.

Ela se foi de mansinho
e já na ponta da estrada

vosso pai aparecia.
Olhou para mim em silêncio,

mal reparou no vestido
e disse apenas: Mulher,

põe mais um prato na mesa.
Eu fiz, ele se assentou,

comeu, limpou o suor,
era sempre o mesmo homem,

comia meio de lado
e nem estava mais velho.

O barulho da comida
na boca, me acalentava,

me dava uma grande paz,
um sentimento esquisito

de que tudo foi um sonho,
vestido não há... nem nada.

Minhas filhas, eis que ouço
vosso pai subindo a escada.



Que tal você ir 12 vezes por mês a Portugal na primeira classe do Boeing tendo ao lado a vizinhança de Gilmar Mendes? Ele não ronca.

Caetano Veloso - Carolina

Blog do Charles Fonseca: O FALECIDO MATTIA PASCAL. Pirandello

Clique: Blog do Charles Fonseca: O FALECIDO MATTIA PASCAL. Pirandello: O FALECIDO MATTIA PASCAL Pirandello "Cada objeto, em nós, costuma transformar-se consoante as imagens que evoca e agrupa, por assim ...

Evangelho segundo S. Mateus 1,16.18-21.24a.

Jacob gerou José, esposo de Maria, da qual nasceu Jesus, chamado Cristo.O nascimento de Jesus deu-se do seguinte modo: Maria, sua Mãe, noiva de José, antes de terem vivido em comum, encontrara-se grávida por virtude do Espírito Santo. Mas José, seu esposo, que era justo e não queria difamá-la, resolveu repudiá-la em segredo.Tinha ele assim pensado, quando lhe apareceu num sonho o Anjo do Senhor, que lhe disse: «José, filho de David, não temas receber Maria, tua esposa, pois o que nela se gerou é fruto do Espírito Santo. Ela dará à luz um Filho, e tu pôr-Lhe-ás o nome de Jesus, porque Ele salvará o povo dos seus pecados». Quando despertou do sono, José fez como lhe ordenara o Anjo do Senhor.

Blog do Charles Fonseca: Nelson Gonçalves - Carlos Gardel. Música

Clique:Blog do Charles Fonseca: Nelson Gonçalves - Carlos Gardel. Música

segunda-feira, março 18, 2019

TIMÃO. Charles Fonseca. Poesia.

TIMÃO
Charles Fonseca

De que foge o jovem calado
onde procura socorro em torno
o que achou volta ao renovo
do seu passado não enterrado

só o que não foi repensado
foi recalcado fantasia
sublima errado agonia
parece feliz, pobre coitado,

assim é assim será vão
aqui tá fundo aqui tá raso
vau ou perau barco furado
rodopia nau sem timão

Kate Ryan - La Promesse com Legenda em PT e FR

Benedicta Es Tu (Immaculate Conception, Gradual)

História da Igreja Católica. 13

13. Perseguições do 2º século - a gesta dos mártires Os Antoninos, Adriano (117-138), Antonino Pio (138-161) e Marco Aurélio (161-180) não fizeram mudanças na legislação anticristã. Esporadicamente eclodiam novas perseguições e a Igreja ganhava novos mártires. Muitas vezes era a turba que, fanatizada, levada pela inveja ou pelo patriotismo, denunciava e entregava os cristãos ao poder público. Na Gália temos os mártires de Lyon, em 177. Uma revolta popular arrastou para a morte cinqüenta cristãos, entre eles Potino, o bispo, que contava na ocasião 90 anos, o diácono Sanctus e a escrava Blandina. Esta última suportou com incrível coragem inúmeros tormentos antes de entrar no repouso de Cristo. Depois de queimarem os corpos dos mártires, lançaram suas cinzas no Ródano. Os algozes comentavam, em tom de zombaria: "Vejamos se agora o seu Deus os ressuscita". Em Roma temos a pequena Cecília. Jovem, de família nobre, quis consagrar-se a Cristo e fez voto de virgindade. O cutelo do carrasco precisou ser usado várias vezes antes de conseguir tirar-lhe a vida. Também muitos papas morreram mártires ao longo do século II. Em Scili, na África, doze fiéis foram presos. O interrogatório ao qual foram submetidos ficou registrado para a História. Todos receberam a coroa do martírio. Não se deve imaginar, no entanto, que os mártires não tinham medo das torturas e da morte. Muitos cristãos preferiram renegar a própria fé, caindo na apostasia, a morrer por Cristo. Porém, "o sangue dos mártires é semente de cristãos" (Tertuliano). A coragem dos que preferiam o Senhor à própria vida ajudava na propagação da fé."


Leia mais em: https://www.bibliacatolica.com.br/historia-da-igreja/13/

DANDARA. Iracema Macedo. Poesia.

DANDARA
Iracema Macedo

Eu só acreditava em Drummond:
o amor chega tarde
Não conhecia o amor que fulgura sem aviso
esse que se sabe proibido
o amor que já se sabe perdido desde o início
Eu não acreditava no impossível
vinha tão sóbria, tão cheia de medidas
não conhecia o esplendor da queda
nem a violência dos abismos



SUJOS. Charles Fonseca. Poesia.

SUJOS
Charles Fonseca

Nesta terra de brasilis
onde canta o sabiá
sabia não ia faltar
bandidos à farta milis

em todos os seus poderes
do município aos palácios
de brasília os capachos
todos sujos, só haveres.

A família medieval

Blog do Charles Fonseca: Ne me quitte pas.

Clique:Blog do Charles Fonseca: Ne me quitte pas.

Carinhoso (Pixinguinha) - Orlando Silva

GOZOSOS. Charles Fonseca. Poesia.

GOZOSOS
Charles Fonseca

Longe de ti em meu corpo físico
tu no meu na imagem surreal
tanta a emoção que sem igual
pra tanto amor em mim um tanto tísico

fico a pensar como é bom
estar distante em fogo lento
a crepitar sozinho ao relento
à espera do teu no mesmo tom

vamos a viver assim saudosos
até que subam labaredas
abrace as tuas macias tetas
do norte em ti, ao sul gozosos.

domingo, março 17, 2019

Lindos


Depois do tiro na Lava Jato um churrasco

Gaudeamus Omnes (All Saints, Introit)

O ataque de Gilmar Mendes a Deltan Dallagnol

INFERNO. Dante Alighieri. Poesia.

INFERNO
Dante Alighieri

CANTO I (trecho inicial)


No meio do caminho desta vida
me vi perdido numa selva escura,
solitário, sem sol e sem saída.

Ah, como armar no ar uma figura
desta selva selvagem, dura, forte,
que, só de eu a pensar, me desfigura?

É quase tão amargo como a morte;
mas para expor o bem que encontrei,
outros dados darei da minha sorte.

Não me recordo ao certo como entrei,
tomado de uma sonolência estranha,
quando a vera vereda abandonei.

Sei que cheguei ao pé de uma montanha,
lá onde aquele vale se extinguia,
que me deixara em solidão tamanha,

e vi que o ombro do monte aparecia
vestido já dos raios do planeta
que a toda gente pela estrada guia.

Então a angústia se calou, secreta,
lá no lago do peito onde imergira
a noite que tomou minha alma inquieta;

e como náufrago, depois que aspira
o ar, abraçado à areia, redivivo,
vira-se ao mar e longamente mira,

o meu ânimo, ainda fugitivo,
voltou a contemplar aquele espaço
que nunca ultrapassou um homem vivo.


(...)



7 Fatos sobre suicídio | Psiquiatra Fernando Fernandes

A SILVANA. Charles Fonseca. Poesia.

A SILVANA
Charles Fonseca

Parabéns pra você muito amada
para os pais por consequência
de te acolher na adolescência
desde a tua vida chegada

parabéns pelos que recebeste
que sejam acolhidos também
desde sempre e até mais além
junto aos teus na outra vida celeste.

Evangelho segundo S. Lucas 9,28b-36.

Naquele tempo, Jesus tomou consigo Pedro, João e Tiago e subiu ao monte, para orar.
Enquanto orava, alterou-se o aspeto do seu rosto e as suas vestes ficaram de uma brancura refulgente.
Dois homens falavam com Ele: eram Moisés e Elias,
que, tendo aparecido em glória, falavam da morte de Jesus, que ia consumar-se em Jerusalém.
Pedro e os companheiros estavam a cair de sono; mas, despertando, viram a glória de Jesus e os dois homens que estavam com Ele.
Quando estes se iam afastando, Pedro disse a Jesus: «Mestre, como é bom estarmos aqui! Façamos três tendas: uma para Ti, outra para Moisés e outra para Elias». Não sabia o que estava a dizer.
Enquanto assim falava, veio uma nuvem que os cobriu com a sua sombra; e eles ficaram cheios de medo, ao entrarem na nuvem.
Da nuvem saiu uma voz, que dizia: «Este é o meu Filho, o meu Eleito: escutai-O».
Quando a voz se fez ouvir, Jesus ficou sozinho. Os discípulos guardaram silêncio e, naqueles dias, a ninguém contaram nada do que tinham visto.

Sergio Reis - Canoeiro

Ai que saudades que tenho!

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sábado, março 16, 2019

Caetano Veloso - Cancão De Amor

AUTORAMA. Charles Fonseca. Poesia.

AUTORAMA
Charles Fonseca

Uma senhora encurvada
um casal petit gateau
a trocar juras de amor
outra a face empinada

passa agora uma ruiva
uma mãe bebê ao colo
quero mamar se não choro
uma morena tatoo

que se passa nestes peitos
quem esconde o seu drama
neste shopping autorama
coraçao jogado ao eito?

In Medio Ecclesiae (Common of Doctors, Introit)

DEPOIS EU CONTO Charles Fonseca

DEPOIS EU CONTO
Charles Fonseca

Joguei fora pasta rosa
sintoma de clã ausente
lá do passado fui crente
d'um incrível arquivo prosa

morei num sobrado rosa
sede de um assassinato
mal assombrado passado
uma puta vaidosa

ali fazia seu ponto
uma potranca mísera
roubava até a víscera
desta depois eu conto.

A paciência é a companheira da sabedoria

Lindos


Blog do Charles Fonseca: Em tempos de guerra. Goya.

Clique:Blog do Charles Fonseca: Em tempos de guerra. Goya.

Lindo

AS PALAVRAS. Eugénio de Andrade. Poesia.

AS PALAVRAS
Eugénio de Andrade

São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.

Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam;
barcos ou beijos,
as águas estremecem.

Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.

Quem as escuta? Quem
as recolhe, assim,
cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?



Blog do Charles Fonseca: Mireille Mathieu canta La marseillaise. Hino nacio...

Clique:Blog do Charles Fonseca: Mireille Mathieu canta La marseillaise. Hino nacio...

Evangelho segundo S. Mateus 5,43-48.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Ouvistes que foi dito: "Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo".Eu, porém, digo-vos: Amai os vossos inimigos e orai por aqueles que vos perseguem,para serdes filhos do vosso Pai que está nos Céus; pois Ele faz nascer o sol sobre bons e maus e chover sobre justos e injustos.Se amardes aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Não fazem a mesma coisa os publicanos?E se saudardes apenas os vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Não o fazem também os pagãos?Portanto, sede perfeitos, como o vosso Pai celeste é perfeito»

sexta-feira, março 15, 2019

O império da toga

Quem está ouvindo pouco também deve consultar o neurologista

Lindo

Evangelho segundo S. Mateus 5,20-26.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Se a vossa justiça não superar a dos escribas e fariseus, não entrareis no reino dos Céus.Ouvistes que foi dito aos antigos: "Não matarás; quem matar será submetido a julgamento".Eu, porém, digo-vos: Todo aquele que se irar contra o seu irmão será submetido a julgamento. Quem chamar imbecil a seu irmão será submetido ao Sinédrio, e quem lhe chamar louco será submetido à geena de fogo.Portanto, se fores apresentar a tua oferta ao altar e ali te recordares que o teu irmão tem alguma coisa contra ti,deixa lá a tua oferta diante do altar, vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão e vem depois apresentar a tua oferta.Reconcilia-te com o teu adversário, enquanto vais com ele a caminho, não seja caso que te entregue ao juiz, o juiz ao guarda, e sejas metido na prisão.Em verdade te digo: Não sairás de lá, enquanto não pagares o último centavo».

A CAMISOLA DO DIA NELSON GONÇALVES HD 1080

FAZ DE CONTA. Charles Fonseca. Poesia.

FAZ DE CONTA
Charles Fonseca

Me escondem um assassino
morre em mim a certeza
de o saber, que tristeza,
eu sei, não sou asinino,

escondem por caridade
uma cortina silêncio
e tudo por um convênio
me livram já tenho idade

de não querer confissões
já alcancei por idade
esquecer por piedade
um faz de conta em senões.

Cristo na cruz entre Maria e São João. ALTDORFER, Albrecht. Pintura.


Keeling em oração sob a cruz são as pequenas figuras do casal desconhecido que doou este painel de crucificação, que teria pendurado acima da tumba da família em uma igreja ou claustro de Regensburg. Aos pés da cruz, onde em outras obras desse tipo se encontra o crânio de Adão, que se diz ter sido enterrado no Gólgota e cujos pecados Cristo expia pela sua morte, é o seu brasão de armas, com um hexagrama. De cada lado de Cristo, que não é representado de maneira idealizada, mas com os sinais de seus ferimentos, a paisagem se estende para longe.



Ref.: https://www.wga.hu/index1.html

TRÉGUA. Charles Fonseca. Poesia.

TRÉGUA
Charles Fonseca

Já versei sobre a varanda
o meu pai disse também
quero morrer o além
é melhor que este drama

não, meu pai de bondade,
a viver ainda há muito
não agora tu defunto,
longe o mar, te quero em idade

de ver netos bisnetos
a ti prestando homenagem
mais que eu meio à voragem
alegria não me negue;

lembranças filtradas em névoa
de todos os naipes de cores
dias felizes, de horrores,
destes, enfim, quero trégua.

Vocem Jucunditatis (Fifth Sunday after Easter, Introit)

AO MENOS. Charles Fonseca. Poesia.

AO MENOS
Charles Fonseca

Cada vez mais pareço com o pai
um tanto atrasado podia ser antes
a lhe retribuir muito e mais diante
de tanta ternura bondade paz

cada vez menos sou completo em tudo
muito queria deixei já para trás
jaz cada vez mais ódio quero a paz
só teu amor desejo contudo

o pouco que me deres já é pleno
olhar, toque, abraço, beijo,
o que vier a mais também almejo
verso vai-te, espero ao menos.

quinta-feira, março 14, 2019

O JOGO. Charles Fonseca. Poesia.

O JOGO
Charles Fonseca

Tu que o viste em palácios
em castelos de cartas no ar
no encandeado ao luar
fundo do céu azul em posfácio

digo a ti, tudo ilusão,
a doirar imagem vil metal
ao desalento tudo ao final
louco jogo, os pés pelas mãos.

Os avós nunca morrem, tornam-se invisíveis e dormem para sempre nas profundezas do nosso coração.

Uriel em pé ao sol. Washington Allston. Pintura.


Pintor e escritor americano, considerado a mais importante personalidade artística da primeira geração do romantismo nos EUA. Samuel Taylor Coleridge, que o conheceu em Roma e cujo retrato Allston pintou (National Portrait Gallery, Londres), o considerou "um homem de ... alto e raro gênio ... se eu o contemplo no caráter de um Poeta, um Pintor, ou um analista filosófico.

Filho de uma proeminente plantação de descendência inglesa na Carolina do Sul, ele começou a desenhar por volta dos seis anos e mudou-se para a casa de seu tio em Newport, RI, aos oito anos de idade. Lá, ele entrou em contato com o pintor de retratos Samuel King, mas foram os retratos expostos de Robert Edge Pine que lhe ofereceram modelos inspiradores de vitrificação e coloração.

Allston passou sua vida trabalhando em Boston, além de duas longas visitas à Europa: durante a primeira, de 1801 a 1808, estudou com Benjamin West na Royal Academy, visitando depois a França com John Vanderlyn; a segunda estadia na Inglaterra foi de 1811 a 1818. Até c. 1818 seu romantismo expressou-se no grandioso e dramático, e suas grandes telas exploraram os aspectos misteriosos, monumentais e terríveis da natureza {The Rising of a Thunderstorm at Sea, Museu de Belas Artes, Boston, 1804). Em seu período posterior, ele foi um precursor da tendência subjetiva e visionária na pintura de paisagem americana, que se baseava mais no humor e no devaneio do que na observação ou no drama, como em sua famosa Paisagem ao Luar (Museum of Fine Arts, Boston, 1819). Através de seu pupilo Morse esse tipo de pintura de paisagem tornou-se indígena para os EUA.

Os escritos de Allston incluíam poesia, um romance gótico intitulado Monaldi (1841) e o postumamente publicado Lectures on Art (1850).



Ref.: https://www.wga.hu/index1.html

Quem mandou matar Marielle e Bolsonaro?

Blog do Charles Fonseca: A falta de justiça. Ruy Barbosa. Prosa.

Clique:Blog do Charles Fonseca: A falta de justiça. Ruy Barbosa. Prosa.: VERGONHA "A falta de justiça, Srs. Senadores, é o grande mal da nossa terra, o mal dos males, a origem de todas as nossas infelicidade...

quarta-feira, março 13, 2019

FEIRA DA FODA. Charles Fonseca. Poesia.

FEIRA DA FODA
Charles Fonseca

Não vou à feira da foda
tão comum em Portugal
prefiro algo frugal
no escurinho na porta

da cozinha do banheiro
porta da rua janela
nós dois e eu em ela,
ela em mim baixo chuveiro

beira mar ou Alagoas
no sertão ladeira acima
ela sabe, sobe, empina,
desmaios nós dois à toa.

A CAROCHINHA. Charles Fonseca. Poesia.

A CAROCHINHA
Charles Fonseca

Uma voz enternecida
suave doce melosa
conta estória primosa
caridade primitiva

daquela de antigos cristãos
antes do capitalismo
industrial, joio e trigo,
agora oremos irmãos

pelos irmãos retardados
também inocentes úteis
de saber docente fúteis
também nossos paus mandados.

5 Fatos sobre Medicações psiquiátricas | Psiquiatra Fernando Fernandes

À MEIA. Charles Fonseca. Poesia.

À MEIA
Charles Fonseca

Esta rosa de tez negra
ofereço às matrizes
mães de leite nutrizes
filhos brancos bancos meia

Que fizeram das iaiás
filhas do branco opressor
parceiras do mais amor,
mulheres vindas da África.

Nelson Gonçalves- Caminhemos

Alleluia: Dominus in Sina (Ascension)

O Gordo e o Magro Dublado(AIC) Noite de Paz(Herança Assombrada)[restaurado]

Não é por coincidência que o pai do filho pródigo não o era.

terça-feira, março 12, 2019

Judith with the Head of Holofernes. ALLORI, Cristofano


Judith com o chefe de Holofernes foi descrito como o mais célebre de todas as imagens de seicento florentino. Existe em numerosas versões, sendo a mais conhecida a que no Palazzo Pitti, Florença, pintou para o Grão-Duque Cosimo II. A primazia da versão na Coleção Real, no entanto, depende principalmente da vivacidade da caracterização, do frescor da coloração e das numerosas mudanças efetuadas durante o curso da pintura, mesmo depois de vários desenhos preparatórios terem sido feitos. Muitas dessas mudanças são visíveis a olho nu e estão de acordo com as primeiras descrições dos métodos de trabalho de Allori. Em contrapartida, a versão no Palazzo Pitti é mais flexível e mais segura, como resultado de seguir um design estabelecido.

A reputação da pintura é derivada do aspecto autobiográfico do tratamento do sujeito, conforme relatado por Filippo Baldinucci (1625-96) em seu "Notizie de 'professori del disegno da Cimabue in qua". Baldinucci registra que Allori era essencialmente um libertino que era dado a ataques ocasionais de piedade. Quanto ao assunto do quadro atual, ele afirma que a figura de Judith é um retrato do amante dos pintores, Maria di Giovanni Mazzafirri (falecido em 1617), conhecido como 'La Mazzafirra', que as características do servo são as da mãe de La Mazzafirra, e que o chefe dos Holofernes decapitados é um auto-retrato do artista. Em essência, a composição comemora uma ligação infeliz e simboliza o sofrimento que Allori experimentou nas mãos de La Mazzafirra.

A história da heroína judia Judith, que salva as pessoas da sua cidade, os habitantes de Bethul, cortando a cabeça do general assírio Holofernes, está registrada no Livro de Judith, encontrado em Os apócrifos. O assunto era frequentemente representado, às vezes como uma narrativa direta, às vezes com um significado alegórico (geralmente político). O duplo sentido da pintura de Allori é confirmado por um poema de Giovanbattista Marino (La Galena, 1619), escrito em Paris, onde ele viu uma das versões. Marino escreve que Holofernes é morto duas vezes, primeiro pelos dardos de Cupido e depois pela espada. É um tema que continua na literatura, certamente até La Belle Dame sans Merci, de John Keats. As artistas femininas Lavinia Fontana e Artemisia Gentileschi se descreveram como Judith, e há um elemento autobiográfico na Judith por Jacopo Ligozzi de 1602 (Florença, Palazzo Pitti). Oportunidades semelhantes surgiram no tratamento dos temas de David e Salomé. Caravaggio, por exemplo, no Davi e em Golias, datado de 1605-06 (Roma, Galleria Borghese), usou suas próprias feições para a cabeça de Golias. Esta última é uma composição que Allori conhecia.


Ref.: https://www.wga.hu/index1.html

O CHARCO. Charles Fonseca. Poesia.

O CHARCO
Charles Fonseca

Parte dos eventos são bobos
também os nossos pensamentos
pré reflexivos tormentos
quer em palácios ou toldos

os gozosos ora são parcos
raros os que nos elevam
mais ainda os que nos levam
ao além do infinito. O charco.

MILTON NASCIMENTO " CALIX BENTO "

O urso e a raposa. Esopo.

O urso e a raposa
Um urso passava o tempo contando como gostava dos homens.
- Não vou lá perturbar nem estraçalhar os homens - disse ele.
A raposa respondeu com um sorriso:
- Eu ia ficar mais convencida com sua bondade se você não comesse eles vivos!

Moral da Estória:
Mais vale ter pena dos vivos do que respeito com os mortos.

Esopo

Soneto do amor total Vinicius de Moraes

Ad Te Levavi (First Sunday of Advent, Introit)

Blog do Charles Fonseca: O estudante de física. Charles Fonseca. Prosa.

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As Caras do Governo - William Waack comenta

PIEDADE. Charles Fonseca. Poesia.

PIEDADE
Charles Fonseca

Uma dama em negra veste
se recolhe a meditar
o que perdeu o que virá
o que fica, a noite desce,

de si própria tem saudade
tem dó de si e do outro
em transtorno, há retorno,
ida ou volta, piedade?

segunda-feira, março 11, 2019

Nada tenho a te mandar a não ser uma noite boa sonhos dourados à toa barco em remanso. Luar.

SÓ AGORA. Charles Fonseca. Poesia.

SÓ AGORA
Charles Fonseca

Foi tanta a sua loucura
que agarrei a suicida
desta pra outra vida
vate silente augura

muitos anos adiante
ver que ainda há progresso
no haver, agora verso,
mais que dever a jusante

desta vida que é qual rio
que tem a sua nascente
chega ao mar e depoente
tem seu leito. Agora eu rio.

Blog do Charles Fonseca: Michelangelo. Pintura.

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TRÉGUA. Charles Fonseca. Poesia.

TRÉGUA
Charles Fonseca

Já versei sobre a varanda
o meu pai disse também
quero morrer o além
é melhor que este drama

não, meu pai de bondade,
a viver ainda há muito
não agora tu defunto,
longe o mar, te quero em idade

de ver netos bisnetos
a ti prestando homenagem
mais que eu meio à voragem
alegria não me negue;

lembranças filtradas em névoa
de todos os naipes de cores
dias felizes, de horrores,
destes, enfim, quero trégua.



L'investiture de Thomas Becket en 1162

CAFE SOCIETY JORGE VEIGA

domingo, março 10, 2019

RECONVEXO. Charles Fonseca. Poesia.

RECONVEXO
Charles Fonseca

Como pôde ter um lar
concorde com os desenganos
estando em tantos planos
e mesmo assim ser feliz lá?

como pôde ser estágio
de uma vida ser um terço
tantos frutos em apreço
ao final foi fogo fátuo?

pôde como ser reverso
de um sonho em vivo morto
morto e vivo noutro em torno
de motivo reconvexo?

Aula de Francês #01 | Francês Básico

O SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO

O SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO

1601. «O pacto matrimonial, pelo qual o homem e a mulher constituem entre si a comunhão íntima de toda a vida, ordenado por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à procriação e educação da prole, entre os baptizados foi elevado por Cristo Senhor à dignidade de sacramento» (93) .

I. O matrimónio no desígnio de Deus

1602. A Sagrada Escritura começa pela criação do homem e da mulher, à imagem e semelhança de Deus (94), e termina com a visão das «núpcias do Cordeiro» (Ap 19, 9) (95). Do princípio ao fim, a Escritura fala do matrimónio e do seu «mistério», da sua instituição e do sentido que Deus lhe deu, da sua origem e da sua finalidade, das suas diversas realizações ao longo da história da salvação, das suas dificuldades nascidas do pecado e da sua renovação «no Senhor» (1 Cor 7, 39), na Nova Aliança de Cristo e da Igreja (96).

O MATRIMÓNIO NA ORDEM DA CRIAÇÃO

1603. «A íntima comunidade da vida e do amor conjugal foi fundada pelo Criador e dotada de leis próprias [...]. O próprio Deus é o autor do matrimónio» (97). A vocação para o matrimónio está inscrita na própria natureza do homem e da mulher, tais como saíram das mãos do Criador. O matrimónio não é uma instituição puramente humana, apesar das numerosas variações a que esteve sujeito no decorrer dos séculos, nas diferentes culturas, estruturas sociais e atitudes espirituais. Tais diversidades não devem fazer esquecer os traços comuns e permanentes. Muito embora a dignidade desta instituição nem sempre e nem por toda a parte transpareça com a mesma clareza (98), existe, no entanto, em todas as culturas, um certo sentido da grandeza da união matrimonial. Porque «a saúde da pessoa e da sociedade está estreitamente ligada a uma situação feliz da comunidade conjugal e familiar» (99).

1604. Deus, que criou o homem por amor, também o chamou ao amor, vocação fundamental e inata de todo o ser humano. Porque o homem foi criado à imagem e semelhança de Deus (100) que é amor (1 Jo 4, 8.16). Tendo-os Deus criado homem e mulher, o amor mútuo dos dois torna-se imagem do amor absoluto e indefectível com que Deus ama o homem. É bom, muito bom, aos olhos do Criador (101). E este amor, que Deus abençoa, está destinado a ser fecundo e a realizar-se na obra comum do cuidado da criação: «Deus abençoou-os e disse-lhes: "Sede fecundos e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a"» (Gn 1, 28).

1605. Que o homem e a mulher tenham sido criados um para o outro, afirma-o a Sagrada Escritura: «Não é bom que o homem esteja só» (Gn 2, 18). A mulher, «carne da sua carne» (102), isto é, sua igual, a criatura mais parecida com ele, é-lhe dada por Deus como uma ,auxiliar» (103), representando assim aquele «Deus que é o nosso auxílio» (104). «Por esse motivo, o homem deixará o pai e a mãe, para se unir à sua mulher: e os dois serão uma só carne» (Gn 2, 24). Que isto significa uma unidade indefectível das duas vidas, o próprio Senhor o mostra, ao lembrar qual foi, «no princípio», o desígnio do Criador (105): «Portanto, já não são dois, mas uma só carne» (Mt 19, 6).


Catecismo

Roberto Carlos - Café da Manhã (Vídeo Ao Vivo)

Blog do Charles Fonseca: CABELOS BRANCOS - SILVIO CALDAS E OS BOÊMIOS DA CI...

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Qui Sedes Domine (Third Sunday of Advent, Gradual)

Globo Rural – Edição de 10/03/2019

EP 2 - O Teatro das Tesouras | 1994

Blog do Charles Fonseca: Paulinho da Viola - Foi Um Rio Que Passou Em Minha...

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The Banquet of Syphax. Pintura.


O Banquete de Syphax, de Allori, está localizado na longa parede do Salone, que contém O Retorno de Cícero, de Franciabigio, a Roma. Allori colocou o evento em um grande salão com colunas que se abre para uma paisagem. Ele talvez tenha encontrado sua inspiração na pintura veneziana, em particular, nas representações de banquetes de Paolo Veronese.

Syphax era um rei da antiga tribo númida Masaesyli da Numídia Ocidental durante o último quartel do século III aC. Sua história é contada em Liv's Ab Urbe Condita (escrito de 27 a 25 aC). Em seu vigésimo oitavo livro, Livy registra que Cipião, vindo de Cartago, ficou surpreso ao encontrar Asdrúbal, que se retirara da Espanha antes dos romanos, na corte do príncipe Syphax, da Numídia. Seu anfitrião ficou lisonjeado por ambos os combatentes terem procurado seu apoio. Ele convidou Cipião e Asdrúbal para compartilhar uma refeição, onde a cena retratada por Allori ocorreu. Os dois inimigos amargos tomaram sua refeição no mesmo triclínio.



Ref.: https://www.wga.hu/index1.html

Evangelho segundo S. Lucas 4,1

Naquele tempo, Jesus, cheio do Espírito Santo, retirou-Se das margens do Jordão.
Durante quarenta dias, esteve no deserto, conduzido pelo Espírito, e foi tentado pelo Diabo. Nesses dias não comeu nada e, passado esse tempo, sentiu fome.
O Diabo disse-lhe: «Se és Filho de Deus, manda a esta pedra que se transforme em pão».
Jesus respondeu-lhe: «Está escrito: ‘Nem só de pão vive o homem’».
O Diabo levou-O a um lugar alto e mostrou-Lhe num instante todos os reinos da terra
e disse-Lhe: «Eu Te darei todo este poder e a glória destes reinos, porque me foram confiados e os dou a quem eu quiser.
Se Te prostrares diante de mim, tudo será teu».
Jesus respondeu-lhe: «Está escrito: ‘Ao Senhor teu Deus adorarás, só a Ele prestarás culto’».
Então o Diabo levou-O a Jerusalém, colocou-O sobre o pináculo do templo e disse-Lhe: «Se és Filho de Deus, atira-Te daqui abaixo,
porque está escrito: ‘Ele dará ordens aos seus Anjos a teu respeito, para que Te guardem’;
e ainda: ‘Na palma das mãos te levarão, para que não tropeces em alguma pedra’».
Jesus respondeu-lhe: «Está mandado: ‘Não tentarás o Senhor teu Deus’».
Então o Diabo, tendo terminado toda a espécie de tentação, retirou-se da presença de Jesus, até certo tempo.

"E agora, que faço eu da vida sem você? Você não me ensinou a te esquecer. Você só me ensinou a te querer e te querendo eu vou tentando te encontrar"

sábado, março 09, 2019

1 Erro Clássico de Quem Aprende Francês Sozinho

GÊNIO DO CRISTIANISMO - OS PARADOXOS DO CRISTIANISMO

Nikolaiev, o Adélio de Stalin

Populus Sion (Second Sunday of Advent, Introit)

Evangelho segundo S. Lucas 5,27-32.

Naquele tempo, Jesus viu um publicano chamado Levi, sentado no posto de cobrança, e disse-lhe: «Segue-Me».
Ele, deixando tudo, levantou-se e seguiu Jesus.
Levi ofereceu-lhe um grande banquete em sua casa. Havia grande número de publicanos e de outras pessoas com eles à mesa.
Os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo aos discípulos: «Porque comeis e bebeis com os publicanos e os pecadores?»
Então Jesus, tomando a palavra, disse-lhes: «Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes.
Eu não vim chamar os justos, vim chamar os pecadores, para que se arrependam».

Francês Analisa Bradley Cooper Falando em Francês | Jérôme Guinet

Assumption of the Virgin. Pintura.


Nascido em Correggio, uma pequena cidade equidistante entre Mântua e Parma, no norte da Itália, de onde tira seu nome, Antonio Allegri é agora talvez o menos conhecido dos grandes pintores do Renascimento italiano. Suas obras mais importantes - abóbadas e cúpulas inovadoras e muitos retábulos - permanecem em Parma, a cidade natal de seu seguidor, Parmigianino. Apenas um número relativamente pequeno de outras imagens religiosas, dois quadros alegóricos e seis pinturas eróticas do artista sobre temas mitológicos - incluindo "A Escola do Amor" - para Federigo II Gonzaga, Senhor de Mântua, entraram em grandes museus europeus. Se um pintor tão talentoso e influente como Correggio foi empregado em um centro artístico mais autoconsciente e autopublicado, como Florença ou Roma, ele certamente teria sido melhor documentado em sua vida. Se Parma ainda estivesse na rota turística, como era no século mais agradável do Grande Turismo, ele poderia ser mais conhecido hoje. Poucos dos milhões de visitantes a Roma agora percebem, por exemplo, que a grande cúpula barroca e as abóbadas das igrejas da cidade, inundadas de luz celestial e multidão de santos e anjos, emulam os afrescos de Correggio de cem anos antes, através da agência de Lanfranco, um pintor de Parma. Igualmente, a sensualidade lúdica da arte rococó do século XVIII deve muito às pinturas de cavalete de Correggio nas coleções reais francesas.

O afresco da Assunção da Virgem na cúpula da catedral de Parma marca o culminar da carreira de Correggio como pintor de murais. Este afresco (uma pintura em gesso com pigmentos solúveis em água) antecipa o estilo barroco da pintura do teto dramaticamente ilusionista. Toda a superfície arquitetônica é tratada como uma única unidade pictórica de vastas proporções, igualando a cúpula da igreja à abóbada celeste. A maneira realista como as figuras nas nuvens parecem se projetar no espaço dos espectadores é um uso audacioso e surpreendente para o tempo do escorço.


Ref.: https://www.wga.hu/index1.html

Blog do Charles Fonseca: Poly e Seu Conjunto - Cabeça Inchada. Luiz Gonzaga...

Clique:Blog do Charles Fonseca: Poly e Seu Conjunto - Cabeça Inchada. Luiz Gonzaga...: Cabeça Inchada Luiz Gonzaga Eu tou doente, morena Doente eu tou, morena } bis Cabeça inchada, morena Ôi, ôi, ôi Ai morena Moreninh...

O MAIS ALÉM. Charles Fonseca. Poesia.

O MAIS ALÉM
Charles Fonseca

Há uma vida mais que dinâmica
ou seu polo oposto estática
e assim em corda elástica
desfilam lutas titânicas

também acertos covardes
outros adjetivos em mil
desde a criança gentil
té o idoso avançado

e assim o desejo em todos
dispõe seu vasto império
reversões ao desidério
sábios nuns tolhindo os tolos

nestes só a imanência
o deixa pra lá que é que tem,
naqueles o querer bem
belo, justo, transcendência.

O Gordo e o Magro - Silêncio, Hospital! (1932)

Como Lula desperdiçou a chance do Brasil?

PERCURSO DA AUSÊNCIA. Gilberto Nable.Poesia.

PERCURSO DA AUSÊNCIA
Gilberto Nable

III

Para Abgar Renault

Vejo-o ali,
frente ao muro escuro,
onde nascem escorpiões
e andorinhas.

Está ali,
descalço na rua luminosa,
sob o céu claro da infância.

Mas não sou eu.
Esse menino é um outro:
conhece trilhas, passarinhos,
e viu montanhas e lírios vermelhos.

(Nos ninhos de pedra,
as andorinhas sonham
com meninos distantes,
e doces libélulas.)

Arquivo cruel é a memória,
e nela estamos presos
como numa armadilha;

a ver por detrás das vidraças,
embaçadas pelo hálito,
as mesmas, eternas andorinhas,
mortas há trinta anos.



Blog do Charles Fonseca: Gauguin. Pintura.

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sexta-feira, março 08, 2019

PELÉ • Melhores Gols, Dribles e Passes

Qual a ORIGEM do ESQUERDISMO???

Brigas - Altemar Dutra e Cauby

A música sacra na liturgia

Rorate Caeli (Fourth Sunday of Advent, Introit)

Blog do Charles Fonseca: Os apaixonados. Picasso. Pintura.

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NA VARANDA FRONTEIRA AO CLAUSTRO DE S. BÁRBARA. Nuno Garcia Lopes.

NA VARANDA FRONTEIRA AO CLAUSTRO DE S. BÁRBARA
Nuno Garcia Lopes

os homens que edificaram o templo,
se homens terão sido e não alados enviados
[ de deus,
trabalhavam sem rede e só o acaso de
[ conhecerem leonardo
lhes terá sugerido a prática montagem de
[ andaimes metálicos.
e todavia conceberam do seu próprio sémen
Ia fameuse fenêtre manueline
de que falam com fascínio os turistas franceses
que agora a envolvem.
alheios à universalidade desta janela invertida,
feita para olhar de fora para dentro e entrever
[ a alma,
os anjos afadigam-se no telhado fronteiro
que hão de impermeabilizar p'ra que nenhum
fluido demoníaco ouse atravessar tão sagrados
[ muros.



FLORES DE AÇO

EMOÇÃO. Charles Fonseca. Poesia.

EMOÇÃO
Charles Fonseca

Deixo em breve o Brasil
vou embora ao Canadá
aqui deu o que lá não dá
deixo frutos três por mil

vou embora ao Canadá
esperar quem sabe um neto
venha logo lindo e presto
já espero devagar

na minha imaginação
o quarto talvez Brasília
venham já, estribilha,
este bardo emoção.

Mesmo com oposição fraca, Governo não consegue governar | #MarcoAntonioV...

quinta-feira, março 07, 2019

RODOPIOS. Charles Fonseca. Poesia.

RODOPIOS
Charles Fonseca

Agora é tarde a noite desce
se foi o dia com seus enganos
restos diurnos excitam sonhos
em fantasia desejo cresce

para enganar o superego
dançar a valsa quem sabe um tango
em rodopios beijar-te tanto
todo o teu corpo a ti me entrego.

A casa - Vinicius de Moraes (videoclipe)

TEMPO DE SILÊNCIO. Alexandre Bonafim. Poesia.

TEMPO DE SILÊNCIO
Alexandre Bonafim

Era o tempo do silêncio.
Com toda a paciência
a hora amadureceu
a ausência dos pássaros
a serenidade das árvores.
Crianças desataram
os nós dos ventos.
Crisântemos choraram
sob as crinas do tempo.
Era a hora da despedida.
Com todo o cuidado
ele acariciou-lhe o rosto
beijou-lhe os olhos.
Ele a abraçou
como quem acalanta
nos braços
um recém-nascido.
Era o tempo do ocaso.
Namorados colheram
os sorrisos da tarde.
Frutos tombaram
sobre as lágrimas da terra.
Era a hora do amadurecimento.
Com toda a ternura
ele desprendeu-se
daqueles cabelos de jasmim
desatou-se
daquele corpo de orvalho.
Ele despediu-se
de sua própria face
disse adeus ao próprio nome
e desnudo de si mesmo
afastou-se em direção ao outono
perdeu-se na amplidão
sem sequer voltar-lhe o rosto.
Era o tempo do silêncio.





Administrar implica o ônus da decisão

PARA QUE SERVE A VENLAFAXINA

Luiz Gonzaga - Boiadeiro


Vai, boiadeiro, que a noite já vem
Guarda o teu gado
E vai pra junto do teu bem
De manhãzinha quando eu sigo pela estrada
Minha boiada pra invernada eu vou levar
São dez cabeças, é muito pouco, é quase nada
Mas num tem outras mais bonitas no lugar
Vai, boiadeiro, que o dia já vem
Leva o teu gado
E vai pensando no teu bem
De tardezinha quando eu venho pela estrada
A fiarada tá todinha a me esperar
São dez "filhim", é muito pouco, é quase nada
Mas num tem outros mais bonitos no lugar
Vai, boiadeiro, que a tarde já vem
Leva o teu gado
E vai pensando no teu bem
E quando eu chego na cancela da morada
Minha Rosinha vem correndo me abraçar
É pequenina, é miudinha, é quase nada
Mas num tem outra mais bonita no lugar
Vai, boiadeiro, que a noite já vem...
Guarda o teu gado
E vai pra junto do teu bem

A felicidade

Flui do nosso almejo pelo sagrado, assim como do nosso desejo pela verdade, bondade, beleza, amor, justiça, plenitude do ser.

O dia que o presidente BUGOU a esquerda !!!

Bolsonaro em dois meses tem dado declarações mais populares que as do General Figueiredo.

Vista de Viena do Prater. Rudolf von Alt. Pintura.


Nesta paisagem, pintada no ano seguinte à sua visita a Veneza, vemos o impacto de sua estada veneziana através da luz atmosférica do artista e da cor intensificada.


Ref.: https://www.wga.hu/index1.html

O sacramento da Ordem na economia da salvação. Resumo.


Resumindo:

1590. São Paulo ao seu discípulo Timóteo: «Exorto-te a que reavives o dom que Deus depositou em ti, pela imposição das minhas mãos» (2 Tm 1, 6), e «aquele que aspira ao lugar de bispo, aspira a uma nobre função» (1 Tm 3, 1). A Tito, o mesmo Apóstolo dizia: «Se te deixei em Creta, foi para acabares de organizar o que faltava e estabelecer anciãos em cada cidade, como te havia ordenado» (Tt 1, 5).

1591. A Igreja é, na sua totalidade, um povo sacerdotal. Graças ao Baptismo, todos os fiéis participam no sacerdócio de Cristo. Esta participação chama-se «sacerdócio comum dos fiéis». Na base deste sacerdócio e ao seu serviço, existe uma outra participação na missão de Cristo: a do ministério conferido pelo sacramento da Ordem, cuja missão é servir em nome e na pessoa de Cristo-Cabeça no meio da comunidade.

1592. O sacerdócio ministerial difere essencialmente do sacerdócio comum dos fïéis, porque confere um poder sagrado para o serviço dos mesmos fiéis. Os ministros ordenados exercem o seu serviço junto do povo de Deus pelo ensino (munus docendi), pelo culto divino (munus liturgicum) e pelo governo pastoral (munus regendi).

1593. Desde as origens, o ministério ordenado fui conferido e exercido em três graus: o dos bispos, o dos presbíteros e o dos diáconos. Os ministérios conferidos pela ordenação são insubstituíveis na estrutura orgânica da Igreja: sem bispo, presbíteros e diáconos, não pode falar-se de Igreja (92).

1594. O bispo recebe a plenitude do sacramento da Ordem que o insere no colégio episcopal e faz dele o chefe visível da Igreja particular que lhe é confiada. Os bispos, enquanto sucessores dos Apóstolos e membros do Colégio, têm parte na responsabilidade apostólica e na missão de toda a Igreja, sob a autoridade do Papa, sucessor de São Pedro.

1595. Os presbíteros estão unidos aos bispos na dignidade sacerdotal e, ao mesmo tempo, dependem deles no exercício das suas funções pastorais; são chamados a ser os cooperadores providentes dos bispos; formam, d volta do seu bispo, o presbitério, que assume com ele a responsabilidade da Igreja particular: Os presbíteros recebem do bispo o encargo duma comunidade paroquial ou duma função eclesial determinada.

1596. Os diáconos são ministros ordenados para as tarefas de serviço da Igreja; não recebem o sacerdócio ministerial, mas a ordenação confere-lhes funções importantes no ministério da Palavra, culto divino, governo pastoral e serviço da caridade, encargos que eles devem desempenhar sob a autoridade pastoral do seu bispo.

1597. O sacramento da Ordem é conferido pela imposição das mãos, seguida duma solene oração consecratória, que pede a Deus para o ordinando as graças do Espírito Santo, requeridas para o seu ministério. A ordenação imprime um carácter sacramental indelével.

1598. A Igreja confere o sacramento da Ordem somente a homens (viris) baptizados, cujas aptidões para o exercício do ministério tenham sido devidamente reconhecidas. Compete à autoridade da Igreja a responsabilidade e o direito de chamar alguém para receber a Ordem.

1599. Na Igreja latina, o sacramento da Ordem para o presbiterado, normalmente, apenas é conferido a candidatos decididos a abraçar livremente o celibato e que manifestem publicamente a sua vontade de o guardar por amor do Reino de Deus e do serviço dos homens.

1600. Pertence aos bispos o direito de conferir o sacramento da Ordem nos seus três graus.



Catecismo.

Congresso Brasil Paralelo | Capítulo 6: Impeachment - do Apogeu à Queda ...

Blog do Charles Fonseca: Frio

Clique:Blog do Charles Fonseca: Frio: Clique para ampliar.

Evangelho segundo S. Lucas 9,22-25.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «O Filho do homem tem de sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos príncipes dos sacerdotes e pelos escribas; tem de ser morto e ressuscitar ao terceiro dia».
Depois, dirigindo-Se a todos, disse: «Se alguém quiser vir comigo, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz todos os dias e siga-Me.
Pois quem quiser salvar a sua vida, há-de perdê-la; mas quem perder a sua vida por minha causa, salvá-la-á».
Na verdade, que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se vier a perder-se ou arruinar-se a si próprio?».

quarta-feira, março 06, 2019

Um encontro: Diálogo. Um desencontro: Diáspora. Um faz de conta: Diabolo. Um desamor: Escátolo.

Ser Presidente da República implica em cumprir uma liturgia no que fala. Ser vice implica a liturgia do silêncio.

EP 1 - O Teatro das Tesouras | 1989

Memorizar Vocabulário em Francês: uma Técnica Simples e Incrivelmente Ef...

O pior Estado do Sul é melhor que qualquer do Norte e do Nordeste. Esqueça o Sudeste. Olhe para o Centro-Oeste. Ou vá para o Aeroporto.

Nara Leão - Marcha da quarta-feira de cinzas.wmv

Salvador, a nova Sodoma dos trópicos. Triste Bahia, oh, quão dessemelhante e triste!

São Paulo, caldeirão de raças e culturas

Extensa paisagem arborizada com Cephalus e Procris. ALSLOOT, Denis van


Cefalo e Procris eram na mitologia grega um casal jovem, recém-casado, cujo amor estava destinado a terminar em tragédia. As figuras da pintura provavelmente são, por outro lado, provavelmente o principal colaborador de Alsloot, Henderick de Clerck.


Ref.: https://www.wga.hu/index1.html

O carnaval da “diversidade”que tem o tema: O mundo escolheu Salvador”

"Pra mim é o carnaval da permissividade e perplexidade, onde na verdade o que está acontecendo é um turismo gay onde os homossexuais invadiram nossa cidade. Isso não se trata de homofobia, mas Salvador se transformou em um imenso baile gay. E o pior, incentivado de forma ostensiva e até apológica por alguns artistas, que com o pretexto de defender a não a homofobia , a diversidade e respeito às diferenças, na verdade, eles estão tentando salvar suas carreiras, que depois de assistirem incrédulos seus camarotes, blocos se esvaziarem, o faturamento despencar, e por fim, pra não caírem no ostracismo, apelaram vergonhosamente para o público Gay, e a recíproca foi automática, pois eles precisavam de “vozes” para lhes defender dos heterossexuais “preconceituosos”.
E como sempre, no Brasil estamos assistindo o poste mijar no cachorro...
As crianças, os casais heterossexuais, as famílias estão proibidas de assistir a Tv com as transmissões do carnaval, quer dizer, as TVs foram obrigadas a mudar o estilo da transmissão, e só mostram os artistas, porque se mostrarem os foliões seria chocante para maioria dos telespectadores e proibido para menores.
Já nas ruas como foliões nos deparamos com cenas assustadoras, mas que em nome do respeito à diversidade somos na verdade desrespeitados e afrontados.
A situação está de tal forma de ponta cabeça, que se os atos praticadas pelas “minorias” forem praticados por qualquer casal hétero seria preso por atentado ao pudor, mas em nome da diversidade somos obrigados a achar normal e reagir com naturalidade.
Aí de nós que olhe atravessado, você vai preso e ainda será tachado de homofóbico. Nós estamos sendo alijados do carnaval, estamos virando os verdadeiros peixes fora d’água.
Por fim, minha preocupação é que Salvador se transforme em um destino internacional preferido do público gay, a exemplo, do Rio de Janeiro que é o Paraiso internacional de homens que vem em busca das bundas gostosas e fáceis das brasileiras, o país do bundalelê. Já Salvador vai ser a cidade da “diversidade” lá nós somos respeitados, lá podemos fazer tudo, bacanal, sexo oral, ficar nus e o melhor!! Tudo no meio do povo, ao som de trios um verdadeiro “Spring break “ gay nas ruas, “maravilhoooosoooo”
Desculpem os erros de português, mas não sou jornalista trata-se de Um desabafo de um baiano, soteropolitano indignado, e que como muitos, não estão satisfeitos com o que estão vendo o carnaval se transformar."



Autor conhecido. Aspeado.

Blog do Charles Fonseca: Jardim japonês. Monet.

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Psicoterapia: quando e porquê | Psicóloga Adriana Carneiro

HARPA CRISTÃ EM ORDEM COM HINOS 1 - 100 VÍDEOS LEGENDADOS

Evangelho segundo S. Mateus 6,1-6.16-18.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Tende cuidado em não praticar as vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles. Aliás, não tereis nenhuma recompensa do vosso Pai que está nos Céus.Assim, quando deres esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas, nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Em verdade vos digo: já receberam a sua recompensa.Quando deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita,para que a tua esmola fique em segredo; e teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa.Quando rezardes, não sejais como os hipócritas, porque eles gostam de orar de pé, nas sinagogas e nas esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo: já receberam a sua recompensa.Tu, porém, quando rezares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora a teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa.Quando jejuardes, não tomeis um ar sombrio, como os hipócritas, que desfiguram o rosto, para mostrarem aos homens que jejuam. Em verdade vos digo: já receberam a sua recompensa.Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto,para que os homens não percebam que jejuas, mas apenas o teu Pai, que está presente no que é oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te dará a recompensa».

O urso e as abelhas. Fábula. Esopo.

O urso e as abelhas
Um urso topou com uma arvore caída que servia de deposito de mel para um enxame de abelhas. Começou a farejar o tronco quando uma das abelhas do enxame voltou do campo de trevos. Adivinhando o que ele queria, deu uma picada daquelas no urso e depois desapareceu no buraco do tronco. O urso ficou louco de raiva e se pôs a arranhar o tronco com as garras na esperança de destruir o ninho. A única coisa que conseguiu foi fazer o enxame ficar atrás dele. O urso fugiu a toda velocidade e só se salvou porque mergulhou num lago.

Moral da Estória:
Mais vale suportar um só ferimento em silêncio do que perder o controle e acabar todo machucado.

Esopo

Bodas de Prata - Carlos Galhardo (1952)