terça-feira, setembro 19, 2017

Fico pasmo como uma pessoa mancha a sua reputação fazendo elogios a quem se diz o mais honesto já condenado na justiça por roubar o país

Tratado De Deo Uno. Suma Teológica. São Tomás de Aquino

Questão 2: Deus existe?
O principal intento, pois, da doutrina sagrada é transmitir o conhecimento de Deus, não somente enquanto existente em si, mas ainda como princípio e fim dos seres, e, especialmente, da criatura racional, como é claro pelo que antes se disse. Ora, pretendendo fazer a exposição desta doutrina,

1o.
trataremos de Deus;

2o.
do movimento da criatura racional para Deus;

3o. de Cristo que, enquanto homem, é via para tendermos a Deus.

Mas a consideração sobre Deus será tripartida. Assim,
1o. trataremos do que pertence à essência divina;
2o. do que pertence à distinção das pessoas; 3o. do que pertence à processão, que de Deus têm as criaturas.

Sobre a essência divina, porém, devemos considerar:
1o. se Deus existe;
2o. como é, ou antes, como não
é;
3o. devemos considerar o que pertence à operação de Deus, a saber, a ciência, a vontade e o poder.

(continua)

Injusto impor a subordinado meses de ociosidade ocupacional

Evandro Teixeira. Fotografia


Ouvidos de mercador pra quem te induz à polêmica

segunda-feira, setembro 18, 2017

Se além de tudo vai de comunista a petista comece a ler o código penal

Roger Fenton. Fotografia

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Apocalipse, 22

1.Mostrou-me então o anjo um rio de água viva resplandecente como cristal de rocha, saindo do trono de Deus e do Cordeiro. 2.No meio da avenida e às duas margens do rio, achava-se uma árvore da vida, que produz doze frutos, dando cada mês um fruto, servindo as folhas da árvore para curar as nações. 3.Não haverá aí nada de execrável, mas nela estará o trono de Deus e do Cordeiro. Seus servos lhe prestarão um culto. 4.Verão a sua face e o seu nome estará nas suas frontes. 5.Já não haverá noite, nem se precisará da luz de lâmpada ou do sol, porque o Senhor Deus a iluminará, e hão de reinar pelos séculos dos séculos. 6.Ele me disse: Estas palavras são fiéis e verdadeiras, e o Senhor Deus dos espíritos dos profetas enviou o seu anjo para mostrar aos seus servos o que deve acontecer em breve. 7.Eis que venho em breve! Felizes aqueles que põem em prática as palavras da profecia deste livro. 8.Fui eu, João, que vi e ouvi estas coisas. Depois de as ter ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que as mostrava. 9.Mas ele me disse: Não faças isto! Sou um servo como tu e teus irmãos, os profetas, e aqueles que guardam as palavras deste livro. Prostra-te diante de Deus. 10.Disse ele ainda: Não seles o texto profético deste livro, porque o momento está próximo. 11.O injusto faça ainda injustiças, o impuro pratique impurezas. Mas o justo faça a justiça e o santo santifique-se ainda mais. 12.Eis que venho em breve, e a minha recompensa está comigo, para dar a cada um conforme as suas obras. 13.Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Começo e o Fim. 14.Felizes aqueles que lavam as suas vestes para ter direito à árvore da vida e poder entrar na cidade pelas portas. 15.Fora os cães, os envenenadores, os impudicos, os homicidas, os idólatras e todos aqueles que amam e praticam a mentira! 16.Eu, Jesus, enviei o meu anjo para vos atestar estas coisas a respeito das igrejas. Eu sou a raiz e o descendente de Davi, a estrela radiosa da manhã. 17.O Espírito e a Esposa dizem: Vem! Possa aquele que ouve dizer também: Vem! Aquele que tem sede, venha! E que o homem de boa vontade receba, gratuitamente, da água da vida! 18.Eu declaro a todos aqueles que ouvirem as palavras da profecia deste livro: se alguém lhes ajuntar alguma coisa, Deus ajuntará sobre ele as pragas descritas neste livro; 19.e se alguém dele tirar qualquer coisa, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida e da Cidade Santa, descritas neste livro. 20.Aquele que atesta estas coisas diz: Sim! Eu venho depressa! Amém. Vem, Senhor Jesus! 21.A graça do Senhor Jesus esteja com todos."

Quase. Mário de Sá-Carneiro. Poesia

QUASE
Mário de Sá-Carneiro

Um pouco mais de sol — eu era brasa.
Um pouco mais de azul — eu era além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém...

Assombro ou paz? Em vão... Tudo esvaído
Num baixo mar enganador d'espuma;
E o grande sonho despertado em bruma,
O grande sonho — ó dor! — quase vivido...

Quase o amor, quase o triunfo e a chama,
Quase o princípio e o fim — quase a expansão...
Mas na minh'alma tudo se derrama...
Entanto nada foi só ilusão!

De tudo houve um começo... e tudo errou...
— Ai a dor de ser-quase, dor sem fim... —
Eu falhei-me entre os mais, falhei em mim,
Asa que se elançou mas não voou...

Momentos de alma que desbaratei...
Templos aonde nunca pus um altar...
Rios que perdi sem os levar ao mar...
Ânsias que foram mas que não fixei...

Se me vagueio, encontro só indícios...
Ogivas para o sol — vejo-as cerradas;
E mãos de herói, sem fé, acobardadas,
Puseram grades sobre os precipícios...

Num ímpeto difuso de quebranto,
Tudo encetei e nada possuí...
Hoje, de mim, só resta o desencanto
Das coisas que beijei mas não vivi...

...........................................
...........................................

Um pouco mais de sol — e fora brasa,
Um pouco mais de azul — e fora além.
Para atingir, faltou-me um golpe de asa...
Se ao menos eu permanecesse aquém...

(Paris, 13 de maio de 1913)

Livros recomendados

«Ilíada» e «Odisseia» — Homero

A quarta guerra mundial

Pouco tempo depois da Segunda Guerra Mundial, em uma entrevista, Albert Einstein declarou famosamente, referindo-se à ameaça nuclear: “não sei como a Terceira Guerra será lutada, mas a Quarta será com paus e pedras”.

sábado, setembro 16, 2017

Linda


Como te escutar

Só te escuto na praça de alimentação do shopping. Vale um petit gateau.

Igreja Católica: Construtora da civilização ocidental Parte 1.1

Atos dos Apóstolos, 22

1.Irmãos e pais, ouvi o que vos tenho a dizer em minha defesa.

2.Quando ouviram que lhes falava em língua hebraica, escutaram-no com a maior atenção.

3.Continuou ele: Eu sou judeu, nasci em Tarso da Cilícia, mas criei-me nesta cidade, instruí-me aos pés de Gamaliel, em toda a observância da lei de nossos pais, partidário entusiasta da causa de Deus como todos vós também o sois no dia de hoje.

4.Eu persegui de morte essa doutrina, prendendo e metendo em cárceres homens e mulheres.

5.O sumo sacerdote e todo o conselho dos anciãos me são testemunhas. E foi deles que também recebi cartas para os irmãos de Damasco, para onde me dirigi, com o fim de prender os que lá se achassem e trazê-los a Jerusalém, para que fossem castigados.

6.Ora, estando eu a caminho, e aproximando-me de Damasco, pelo meio-dia, de repente me cercou uma forte luz do céu.

7.Caí por terra e ouvi uma voz que me dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?

8.Eu repliquei: Quem és tu, Senhor? A voz me disse: Eu sou Jesus de Nazaré, a quem tu persegues.

9.Os meus companheiros viram a luz, mas não ouviram a voz de quem falava.

10.Então eu disse: Senhor, que devo fazer? E o Senhor me respondeu: Levanta-te, vai a Damasco e lá te será dito tudo o que deves fazer.

11.Como eu não pudesse ver por causa da intensidade daquela luz, guiado pela mão dos meus companheiros, cheguei a Damasco.

12.Um certo Ananias, homem piedoso e observador da lei, muito bem conceituado entre todos os judeus daquela cidade,

13.veio ter comigo e disse-me: Irmão Saulo, recobra a tua vista. Naquela mesma hora pude enxergá-lo.

14.Continuou ele: O Deus de nossos pais te predestinou para que conhecesses a sua vontade, visses o Justo e ouvisses a palavra da sua boca,

15.pois lhe serás, diante de todos os homens, testemunha das coisas que tens visto e ouvido.

16.E agora, por que tardas? Levanta-te. Recebe o batismo e purifica-te dos teus pecados, invocando o seu nome.

17.Voltei para Jerusalém e, orando no templo, fui arrebatado em êxtase.

18.E vi Jesus que me dizia: Apressa-te e sai logo de Jerusalém, porque não receberão o teu testemunho a meu respeito.

19.Eu repliquei: Senhor, eles sabem que eu encarcerava e açoitava com varas nas sinagogas os que crêem em ti.

20.E quando se derramou o sangue de Estêvão, tua testemunha, eu estava presente, consentia nisso e guardava os mantos dos que o matavam.

21.Mas ele me respondeu: Vai, porque eu te enviarei para longe, às nações...

22.Haviam-no escutado até essa palavra. Então levantaram a voz: Tira do mundo esse homem! Não é digno de viver!

23.Como vociferassem, arrojassem de si as vestes e lançassem pó ao ar,

24.o tribuno mandou recolhê-lo à cidadela, açoitá-lo e submetê-lo a torturas, para saber por que causa clamavam assim contra ele.

25.Quando o iam amarrando com a correia, Paulo perguntou a um centurião que estava presente: É permitido açoitar um cidadão romano que nem sequer foi julgado?

26.Ao ouvir isso, o centurião foi ter com o tribuno e avisou-o: Que vais fazer? Este homem é cidadão romano.

27.Veio o tribuno e perguntou-lhe: Dize-me, és romano? Sim, respondeu-lhe.

28.O tribuno replicou: Eu adquiri este direito de cidadão por grande soma de dinheiro. Paulo respondeu: Pois eu o sou de nascimento.

29.Apartaram-se então dele os que iam torturá-lo. O tribuno alarmou-se porque o mandara acorrentar, sendo ele um cidadão romano.

30.No dia seguinte, querendo saber com mais exatidão de que os judeus o acusavam, soltou-o e ordenou que se reunissem os sumos sacerdotes e todo o Grande Conselho. Trouxe Paulo e o mandou comparecer diante deles.

quinta-feira, setembro 14, 2017

Assim

Todas as manhãs aquela família antes do desjejum ouvia um trecho do evangelho e fazia uma prece comunitária. Assim foi na nossa infância.

Bando de Lampião fotografado por Benjamin Abrahão - Cangaço - Nordeste - Brasil

Bando de Lampião fotografado por Benjamin Abrahão - Cangaço - Nordeste - Brasil

São Lucas, 22

1.Aproximava-se a festa dos pães sem fermento, chamada Páscoa.

2.Os príncipes dos sacerdotes e os escribas buscavam um meio de matar Jesus, mas temiam o povo.

3.Entretanto, Satanás entrou em Judas, que tinha por sobrenome Iscariotes, um dos Doze.

4.Judas foi procurar os príncipes dos sacerdotes e os oficiais para se entender com eles sobre o modo de lho entregar.

5.Eles se alegraram com isso, e concordaram em lhe dar dinheiro.

6.Também ele se obrigou. E buscava ocasião oportuna para o trair, sem que a multidão o soubesse.

7.Raiou o dia dos pães sem fermento, em que se devia imolar a Páscoa.

8.Jesus enviou Pedro e João, dizendo: Ide e preparai-nos a ceia da Páscoa.

9.Perguntaram-lhe eles: Onde queres que a preparemos?

10.Ele respondeu: Ao entrardes na cidade, encontrareis um homem carregando uma bilha de água; segui-o até a casa em que ele entrar,

11.e direis ao dono da casa: O Mestre pergunta-te: Onde está a sala em que comerei a Páscoa com os meus discípulos?

12.Ele vos mostrará no andar superior uma grande sala mobiliada, e ali fazei os preparativos.

13.Foram, pois, e acharam tudo como Jesus lhes dissera; e prepararam a Páscoa.

14.Chegada que foi a hora, Jesus pôs-se à mesa, e com ele os apóstolos.

15.Disse-lhes: Tenho desejado ardentemente comer convosco esta Páscoa, antes de sofrer.

16.Pois vos digo: não tornarei a comê-la, até que ela se cumpra no Reino de Deus.

17.Pegando o cálice, deu graças e disse: Tomai este cálice e distribuí-o entre vós.

18.Pois vos digo: já não tornarei a beber do fruto da videira, até que venha o Reino de Deus.

19.Tomou em seguida o pão e depois de ter dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.

20.Do mesmo modo tomou também o cálice, depois de cear, dizendo: Este cálice é a Nova Aliança em meu sangue, que é derramado por vós...

21.Entretanto, eis que a mão de quem me trai está à mesa comigo.

22.O Filho do Homem vai, segundo o que está determinado, mas ai daquele homem por quem ele é traído!

23.Perguntavam então os discípulos entre si quem deles seria o que tal haveria de fazer.

24.Surgiu também entre eles uma discussão: qual deles seria o maior.

25.E Jesus disse-lhes: Os reis dos pagãos dominam como senhores, e os que exercem sobre eles autoridade chamam-se benfeitores.

26.Que não seja assim entre vós; mas o que entre vós é o maior, torne-se como o último; e o que governa seja como o servo.

27.Pois qual é o maior: o que está sentado à mesa ou o que serve? Não é aquele que está sentado à mesa? Todavia, eu estou no meio de vós, como aquele que serve.

28.E vós tendes permanecido comigo nas minhas provações;

29.eu, pois, disponho do Reino a vosso favor, assim como meu Pai o dispôs a meu favor,

30.para que comais e bebais à minha mesa no meu Reino e vos senteis em tronos, para julgar as doze tribos de Israel.

31.Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como o trigo;

32.mas eu roguei por ti, para que a tua confiança não desfaleça; e tu, por tua vez, confirma os teus irmãos.

33.Pedro disse-lhe: Senhor, estou pronto a ir contigo tanto para a prisão como para a morte.

34.Jesus respondeu-lhe: Digo-te, Pedro, não cantará hoje o galo, até que três vezes hajas negado que me conheces.

35.Depois ajuntou: Quando vos mandei sem bolsa, sem mochila e sem calçado, faltou-vos porventura alguma coisa? Eles responderam: Nada.

36.Mas agora, disse-lhes ele, aquele que tem uma bolsa, tome-a; aquele que tem uma mochila, tome-a igualmente; e aquele que não tiver uma espada, venda sua capa para comprar uma.

37.Pois vos digo: é necessário que se cumpra em mim ainda este oráculo: E foi contado entre os malfeitores (Is 53,12). Com efeito, aquilo que me diz respeito está próximo de se cumprir.

38.Eles replicaram: Senhor, eis aqui duas espadas. Basta, respondeu ele.

39.Conforme o seu costume, Jesus saiu dali e dirigiu-se para o monte das Oliveiras, seguido dos seus discípulos.

40.Ao chegar àquele lugar, disse-lhes: Orai para que não caiais em tentação.

41.Depois se afastou deles à distância de um tiro de pedra e, ajoelhando-se, orava:

42.Pai, se é de teu agrado, afasta de mim este cálice! Não se faça, todavia, a minha vontade, mas sim a tua.

43.Apareceu-lhe então um anjo do céu para confortá-lo.

44.Ele entrou em agonia e orava ainda com mais instância, e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra.

45.Depois de ter rezado, levantou-se, foi ter com os discípulos e achou-os adormecidos de tristeza.

46.Disse-lhes: Por que dormis? Levantai-vos, orai, para não cairdes em tentação.

47.Ele ainda falava, quando apareceu uma multidão de gente; e à testa deles vinha um dos Doze, que se chamava Judas. Achegou-se de Jesus para o beijar.

48.Jesus perguntou-lhe: Judas, com um beijo trais o Filho do Homem!

49.Os que estavam ao redor dele, vendo o que ia acontecer, perguntaram: Senhor, devemos atacá-los à espada?

50.E um deles feriu o servo do príncipe dos sacerdotes, decepando-lhe a orelha direita.

51.Mas Jesus interveio: Deixai, basta. E, tocando na orelha daquele homem, curou-o.

52.Voltando-se para os príncipes dos sacerdotes, para os oficiais do templo e para os anciãos que tinham vindo contra ele, disse-lhes: Saístes armados de espadas e cacetes, como se viésseis contra um ladrão.

53.Entretanto, eu estava todos os dias convosco no templo, e não estendestes as mãos contra mim; mas esta é a vossa hora e do poder das trevas.

54.Prenderam-no então e conduziram-no à casa do príncipe dos sacerdotes. Pedro seguia-o de longe.

55.Acenderam um fogo no meio do pátio, e sentaram-se em redor. Pedro veio sentar-se com eles.

56.Uma criada percebeu-o sentado junto ao fogo, encarou-o de perto e disse: Também este homem estava com ele.

57.Mas ele negou-o: Mulher, não o conheço.

58.Pouco depois, viu-o outro e disse-lhe: Também tu és um deles. Pedro respondeu: Não, eu não o sou.

59.Passada quase uma hora, afirmava um outro: Certamente também este homem estava com ele, pois também é galileu.

60.Mas Pedro disse: Meu amigo, não sei o que queres dizer. E no mesmo instante, quando ainda falava, cantou o galo.

61.Voltando-se o Senhor, olhou para Pedro. Então Pedro se lembrou da palavra do Senhor: Hoje, antes que o galo cante, negar-me-ás três vezes.

62.Saiu dali e chorou amargamente.

63.Entretanto, os homens que guardavam Jesus escarneciam dele e davam-lhe bofetadas.

64.Cobriam-lhe o rosto e diziam: Adivinha quem te bateu!

65.E injuriavam-no ainda de outros modos.

66.Ao amanhecer, reuniram-se os anciãos do povo, os príncipes dos sacerdotes e os escribas, e mandaram trazer Jesus ao seu conselho.

67.Perguntaram-lhe: Dize-nos se és o Cristo! Respondeu-lhes ele: Se eu vo-lo disser, não me acreditareis;

68.e se vos fizer qualquer pergunta, não me respondereis.

69.Mas, doravante, o Filho do Homem estará sentado à direita do poder de Deus.

70.Então perguntaram todos: Logo, tu és o Filho de Deus? Respondeu: Sim, eu sou.

71.Eles então exclamaram: Temos nós ainda necessidade de testemunho? Nós mesmos o ouvimos da sua boca.

sexta-feira, setembro 08, 2017

Perde tempo quem odeia

São Mateus, 22

1.Jesus tornou a falar-lhes por meio de parábolas:

2.O Reino dos céus é comparado a um rei que celebrava as bodas do seu filho.

3.Enviou seus servos para chamar os convidados, mas eles não quiseram vir.

4.Enviou outros ainda, dizendo-lhes: Dizei aos convidados que já está preparado o meu banquete; meus bois e meus animais cevados estão mortos, tudo está preparado. Vinde às bodas!

5.Mas, sem se importarem com aquele convite, foram-se, um a seu campo e outro para seu negócio.

6.Outros lançaram mãos de seus servos, insultaram-nos e os mataram.

7.O rei soube e indignou-se em extremo. Enviou suas tropas, matou aqueles assassinos e incendiou-lhes a cidade.

8.Disse depois a seus servos: O festim está pronto, mas os convidados não foram dignos.

9.Ide às encruzilhadas e convidai para as bodas todos quantos achardes.

10.Espalharam-se eles pelos caminhos e reuniram todos quantos acharam, maus e bons, de modo que a sala do banquete ficou repleta de convidados.

11.O rei entrou para vê-los e viu ali um homem que não trazia a veste nupcial.

12.Perguntou-lhe: Meu amigo, como entraste aqui, sem a veste nupcial? O homem não proferiu palavra alguma.

13.Disse então o rei aos servos: Amarrai-lhe os pés e as mãos e lançai-o nas trevas exteriores. Ali haverá choro e ranger de dentes.

14.Porque muitos são os chamados, e poucos os escolhidos.

15.Reuniram-se então os fariseus para deliberar entre si sobre a maneira de surpreender Jesus nas suas próprias palavras.

16.Enviaram seus discípulos com os herodianos, que lhe disseram: Mestre, sabemos que és verdadeiro e ensinas o caminho de Deus em toda a verdade, sem te preocupares com ninguém, porque não olhas para a aparência dos homens.

17.Dize-nos, pois, o que te parece: É permitido ou não pagar o imposto a César?

18.Jesus, percebendo a sua malícia, respondeu: Por que me tentais, hipócritas?

19.Mostrai-me a moeda com que se paga o imposto! Apresentaram-lhe um denário.

20.Perguntou Jesus: De quem é esta imagem e esta inscrição?

21.De César, responderam-lhe. Disse-lhes então Jesus: Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.

22.Esta resposta encheu-os de admiração e, deixando-o, retiraram-se.

23.Naquele mesmo dia, os saduceus, que negavam a ressurreição, interrogaram-no:

24.Mestre, Moisés disse: Se um homem morrer sem filhos, seu irmão case-se com a sua viúva e dê-lhe assim uma posteridade (Dt 25,5).

25.Ora, havia entre nós sete irmãos. O primeiro casou-se e morreu. Como não tinha filhos, deixou sua mulher ao seu irmão.

26.O mesmo sucedeu ao segundo, depois ao terceiro, até o sétimo.

27.Por sua vez, depois deles todos, morreu também a mulher.

28.Na ressurreição, de qual dos sete será a mulher, uma vez que todos a tiveram?

29.Respondeu-lhes Jesus: Errais, não compreendendo as Escrituras nem o poder de Deus.

30.Na ressurreição, os homens não terão mulheres nem as mulheres, maridos; mas serão como os anjos de Deus no céu.

31.Quanto à ressurreição dos mortos, não lestes o que Deus vos disse:

32.Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó (Ex 3,6)? Ora, ele não é Deus dos mortos, mas Deus dos vivos.

33.E, ouvindo esta doutrina, as turbas se enchiam de grande admiração.

34.Sabendo os fariseus que Jesus reduzira ao silêncio os saduceus, reuniram-se

35.e um deles, doutor da lei, fez-lhe esta pergunta para pô-lo à prova:

36.Mestre, qual é o maior mandamento da lei?

37.Respondeu Jesus: Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito (Dt 6,5).

38.Este é o maior e o primeiro mandamento.

39.E o segundo, semelhante a este, é: Amarás teu próximo como a ti mesmo (Lv 19,18).

40.Nesses dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas.

41.Como os fariseus se agrupassem, Jesus interrogou-os:

42.Que pensais vós de Cristo? De quem é filho? Responderam: De Davi!

43.Como então, prosseguiu Jesus, Davi, falando sob inspiração do Espírito, chama-o Senhor, dizendo:

44.O Senhor disse a meu Senhor: Senta-te à minha direita, até que eu ponha teus inimigos por escabelo dos teus pés (Sl 109,1)?

45.Se, pois, Davi o chama Senhor, como é ele seu filho?

46.Ninguém pôde responder-lhe nada. E, depois daquele dia, ninguém mais ousou interrogá-lo.

A alegria. Sebastião Salgado. Fotografia


quinta-feira, setembro 07, 2017

É mais fácil converter um muçulmano ao cristianismo que um fanático à razão

Como explicar materialmente suas ditas vibrações transcendentes?

Prefiro o contato direto com você

Seu tripé

a) relação de descendência, que é a relação entre pai e filho e mãe e filho;
b) relação de consangüinidade, que é a relação entre irmãos.
c) relação de afinidade que se resliza no casamento.

Qual o seu transtorno de referência?