Terça-feira, Dezembro 08, 2009

"Galinha d'Angola" você poderá ver clicando em Charles Fonseca Poemas, lado direito, acima.

FOTOGRAFIA


DSC00988, upload feito originalmente por Charles Fonseca.

Clique na imagem.

"Loira prateada" você poderá ver clicando em Charles Fonseca Poemas, lado direito, acima.

MÚSICA

Segunda-feira, Dezembro 07, 2009

"Convido-te" você poderá ver clicando em Charles Fonseca Poemas, lado direito, acima.

POLÍTICA

Só Deus pode me julgar, por MV Bill

POLÍTICA

Saudosa maloca. Clique na imagem e depois em play

"Porque choro e sorrio?" você poderá ver clicando em Charles Fonseca Poemas, lado direito, acima.

POESIA

EVOCAÇÃO
Cruz e Souza


Oh! lua voluptuosa e tentadora,
ao mesmo tempo trágica e funesta,
Lua em fundo revolto de floresta
e de sonho de vaga embaladora;

Langue visão mortal e sedutora,
dos Vergéis siderais pálida giesta,
divindade sutil da morna sesta,
da lasciva paixão fascinadora;

Flor fria, flor algente, flor gelada
do desconsolo e dos esquecimentos
e do anseio, da febre atormentada;

Tu que soluças pelos céus nevoentos
longo soluço mágico de fada,
dá-me os teus doces acalentamentos!

Domingo, Dezembro 06, 2009

MÚSICA


Toque do Silêncio.

"Epitáfio" você poderá ver clicando em Charles Fonseca Poemas, lado direito, acima.

Sábado, Dezembro 05, 2009

FOTOGRAFIA


Santa Marguerita. Clique na imagem.

POESIA

A CAVALGADA
Raimundo Correia

A lua banha a solitária estrada...
Silêncio!... mas além, confuso e brando,
O som longínquo vem se aproximando
Do galopar de estranha cavalgada.

São fidalgos que voltam da caçada;
Vêm alegres, vêm rindo, vêm cantando,
E as trompas a soar vão agitando
O remanso da noite embalsamada...

E o bosque estala, move-se, estremece...
Da cavalgada o estrépito que aumenta
Perde-se após no centro da montanha...

E o silêncio outra vez soturno desce,
E límpida, sem mácula, alvacenta
A lua a estrada solitária banha...

"Anima" você poderá ver clicando em Charles Fonseca Poemas, lado direito, acima.

MÚSICA

MEDICINA

VERDADES E MENTIRAS SOBRE O PL 7703/06

1- Das diversas profissões que atuam na área da saúde no Brasil, apenas a Medicina não tem o seu exercício profissional regulamentado em Lei, o que agora se pretende corrigir com a aprovação do PL. Talvez pelo fato da Medicina ser a mais antiga das profissões da Saúde, nunca houve a preocupação de regulamentá-la. Como nos últimos tempos alguns procedimentos que deveriam ser realizados exclusivamente por médicos - do ponto de vista técnico-científico, legal e de responsabilidade civil - passaram a ser executados por profissionais não-médicos, surgiu a necessidade de definição legal das atividades que são ou não privativas de quem tem a formação médica.

2- Como é facilmente compreensível para quem lê o inteiro teor do PL e não apenas "pinçando" alguns de seus artigos para interpretações errôneas, o PL não ofende nem pretende se sobrepor às outras profissões da Saúde, muito menos colocá-las em posição subalterna. Não existe no PL qualquer referência que permita este tipo de interpretação, a não ser por desinformação ou má intenção de pessoas com outros objetivos. Pelo contrário, em vários de seus artigos e parágrafos o PL evidencia de maneira bastante clara o respeito pelas atribuições das outras profissões. Sugerimos a leitura atenta do PL, especialmente o artigo 3, os parágrafos 2, 5, 6 e, principalmente, o parágrafo 7 do artigo 4, além do parágrafo único do artigo 5.

3- O PL vem sendo amplamente debatido há mais de 7 anos, primeiramente no Senado e agora pela Câmara, retornando novamente ao Senado; se finalmente aprovado, seguirá para sanção presidencial. Neste processo foram ouvidos inúmeros setores da Sociedade, em várias audiências públicas, com ampla participação das Entidades representativas de todas as profissões da Saúde, até a edição do texto final que atende, principalmente, às necessidades da população brasileira.

4- A regulamentação da profissão de médico é essencial para proteção da sociedade, para evitar que pessoas sem preparo técnico adequado pratiquem atos danosos à saúde das pessoas. Uma leitura atenta, isenta, sem preconceitos e honesta do PL mostra, com clareza, que não se pretende - e nem seria possível - excluir outras profissões do atendimento à saúde dos cidadãos e nem mesmo limitar as suas atribuições. O que se pretende é evidenciar que uma equipe de saúde deve contar com vários profissionais, de maneira harmoniosa e integrada, nas suas atribuições específicas, incluindo os médicos. Afinal, ao contrario do que pensam alguns, ainda não é possível fazer Medicina sem médico.
http://www.cremeb.org.br/cremeb.php?m=site.item&item=302&idioma=br

FOTOGRAFIA


Na Espanha as praças de touros são transformadas em centros culturais. Vide amostra. Clique na imagem.

Sexta-feira, Dezembro 04, 2009

HISTÓRIA

PINTURA.

A filha de Jefté. Bon Boullogne I - 1700. Clique na imagem.

Um dos Juízes de Israel (séc. XII a.C.), Jefté estava em guerra com os amonitas numa disputa sobre terras e fez um voto ao Senhor: "Se me entregares os filhos de Amon, e eu voltar para casa vitorioso, quem primeiro sair pela porta ao meu encontro, será do Senhor e o oferecerei em holocausto."

Jefté venceu os inimigos e, voltando para casa, sua única filha veio ao seu encontro.
Quando a viu, rasgou as vestes em desgosto profundo, e disse-lhe da promessa que fizera.

A resposta dela foi que se ele fizera voto ao Senhor que o cumprisse, pedindo, apenas, que lhe desse dois meses para ir com as companheiras vaguear pelos montes a lamentar a sua virgindade, porque morrer sem deixar descendência era considerado como desgraça e desonra. Ao voltar, o sacrifício foi consumado.

http://www.sabercultural.org/template/obrasCelebres/AfilhadeJefte.html

"Breve" você poderá ver clicando em Charles Fonseca Poemas, lado direito, acima.

Quinta-feira, Dezembro 03, 2009

RELIGIÃO

"Vou ainda revelar-vos um mistério: nem todos morreremos, mas todos seremos transformados.

Num instante, num piscar de olhos, ao soar da trombeta final — pois a trombeta soará —, não só os mortos ressuscitarão incorruptíveis, mas nós também seremos transformados.

Pois é preciso que este ser corruptível se vista de incorruptibilidade e este ser mortal se vista de imortalidade.

E quando este ser corruptível estiver vestido de incorruptibilidade e este ser mortal estiver vestido de imortalidade, então estará cumprida a palavra da Escritura: “A morte foi tragada pela vitória;

Onde está, ó morte, a tua vitória? onde está, ó morte, o teu aguilhão?"

São Paulo.

Roda d'água você poderá ver clicando em Charles Fonseca Poemas, lado direito, acima.

MÚSICA

Quarta-feira, Dezembro 02, 2009

MÚSICA

CINEMA

POESIA

DÁ MEIA-NOITE
Sousândrade

Dá meia-noite em céu azul-ferrete
Formosa espádua a lua
Alveja nua,
E voa sobre os templos da cidade.

Nos brancos muros se projetam sombras;
Passeia a sentinela
À noite bela
Opulenta da luz da divindade.

O silêncio respira; almos frescores
Meus cabelos afagam;
Gênis vagam,
De alguma fada no ar andando à caça.

Adormeceu a virgem; dos espíritos
Jaz nos mundos risonhos -
Fora eu os sonhos
Da bela virgem... uma nuvem passa.

FOTOGRAFIA


Felicidade passo a passo.Clique na imagem.

Terça-feira, Dezembro 01, 2009

ESCULTURA

Clique na imagem.

MÚSICA


Somos todos iguais nesta noite
Ivan Lins
Somos todos iguais nesta noite
Na frieza de um riso pintado
Na certeza de um sonho acabado
É o circo de novo...
Nós vivemos debaixo do pano
Entre espadas e rodas de fogo
Entre luzes e a dança das cores
Onde estão os atores..
Pede a banda
Prá tocar um dobrado
Olha nós outra vez no picadeiro
Pede a banda
Prá tocar um dobrado
Vamos dançar mais uma vez...
Pede a banda
Prá tocar um dobrado
Olha nós outra vez no picadeiro
Pede a banda
Prá tocar um dobrado
Vamos entrar mais uma vez...
Somos todos iguais nesta noite
Pelo ensaio diário de um drama
Pelo medo da chuva e da lama
É o circo de novo...
Nós vivemos debaixo do pano
Pelo truque malfeito dos magos
Pelo chicote dos domadores
E o rufar dos tambores...
Pede a banda
Prá tocar um dobrado
Olha nós outra vez no picadeiro
Pede a banda
Prá tocar um dobrado...
Vamos dançar mais uma vez...
Pede a banda
Prá tocar um dobrado
Olha nós outra vez no picadeiro
Pede a banda
Prá tocar um dobrado...
Vamos entrar mais uma vez...

CINEMA

POLÍTICA


Os deputados e o ex-secretário comemoram, batem palmas e começam a orar: “Pai, eu quero te agradecer por estarmos aqui. Sabemos que nós somos falhos, somos imperfeitos”, diz o deputado Brunelli, que faz a oração. “Precisamos dessa tua cobertura, dessa tua graça, da tua sabedoria, de pessoas que tenham, Senhor, armas para nos ajudar nessa guerra e, acima de tudo, todas as armas podem ser falhas, todos os planejamentos podem falhar, mas o Senhor nunca falha”, complementa.

Segunda-feira, Novembro 30, 2009

RELIGIÃO

O encanto dos Orixás
Quando atinge grau elevado de complexidade, toda cultura encontra sua expressão artística, literária e espiritual.
Mas ao criar uma religião a partir de uma experiência profunda do Mistério do mundo, ela alcança sua maturidade e aponta para valores universais.
É o que representa a Umbanda, religião, nascida em Niterói, no Rio de Janeiro, em 1908, bebendo das matrizes da mais genuina brasilidade, feita de europeus, de africanos e de indígenas.
Num contexto de desamparo social, com milhares de pessoas desenraizadas, vindas da selva e dos grotões do Brasil profundo, desempregadas, doentes pela insalubridade notória do Rio nos inícios do século XX, irrompeu uma fortíssima experiência espiritual.
O interiorano Zélio Moraes atesta a comunicação da Divindade sob a figura do Caboclo das Sete Encruzilhadas da tradição indígena e do Preto Velho da dos escravos.
Essa revelação tem como destinatários primordiais os humildes e destituídos de todo apoio material e espiritual.
Ela quer reforçar neles a percepção da profunda igualdade entre todos, homens e mulheres, se propõe potenciar a caridade e o amor fraterno, mitigar as injustiças, consolar os aflitos e reintegrar o ser humano na natureza sob a égide do Evangelho e da figura sagrada do Divino Mestre Jesus.
O nome Umbanda é carregado de significação. É composto de OM (o som originário do universo nas tradições orientais) e de BANDHA (movimento inecessante da força divina).
Sincretiza de forma criativa elementos das várias tradições religiosas de nosso pais criando um sistema coerente.
Privilegia as tradições do Candomblé da Bahia por serem as mais populares e próximas aos seres humanos em suas necessidades.
Mas não as considera como entidades, apenas como forças ou espíritos puros que através dos Guias espirituais se acercam das pessoas para ajudá-las.
Os Orixás, a Mata Virgem, o Rompe Mato, o Sete Flechas, a Cachoeira, a Jurema e os Caboclos representam facetas arquetípicas da Divindade.
Elas não multiplicam Deus num falso panteismo mas concretizam, sob os mais diversos nomes, o único e mesmo Deus.
Este se sacramentaliza nos elementos da natureza como nas montanhas, nas cachoeiras, nas matas, no mar, no fogo e nas tempestades. Ao confrontar-se com estas realidades, o fiel entra em comunhão com Deus.
A Umbanda é uma religião profundamente ecológica.
Devolve ao ser humano o sentido da reverência face às energias cósmicas. Renuncia aos sacrifícios de animais para restringir-se somente às flores e à luz, realidades sutis e espirituais.
Há um diplomata brasileiro, Flávio Perri, que serviu em embaixadas importantes como Paris, Roma, Genebra e Nova York que se deixou encantar pela religião da Umbanda.
Com recursos das ciências comparadas das religiões e dos vários métodos hermenêuticos elaborou perspicazes reflexões que levam exatamente este título O Encanto dos Orixás, desvendando-nos a riqueza espiritual da Umbanda.
Permeia seu trabalho com poemas próprios de fina percepção espiritual. Ele se inscreve no gênero dos poetas-pensadores e místicos como Alvaro Campos (Fernando Pessoa), Murilo Mendes, T. S. Elliot e o sufi Rumi.
Mesmo sob o encanto, seu estilo é contido, sem qualquer exaltação, pois é esse rigor que a natureza do espiritual exige.
Além disso, ajuda a desmontar preconceitos que cercam a Umbanda, por causa de suas origens nos pobres da cultura popular, espontaneamente sincréticos.
Que eles tenham produzido significativa espiritualidade e criado uma religião cujos meios de expressão são puros e singelos revela quão profunda e rica é a cultura desses humilhados e ofendidos, nossos irmãos e irmãs.
Como se dizia nos primórdios do Cristianismo que, em sua origem também era uma religião de escravos e de marginalizados, “os pobres são nossos mestres, os humildes, nossos doutores”.
Talvez algum leitor/a estranhe que um teólogo como eu diga tudo isso que escrevi. Apenas respondo: um teólogo que não consegue ver Deus para além dos limites de sua religião ou igreja não é um bom teólogo.
É antes um erudito de doutrinas. Perde a ocasião de se encontrar com Deus que se comunica por outros caminhos e que fala por diferentes mensageiros, seus verdadeiros anjos.
Deus desborda de nossas cabeças e dogmas.

Leonardo Boff é teólogo´
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/

MÚSICA

FOTOGRAFIA


O vermelho e o negro. Clique na imagem.

Domingo, Novembro 29, 2009

MÚSICA


Almir Sater - RIO DE LÁGRIMAS

POESIA

ADORMECIDA
Castro Alves

Uma noite, eu me lembro... Ela dormia
Numa rede encostada molemente...
Quase aberto o roupão... solto o cabelo
E o pé descalço do tapete rente.

'Stava aberta a janela. Um cheiro agreste
Exalavam as silvas da campina...
E ao longe, num pedaço do horizonte,
Via-se a noite plácida e divina.

De um jasmineiro os galhos encurvados,
Indiscretos entravam pela sala,
E de leve oscilando ao tom das auras,
Iam na face trêmulos — beijá-la.

Era um quadro celeste!... A cada afago
Mesmo em sonhos a moça estremecia...
Quando ela serenava... a flor beijava-a...
Quando ela ia beijar-lhe... a flor fugia...

Dir-se-ia que naquele doce instante
Brincavam duas cândidas crianças...
A brisa, que agitava as folhas verdes,
Fazia-lhe ondear as negras tranças!

E o ramo ora chegava ora afastava-se...
Mas quando a via despeitada a meio,
P'ra não zangá-la... sacudia alegre
Uma chuva de pétalas no seio...

Eu, fitando esta cena, repetia
Naquela noite lânguida e sentida:
"Ó flor! — tu és a virgem das campinas!
"Virgem! — tu és a flor da minha vida!..."

FOTOGRAFIA

Cenas de um casamento. Clique na imagem.

POESIA

Cântico dos Cânticos, 7
Rei Salomão.

1. Vira, vira, Sulamita, vira, vira, para que possamos ver-te! Por que olhais para a Sulamita, entre dois coros a dançar?
2. Quão belos são teus pés nas sandálias, ó filha de príncipe! Os contornos dos teus quadris são como colares, fabricados por mãos de artista.
3. Teu umbigo é uma taça torneada onde nunca faltará vinho de qualidade; teu ventre é um monte de trigo, cercado de lírios.
4. Teus dois seios são como dois filhotes de cervo, gêmeos de gazela,
5. e teu pescoço é como uma torre de marfim. Teus olhos são como as piscinas de Hesebon, junto à porta de Bat-Rabim; e teu nariz é como a torre do Líbano, que aponta na direção de Damasco.
6. Tua cabeça é como o Carmelo e teus cabelos têm a cor da púrpura, prendendo o rei com os seus anéis.
7. Quão bela e quão encantadora és tu, ó querida, entre as delícias!
8. Teu talhe assemelha-se ao da palmeira e teus seios, a cachos.
9. Eu disse: “Subirei à palmeira e colherei seus frutos!” E teus seios serão como cachos de uva e o perfume da tua boca, como o das maçãs.
10. Teu paladar será como vinho excelente…
10. …digno de ser bebido por meu amado e degustado por seus lábios e dentes.
11. Eu sou para meu amado e seu desejo é para mim.
12. Vem, amado, saiamos para o campo, pernoitemos nas aldeias:
13. de manhã iremos logo para as vinhas, a ver se a videira floresceu, se as flores estão-se abrindo, se floresceram as romãzeiras: ali te darei os meus amores.
14. As mandrágoras espalharam seu perfume: às nossas portas, todos os melhores frutos, novos e velhos, guardei para ti, ó meu amado.

FOTOGRAFIA


Friozinho gostoso. Chamonix., upload feito originalmente por Charles Fonseca.

FAMÍLIA

Síndrome de alienação parental

Síndrome de alienação parental (SAP), também conhecida pela sigla em inglês PAS, é o termo proposto por Richard Gardner em 1985 para a situação em que um dos pais de uma criança a treina para romper os laços afetivos com o outro genitor, criando fortes sentimentos de ansiedade e temor em relação ao genitor que causa a situação (e não ao que é vítima dela).
Características
Habitualmente é um fenômeno desencadeado por um dos pais em relação ao outro, do mesmo modo que não é necessariamente causada por divórcio ou separação, mas também pode ser provocado por outra pessoa distinta do guardião do menor (novo companheiro(a), avós, tios, etc.). Também se tem observado casos dentro de famílias intactas (que não sofreram separação), ainda que sejam menos frequentes.
Gardner distingue três tipos de SAP: leve, moderada e aguda, aconselhando diversas formas de ação para cada um dos tipos e destacando a importância de distiguirem que caso se está atuando.
Atualmente existe muita informação sobre este fenômeno, que possui legislação específica sobre a matéria em diversos países, sendo incluindo no Código Civil de diversos estados dos EUA e México. O Tribunal Europeu de Direitos Humanos de Estrasburgo também o reconhece igualmente em diversas sentenças sobre temas de família.
É característico dos filhos que estejam envolvidos no processo de divórcio, visto que é provocada pelo genitor responsável pela alienação, mediante uma mensagem e uma programação contituindo o que normalmente se denomina lavagem cerebral. Os filhos que sofrem desta síndrome, desenvolvem um ódio patológico e injustificado contra o pai ou mãe alienado, e tem consequências devastadoras para o desenvolvimento físico e psicológico destes. Consequentemente a síndrome afeta também a familiares do genitor alienado, como avós, tios, primos, etc. Outras vezes, sem chegar a sentir ódio, a SAP provoca nos filhos uma deterioração da imagem do genitor alienado, resultando em valores sentimentais e sociais menores do que aqueles que qualquer criança tem e necessita: o filho(a) não se sente orgulhoso de sua mãe ou pai como as demais crianças. Esta forma mais sutil, que se valerá da omissão e negação de tudo o que se refere à pessoa alienada, não produzirá danos físicos nos menores, mas sim em seu desenvolvimento social e psicológico a longo prazo, quando na idade adulta exercerão seu papel de pai ou mãe.
Crianças vítimas da Síndrome da Alienação Parental são mais propensas a:
1. Apresentar distúrbios psicológicos como depressão, ansiedade e pânico.
2. Utilizar drogas e álcool como forma de aliviar a dor e culpa da alienação.
3. Cometer suicídio.
4. Apresentar baixa auto-estima.
5. Não conseguir uma relação estável, quando adultas.
6. Possuir problemas de gênero, em função da desqualificação do genitor alienado.

• Richard Gardner (2002). Síndrome da Alienação Parental (SAP).

Associações em Portugal que lutam contra este fenómeno:
• Pais para Sempre.
• Blog da Pais para Sempre.
• Acolher.



http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADndrome_de_aliena%C3%A7%C3%A3o_parental

100 músicas dos últimos 100 anos você poderá ouvir clicando à direita abaixo do Quem sou eu.

"Eles se foram" você poderá ver clicando em Charles Fonseca Poemas, lado direito, acima.

PINTURA


Nicolas Poussin - 1635-1637 - A Amamentação de Júpiter. Clique na imagem.

Sábado, Novembro 28, 2009

"Os olhos de minha amada" você poderá ver clicando em Charles Fonseca Poemas, lado direito, acima.

POESIA

SE VAIS
Onestaldo de Pennafort

Se vais em busca da Fortuna, pára:
nem dês um passo de onde estás. . . Mais certo
é que ela venha ter ao teu deserto,
que vás achá-la em sua verde seara.

Se em busca vais do Amor, volta e repara
como é enganoso aquele céu aberto:
mais longe está, quando parece perto,
e faz a noite da manhã mais clara.

Deixa a Fortuna, que te está distante,
e deixa o Amor, que teu olhar persegue
como perdido pássaro sem ninho.

... Porém, ó negro cavaleiro andante,
se vais em busca da Tristeza, segue,
que hás de encontrá-la pelo teu caminho!

Sexta-feira, Novembro 27, 2009

"A trote" você poderá ver clicando em Charles Fonseca Poemas, lado direito, acima.

FOTOGRAFIA


Christ and the cross, upload feito originalmente por Adilson Andrade.

Quinta-feira, Novembro 26, 2009

MÚSICA

"Dona Canô"- (Daniela Mercury, Mariene de Castro & Banda Dida)

"Pingo d'aguardente" você poderá ver clicando em Charles Fonseca Poemas, lado direito, acima.

MÚSICA

Sergei Rachmaninoff - Rhapsody On A Theme Of Paganini

"Ao espelho". Você poderá ver clicando em Charles Fonseca Poemas, lado direito, acima.

POESIA

PLENA NUDEZ
Raimundo Correia

Eu amo os gregos tipos de escultura:
Pagãs nuas no mármore entalhadas;
Não essas produções que a estufa escura
Das modas cria, tortas e enfezadas.

Quero um pleno esplendor, viço e frescura
Os corpos nus; as linhas onduladas
Livres: de carne exuberante e pura
Todas as saliências destacadas...

Não quero, a Vênus opulenta e bela
De luxuriantes formas, entrevê-la
De transparente túnica através:

Quero vê-la, sem pejo, sem receios,
Os braços nus, o dorso nu, os seios
Nus... toda nua, da cabeça aos pés!

Quarta-feira, Novembro 25, 2009

FOTOGRAFIA


PORTAS DO CARMO, upload feito originalmente por Fernando Sergio.

Portada da Igreja Carmo. Cachoeira - Bahia - Brasil. Agosto, 2009.

FOTOGRAFIA

PINTURA


O arcanjo São Miguel.

"Cangaço". Você poderá ver clicando em Charles Fonseca Poemas, lado direito, acima.

Terça-feira, Novembro 24, 2009

Turismo: Agora passeie de graça pelo mundo. Logo abaixo do Quem sou eu, ao lado.

"Nas tuas mãos". Você poderá ver clicando em Charles Fonseca Poemas, lado direito, acima.

Segunda-feira, Novembro 23, 2009

FOTOGRAFIA


DSC00267, upload feito originalmente por Charles Fonseca.

Minha vida ainda é verão. Verão.

Clique na imagem.

"Despetalando". Você poderá ver clicando em Charles Fonseca Poemas, lado direito, acima.

MÚSICA

Seu pensamento. Adriana Calcanhoto.

"Só quando o poeta dorme". Você poderá ver clicando em Charles Fonseca Poemas, lado direito, acima.

Domingo, Novembro 22, 2009

SOCIOLOGIA

Coisas de um país não preconceituoso

Em 2003, a juíza Luislinda Dias Valois dos Santos proferiu a primeira sentença brasileira baseada na Lei do Racismo.
Deu ganho de causa a uma negra acusada de ter roubado um frango e dois sabonetes da principal rede de supermercados da Bahia.
Declarada a sentença, Luislinda foi ameaçada de morte. Mas isso não era novidade na vida da primeira juíza negra do Brasil.
Negra, mulher, divorciada, nordestina e de origem pobre, ela costuma dizer que se for morta seu assassino será o racismo.
Tinha nove anos quando um professor lhe disse que seu lugar era na cozinha de uma branca.
Ao ser aprovada no concurso público para procuradora, uma Bahia comandada por coronéis brancos mandou-a para Curitiba.
Para regressar, passou no concurso da Justiça Estadual da Bahia e foi exilada em uma comarca sem luz, telefone e água encanada. De pronto, foi avisada de que, mais dia menos dia, seria morta.
Fez um curso de justiça célere na Austrália e, ao aplicar esse processo por aqui, quiseram saber o que ela ganhava julgando com rapidez.
Advogados já pediram cancelamento de audiência ao saber que a juíza não era branca. Muitos ainda se perguntam o que aquela mulher de rastafári vermelho faz sentada na cadeira do juiz.
Certo dia entrou em um banco e foi chamada e tratada como bandida pelos seguranças. Depois de alguns sustos, passou a ter cuidado com a água que bebe e com o percurso que faz diariamente.
Foram muitas as intimidações para que ela renunciasse à magistratura.
Como não conseguiram matá-la fisicamente, fecharam-lhe todas as portas do Judiciário. Sem se intimidar, passou a fazer audiências na periferia, nos alagados, nos quilombos.
De barco, ônibus ou a pé, a juíza tentou levar justiça à população mais carente.
Porém, foi duramente censurada. Até mesmo do premiado projeto Balcões de Cidadania, do qual foi idealizadora e coordenadora, foi afastada.
Mesmo ganhando diversos prêmios e homenagens, Luislinda é tida, dentro do meio, como uma juíza menor.
Ela tem certeza de que muito do problema do preconceito está dentro do Judiciário, ainda branco e machista.
No Brasil, pouco mais de 1% dos juízes se declaram negros e a maioria, principalmente nas instâncias superiores, é do sexo masculino.
Aos 67 anos, a filha de Iansã tem todos os requisitos necessários para se tornar desembargadora.
Só que Luislinda não precisa jogar búzios, ler cartas ou freqüentar o terreiro de mãe Bebé para saber que ninguém a quer como desembargadora. Como juíza, já incomoda muita gente.


Daniel Campos é poeta, escritor, jornalista, pós-graduado em Comunicação Criativa pela ABJL e autor do portal de literatura e poesia www.danielcampos.biz
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/

POESIA

Cântico dos Cânticos, 6
Rei Salomão

1. Para onde foi o teu amado, ó mais bela das mulheres? onde se escondeu o teu amado, para que o procuremos contigo?
2. Meu amado desceu ao seu jardim, ao canteiro dos aromas, para apascentar nos jardins e colher os lírios.
3. Eu sou para o meu amado e meu amado é para mim, ele que apascenta entre os lírios.
4. Tu és bela, minha amada, como Tersa, formosa como Jerusalém, terrível como um exército em linha de batalha.
5. Afasta de mim teus olhos, pois eles me perturbam. Teus cabelos são como um rebanho de cabras que vêm descendo de Galaad.
6. Teus dentes, como um rebanho de ovelhas que saíram do lavadouro; todas com filhotes gêmeos, sem que haja uma estéril entre elas.
7. Como a metade da romã, assim as tuas faces através do teu véu.
8. Sessenta são as rainhas e oitenta, as concubinas e não têm número as adolescentes;
9. Mas uma só é a minha pomba, minha perfeita, única para sua mãe, a escolhida de quem a concebeu. As moças a viram e a proclamaram venturosa; viram-na as rainhas e as concubinas, e a louvaram:
10. Quem é esta que avança como a aurora que desponta, bela como a lua, incomparável como o sol, terrível como um exército em linha de batalha?
11. Desci ao jardim das nogueiras para ver os frutos dos vales e verificar se a vinha já havia florido e se já tinham germinado as romãs.
12. Meu espírito não percebeu quando ele me assentou na carruagem do príncipe do meu povo.

FOTOGRAFIA


Na pompa de Pompéia, upload feito originalmente por Charles Fonseca.

POESIA

POEMAS
Charles Fonseca

Poemas são qual queixumes
Que simbolizam passados
São esperanças dos prados
Colhidos, são como lumes.

Poemas embalam vidas
Enquanto o real não chega,
Imagens quantas, são nesga
De amor por fresta amiga.

Poemas permitem espera
Ai, quantos que em mim tiveram,
Quantos a mim me houveram,
Símbolos de duras eras!