Charles Fonseca
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Poesia, prosa, pintura, música, religião. Pix 01863134549
Charles Fonseca
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Charles Fonseca
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" O estilo de Santo Agostinho é marcado pela fusão de filosofia platônica com teologia cristã, caracterizado por uma prosa introspectiva, apaixonada e analítica, focada na interioridade, na graça divina e na busca pela verdade. Sua escrita frequentemente utiliza confissões pessoais, diálogos e metáforas para explicar conceitos complexos como tempo, alma e o livre-arbítrio.
Casa do Saber
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Principais Características do Estilo Agostiniano:
Introspecção e Psicologia: Foca na análise da alma humana, sua interioridade e busca pessoal por Deus.
Fusão Fé-Razão: Harmoniza a fé cristã com a filosofia neoplatônica.
Estilo Confessional: Uso de narrativas em primeira pessoa, como em sua obra "Confissões".
Uso de Metáforas: Explica conceitos teológicos e filosóficos de forma profunda e poética.
Providencialismo Histórico: Defesa de que a história é um plano divino, com foco na "Cidade de Deus".
A Iluminação Divina: Teoria de que o conhecimento verdadeiro é revelado por Deus.
Ética do Amor: Associa o amor à vontade humana e à busca pela virtude. " IA
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Quando os olhos se abriram na manhã
ele viu réstias de luz
sentiu o vento leve panejando as cortinas.
Não sabia onde estava.
Nada em volta era familiar
nada chegava do dia anterior.
Deitado ficou
sem lembranças, sem nada pensar.
Apenas um vivente acordando
de um sono sem sonhos de cem anos.
O sol, o vento
as cortinas na janela...
Uma nova aurora
dia qualquer, qualquer lugar.
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De um varão em mil casos agitados,
Que as praias discorrendo do Ocidente,
Descobriu recôncavo afamado
Da capital brasílica potente;
Do Filho do Trovão denominado,
Que o peito domar soube à fera gente,
O valor cantarei na adversa sorte,
Pois só conheço herói quem nela é forte.
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Charles Fonseca
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1. Santo Deus, vem inflamar
Nossos débeis corações;
Vem as trevas dissipar,
Livra-nos de imperfeições.
2. Sim, ó Deus, vem dirigir
Este culto a celebrar;
Vem, oh, vem-nos revestir
De fervor pra Te louvar!
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Fernando Pessoa
Charles Fonseca
1. Santo! Santo! Santo! Deus Onipotente!
Cedo de manhã cantaremos teu louvor.
Santo! Santo! Santo! Deus Jeová triúno,
És um só Deus, excelso Criador.
2. Santo! Santo! Santo! Todos os remidos,
Juntos com os anjos, proclamam teu louvor.
Antes de formar-se o firmamento e a terra.
Eras, e sempre és e hás de ser, Senhor.
3. Santo! Santo! Santo! Nós, os pecadores,
Não podemos ver tua glória sem tremor.
Tu somente és Santo; não há nenhum outro,
Puro e perfeito, excelso Benfeitor.
4. Santo! Santo! Santo! Deus Onipotente!
Tuas obras louvam teu nome com fervor.
Santo! Santo! Santo! Justo e compassivo,
És um só Deus, supremo Criador.
Cancioneiro
| O tempo que eu hei sonhado Quantos anos foi de vida! Ah, quanto do meu passado Foi só a vida mentida De um futuro imaginado! Aqui à beira do rio A 'sp'rança que pouco alcança! Ondas do rio, tão leves Gastei tudo que não tinha. Leve som das águas lentas, Que fiz de mim? Encontrei-me Som morto das águas mansas Sou já o morto futuro. Ondas passadas, levai-me |
"Transgressão, Hibridismo e Experimentação – O Tropicalismo foi um movimento cultural brasileiro surgido no final da década de 1960 que teve forte impacto nas artes visuais, na música, na literatura e no teatro. Caracterizou-se por uma atitude irreverente, experimental e crítica diante das tradições culturais e políticas vigentes, propondo uma síntese entre o popular e o erudito, o nacional e o estrangeiro, o moderno e o arcaico.
No campo das artes visuais, um dos marcos iniciais do Tropicalismo foi a obra “Tropicália” (1967), de Hélio Oiticica, uma instalação que convidava o público a interagir com um labirinto construído com elementos típicos da cultura brasileira. Essa obra não apenas nomeou o movimento como também sintetizou seu espírito antropofágico e sensorial, rompendo as barreiras entre arte e vida, espectador e obra. A Antropofagia, movimento da arte moderna da primeira metade do XX, foi uma grande inspiração para o movimento tropicalista.
O Tropicalismo também teve grande expressão na música, com nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa, Os Mutantes e Tom Zé, que misturaram gêneros como bossa nova, rock psicodélico, samba, música caipira e ritmos africanos, em letras muitas vezes críticas à situação política do país sob a ditadura militar. Além disso, o movimento se alinhava a uma crítica às noções fixas de identidade nacional e ao conservadorismo cultural. Os tropicalistas defendiam uma arte que refletisse as contradições do Brasil e que fosse capaz de incorporar a complexidade do país, tanto em sua diversidade cultural quanto em sua realidade social e política.
Apesar de sua curta duração, o Tropicalismo marcou profundamente a cultura brasileira, sendo lembrado como um momento de transgressão, inovação estética e enfrentamento simbólico à repressão. Seu legado permanece presente em expressões artísticas contemporâneas que dialogam com a multiplicidade e a crítica cultural"
Cânticos de Salomão
Em Hopper, não há a solidão que todos dizem.
Aquele casal na lanchonete,
as moças no quarto
ou no vagão de trem
estão imobilizados de vida
— de vida tão grave
que nada escapa (como nos buracos negros)
de seu campo de gravidade.
Ali estão os autômatos de Hopper
em sua fantástica viagem em torno de si mesmo.
Não é a vida americana
que é criticada.
O que nos desnorteia em Hopper
— e nos fascina —
é que nos vemos na lanchonete,
na parada de ônibus ou no vagão de trem.
Estamos imobilizados — hopperianos —
em têmpera e colorido,
fixos na tela do tempo,
e, irremediavelmente, presos a nós mesmos,
a vida como um quadro americano
do qual não podemos escapar
Santo Agostinho
A Deus, supremo Benfeitor,
Vós anjos e homens dai louvor;
A Deus o Filho, a Deus o Pai,
A Deus Espírito, glória dai.
Somos oceano nas extremidades.
Contemplo minhas unhas,
conchas do mar.
Tanto brilham essas partes!
Fecham extremidades,
ilusória completude.
Somos oceano,
peixe e cautela,
flutuação e peso em luta na água,
correnteza e vida,
ave e liberdade.
E nada quero dizer do amor.
Alheio-me, abstraio-me,
ânsia e vertigem,
sonho profundidades inauditas,
mergulho.
Charles Fonseca
Charles Fonseca
1. Ao Deus de amor e de imensa bondade,
Com voz de júbilo vinde e aclamai;
Com coração transbordante de graças,
Seu grande amor, todos, vinde e louvai.
* No céu, na terra, que maravilhas
* Vai operando o poder do Senhor!
* Mas seu amor aos homens perdidos
* Das maravilhas és sempre a maior!
2. Já nossos pais nos contaram a glória
De Deus, falando com muito prazer,
Que nas tristezas, nos grandes perigos,
Ele os salvou por seu grande poder.
* No céu, na terra, que maravilhas
* Vai operando o poder do Senhor!
* Mas seu amor aos homens perdidos
* Das maravilhas és sempre a maior!
3. Hoje, também nós bem alto cantamos
Que as orações Ele nos atendeu;
Seu forte braço, que é tão compassivo,
Em nosso auxílio, Ele sempre estendeu.
* No céu, na terra, que maravilhas
* Vai operando o poder do Senhor!
* Mas seu amor aos homens perdidos
* Das maravilhas és sempre a maior!
4. Como até hoje e daqui para sempre,
Ele será nosso eterno poder,
Nosso castelo bem forte e seguro,
E a nossa fonte de excelso prazer.
* No céu, na terra, que maravilhas
* Vai operando o poder do Senhor!
* Mas seu amor aos homens perdidos
* Das maravilhas és sempre a maior!
“Quando o general Bonaparte se apaixonou pela Madame de Beauharnais, foi amor em todo o poder e força do termo”, assim escreveu Auguste de Marmont, amigo de Napoleão, sobre quando o corsário se interessou por Joséphine no ano de 1795. Os dois haviam se conhecido num dos salões de Madame de Stäel e Napoleão ficou completamente arrebatado por aquela graciosa viúva, 6 anos mais velha. A jovem mãe era considerada uma mulher de ótima aparência e fazia uma bela figura nos salões em que costumava frequentar.
O interesse dé Bonaparte, porém, foi levemente correspondido, causando assim desconcerto entre os amigos de Joséphine, que se sentiu atraída pela ambição e inteligência do pretendente. Aos 26, o general já era rico e famoso. Mudou-se para uma belíssima casa na Place Vendôme e redobrou os apelos para a amada. Seu afeto por aquela a quem chamou de o “único objeto em meu coração” pode ser conferido numa série de cartas ele lhe dirigiu ao longo dos anos inciais de seu relacionamento.
“Foi aparentemente sua primeira paixão e ele sentiu-a como todo o vigor de sua natureza”, completou Auguste de Marmont, fazendo uma reflexão sobre a natureza dos sentimentos do futuro imperador dos franceses para com Joséphine. Depois que Napoleão se tornou o herói do Termidor, a viúva de Beauharnais ficou cada vez mais tentada a permitir que ele lhe fizesse a corte e então lhe escreveu:
"Já não vindes mais ver tua amiga que vos quer muito. Desertaste-a mesmo. Isso é um erro, pois ela está ternamente atraída por vós. Vinde almoçar comigo amanhã, septiti. Quero ver-vos e falar convosco sobre assuntos de vosso interesse. Boa noite, mon ami, je vous abrace" (apud WILLIAMS, 2014, p. 115).
Assim que recebeu essa carta, Napoleão rapidamente respondeu que: “Não posso imaginar a razão para o tom de sua carta. Imploro que acredite que ninguém deseja tanto sua amizade como eu, ninguém está mais ansioso por prova-lo” (apud WILLIAMS, 2014, p. 115). Logo no início, Joséphine resistiu aos pedidos do general por maior intimidade em seu relacionamento, embora não por muito tempo. Em dezembro de 1795, sua biógrafa Kate Williams acredita que eles já tinham se tornado amantes. Às 7 da manhã do dia 29, ele escreveu uma carta para a amante, extasiado depois de sua primeira noite juntos:
"Acordo preenchido por pensamentos vossos. Vossa imagem, e os prazeres inebriantes da noite passada não dão descanso aos meus sentidos. Doce e emocionante Joséphine, que estranho poder tendes sobre meu coração! Estais zangada comigo? Estais infeliz? Estais incomodada? Minha alma está quebrada de desgosto e meu amor por vós nega-me repouso. Mas como posso descansar, quando cedo à sensação que me esmaga o ser, quando bebo dos vossos lábios e do vosso coração uma chama entorpecente? Sim! Uma noite ensinou-me quão aquém da realidade fica vosso retrato! Começais ao meio dia: em três horas irei ver-vos novamente. Até lá mil beijos, mio dolce amore, mas não me devolvais nenhum porque me incendeiam a alma" (apud WILLIAMS, 2014, p. 116).
Diferentemente de outras cartas de amor trocadas no período entre amantes como Lorde Nelson a Emma (que dizia ama-la como “a um pudim”), as de Napoleão a Joséphine são consideradas uma obra-prima do amor-paixão. Naquela época, o amor romântico propalado pelas obras de Goethe, ou A Nova Heloísa de Rousseau, era expresso por meio desse correio sentimental.
O general deu vazão ao desejo sexual na escrita de suas palavras, muitas vezes chegando a furar o papel, tamanha era a força e impaciência com que ele segurava a pena e cobria as palavras erradas com borrões. Vivia na expectativa de tê-la novamente entre os braços. Na cama, os dois se entregavam aos mais curiosos jogos de sedução, desde o uso de fantasias ao de espelhos estrategicamente posicionados no quarto para refletir seus corpos nus, iluminados pela chama das velas. Conforme Napoleão escreveria mais tarde, ele nunca “esqueceu essas visitas” à “pequena floresta negra”. Assim que se tornaram amantes, ele logo demonstrou interesse em toma-la por esposa e se jogava aos seus pés quando ela se recusava a aceitar.
Texto: Renato Drummond Tapioca Neto
Imagem: Napoleão e Joséphine em seu leito de amor. Cena gerada por I.A, segundo os retratos pintados na época.
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Gálatas 5
Charles Fonseca
Canto o que vem comigo desde antes
e são modulações do mesmo grito
Como os grilos que ora tracejam a noite
com seu canto simplesmente folha transformado em vida.
Hoje, que hei de dizer-te?
Que esteve claro o dia e turva a vista
Que nada retive de seu esplendor
já outonal, senão um ritmo
Este que faz as mãos acariciar as palavras
como se fossem de vidro.
Platão
São Mateus 6
Platão
1. A nosso Pai do céu tributa, lábio meu,
Glória e louvor!
A quem seu Filho deu, o qual por nós morreu,
A quem me prostro eu; glória ao Senhor!
2. Louvemos ao Senhor, o Santo Redentor,
O Rei Jesus!
Sua morte me remiu, a mim, tão pecador,
E assim o céu me abriu; glória a Jesus!
3. Espírito de Deus, mandado por Jesus,
Louvor a ti!
De Cristo o grande amor revela, Instruidor!
Sê meu renovador! Louvor a ti!
4. Louvemos com ardor, com gozo e com fervor
O trino Deus!
Eternamente ali, em canto abrasador,
Trindade santa, a ti louvor nos céus!
Dalila Teles Veras
II Timóteo 3
Charles Fonseca
Mire e veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas - mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior. É o que a vida me ensinou.
Charles Fonseca
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1. Onipotente Rei, aqui presente sê
No teu poder;
Em teu excelso amor inspira-nos louvor;
Queremos-te, Senhor, engrandecer.
2. Ó poderoso Deus, nos ouve lá dos céus
A petição.
Vem-nos abençoar, e vem fazer brotar
O que se semear no coração.
3. Vem Tu, Consolador, sê testificador
Da redenção.
No templo vem entrar, a obra completar.
Das manchas vem limpar o coração.
4. Ó grande, trino Deus, sim, Te adoramos nós.
E só a Ti!
Santificar-nos-ás, ao céu nos levarás,
A glória nos darás Contigo aí.
Charles Fonseca
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4 - Ao Deus Santo
Santo, Santo, Santo,
És Tu, Senhor!
Louvem-Te nos altos céus,
E na terra os filhos teus,
Ó Deus de amor.
o rubicão ali está e precisa ser atravessado
na margem a poeta e seu pálido poema hesitam diante do incontornável ponto sem retorno funda-se o gesto destemido e ação determinante antes do mergulho cantarola uma canção para embalar utopias e braços flácidos nada e afunda nada e afunda
Salmo 25
Charles Fonseca
O sisudo Ruy Barbosa toda noite nos observava. Eu e ela no escuro uma paixão e eu bolinava. O seu nome eu não digo. Confesso tinha saudade. Não me quis. Nem sei se ainda vive. No meu peito é que a guardo. Quero vê-la. Alguém me diz?
Charles Fonseca
• Gilberto Gil
DOMINGO NO PARQUE
(1967)
O rei da brincadeira
Ê, José!
O rei da confusão
Ê, João!
Um trabalhava na feira
Ê, José!
Outro na construção
Ê, João!
A semana passada
No fim da semana
João resolveu não brigar
No domingo de tarde
Saiu apressado
E não foi pra Ribeira jogar
Capoeira!
Não foi pra lá
Pra Ribeira, foi namorar
O José como sempre
No fim da semana
Guardou a barraca e sumiu
Foi fazer no domingo
Um passeio no parque
Lá perto da Boca do Rio
Foi no parque
Que ele avistou
Juliana
Foi que ele viu
Foi que ele viu Juliana na roda com João
Uma rosa e um sorvete na mão
Juliana seu sonho, uma ilusão
Juliana e o amigo João
O espinho da rosa feriu Zé
(Feriu Zé!) (Feriu Zé!)
E o sorvete gelou seu coração
O sorvete e a rosa
Ô, José!
A rosa e o sorvete
Ô, José!
Foi dançando no peito
Ô, José!
Do José brincalhão
Ô, José!
O sorvete e a rosa
Ô, José!
A rosa e o sorvete
Ô, José!
Oi girando na mente
Ô, José!
Do José brincalhão
Ô, José!
Juliana girando
Oi girando!
Oi, na roda gigante
Oi, girando!
Oi, na roda gigante
Oi, girando!
O amigo João (João)
O sorvete é morango
É vermelho!
Oi, girando e a rosa
É vermelha!
Oi girando, girando
É vermelha!
Oi, girando, girando
Olha a faca! (Olha a faca!)
Olha o sangue na mão
Ê, José!
Juliana no chão
Ê, José!
Outro corpo caído
Ê, José!
Seu amigo João
Ê, José!
Amanhã não tem feira
Ê, José!
Não tem mais construção
Ê, João!
Não tem mais brincadeira
Ê, José!
Não tem mais confusão
Ê, João!
Abertura com Pergunta Aberta: Começar com perguntas amplas, como "Em que posso ajudar?", permitindo que o paciente conte sua história, o que diminui a ansiedade e desconfiança nos primeiros 5 a 8 minutos.
Empatia e Escuta Ativa: Adotar uma postura de escuta compassiva, focando em acolher o sofrimento sem julgamentos morais, éticos ou religiosos.
Manejo do Tempo e Conteúdo:
Pacientes proliixos: Utilizar perguntas fechadas ou de múltipla escolha para guiar a conversa para temas relevantes.
Evitar o "reflexo semiológico": Não interromper imediatamente com perguntas técnicas ao ouvir a primeira queixa.
Entrevista Motivacional: Técnica focada em aumentar a motivação intrínseca do paciente para mudanças de comportamento, explorando a ambivalência.
Observação e Exame do Estado Mental: A avaliação começa desde o momento em que o paciente entra no consultório, observando comportamento, aparência, fala e humor.
Fontes Múltiplas: Em emergências ou casos complexos, a entrevista inclui o relato de familiares ou acompanhantes para validação das informações.
Acolhimento da Fala: Não pôr em dúvida os sintomas relatados e evitar conclusões apressadas, garantindo que o paciente se sinta seguro.
Essas abordagens visam não só o diagnóstico, mas também aumentar a aderência ao tratamento
IA
IA
Chico Buarque
CONSTRUÇÃO
Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego
Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho seu como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse o máximo
Bebeu e soluçou como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público
Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contramão atrapalhando o sábado
(Composição: Chico Buarque - 1971)
Não chorei não dei um pio. Sem piedade só o golpe no consórcio. Minha vocação seria o sacerdócio. Caí na estrada vate vadio. A epopeia a só caminhada. Nova companhia malfadada. Bodas de ouro com todo o direito. Longa jornada. A minha dentro do peito.
Sempre que o trono de São Pedro fica vazio, o mundo inteiro para com os olhos fixos em uma pequena chaminé no telhado da Capela Sistina.
Quando a fumaça branca (Fumata Bianca) sobe aos céus, os sinos tocam: Habemus Papam! Temos um Papa, esse é um dos símbolos mais famosos da humanidade.
Mas o que as câmeras nunca mostram é o momento de puro impacto humano que acontece logo em seguida, longe dos olhares da multidão.
Assim que aceita a eleição e escolhe seu nome oficial, antes de aparecer na sacada para o mundo, o novo Papa é levado a um cômodo minúsculo, logo ao lado do altar da Capela Sistina.
Esse quarto reservado, mobiliado de forma simples com um sofá de veludo vermelho e uma mesa, é conhecido historicamente como a "Sala das Lágrimas" (Camera Lacrimatoria), o nome não é por acaso e carrega um peso emocional esmagador.
Nesse pequeno quarto, ficam dispostas três batinas brancas de tamanhos diferentes (pequeno, médio e grande), preparadas pela tradicional alfaiataria Gammarelli, para que o eleito possa se vestir rapidamente, mas os relatos de bastidores revelam que a imensa maioria dos cardeais, ao entrarem ali sozinhos e perceberem a responsabilidade de liderar mais de 1,3 bilhão de fiéis, simplesmente desaba a chorar.
É o momento exato em que a ficha cai: ele deixará seu antigo nome, sua pátria e sua privacidade para sempre, o homem chora de angústia e choque, para que, minutos depois, o líder possa sorrir e abençoar a multidão que o aguarda na Praça de São Pedro.
Você conhecia esse lado tão humano e solitário por trás de um dos cargos mais poderosos do mundo?
O que você faria se recebesse uma responsabilidade desse tamanho? 👇🕊️
📚 Fontes e Referências:
Vatican News – Protocolos e rituais da eleição papal.
Gammarelli (Roma) – A história da confecção das três batinas para o conclave.
Arquivos do Vaticano – Descrição arquitetônica e histórica da Capela Sistina.
#Vaticano #Papa #Historia #Curiosidades #Religiao #SalaDasLagrimas #Roma #JornadaMundo #Bastidores #FatosIncríveis #Conclave #HabemusPapam
Voltar de novo a pousar os olhos
Nos elefantes de pedra do sertão
Passivos e silenciosos, engolem
A poeira dos dias em seu repouso sem fim
Sua silhueta búdica se alonga no horizonte árido
Lançando aos viajantes um
Bocejo azul de céu permanente
O vento morno cava superfícies imperceptíveis
Tangendo para mais longe o sentido da eternidade
Enquanto a criança que fui sonha sempre com o dia em que
Os elefantes rochosos acordem do sono
Levantem-se e partam em bando
Ao encontro de um glorioso e definitivo ocaso
Romanos 10
Ó gratos ao Senhor,
Ao vosso Rei louvai;
Com alegria e com fervor, (bis)
Seu culto celebrai!(bis)
A Ele pertencem
Bênção e sabedoria,
Sim, glória e soberania,
Agora e pra sempre, sem fim.
IA
Não leia odes, meu filho, leia os horários dos trens:
são mais exatos. Desenrole os mapas náuticos
enquanto ainda é tempo. Fique atento, não cante.
Virá o dia em que voltarão a pregar listas
no portão e a pintar marcas no peito dos que dizem
não. Aprenda a passar incógnito, aprenda mais que
a mudar de bairro, de passaporte, de rosto.
Exercite a pequena traição,
a imunda salvação de cada dia. É para
fazer fogo que servem as encíclicas,
e os manifestos, para embrulhar a manteiga e o sal
dos indefesos. Raiva e paciência são necessárias
para soprar nos pulmões do poder
o pó fino e mortífero, moído
por aqueles que tanto puderam aprender,
que são exatos, por você.
Charles Fonseca
Atos dos Apóstolos
Charles Fonseca
Charles Fonseca
DEFMA
IA
1. A Ti, ó Deus, fiel e bom Senhor.
Eterno Pai, Supremo Benfeitor,
Nós, os teus servos, vimos dar louvor,
Aleluia! Aleluia!
2. A Ti, Deus Filho, Salvador Jesus,
Da graça a fonte, da verdade a luz,
Por teu amor, medido pela cruz,
Aleluia! Aleluia!
3. A Ti, ó Deus, real Consolador,
Divino fogo, santificador,
Que nos anima e nos acende o amor,
Aleluia! Aleluia!
4. A Ti, Deus trino, Poderoso Deus,
Que estás presente sempre junto aos teus,
A ministrar as bênçãos lá dos céus,
Aleluia! Aleluia!
São João 3
Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.
É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.
Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.
O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
foto" manuel bandeira - chico buarque - tom jobim e vinicius de moraes
Charles Fonseca
Charles Fonseca
Eucanaã Ferraz
IA
Roberval Pereyr
São Mateus 3
Charles Fonseca
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