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terça-feira, junho 21, 2016
Sua segurança
Não viajar à noite, não pegar táxis não registrados, andar sempre acompanhado, evitar áreas suspeitas, evitar comida não cozida, só tomar água engarrafada ou fervida, lavar as mãos com frequência.
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quarta-feira, fevereiro 13, 2013
Ônibus de turismo é incendiado nesta manhã na Tapera, em Florianópolis
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sexta-feira, novembro 16, 2012
Denúncia anônima à polícia: 181. Se não for urgente, no outro quarteirão, no shopping, no outro bairro onde você não mora. Marcar encontro? Esqueça.
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quarta-feira, novembro 07, 2012
Dona de loja oferece US$ 10 mil para policial que mate ladrão
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sexta-feira, agosto 03, 2012
Conhecer vizinho aumenta segurança pública
Conhecer vizinho aumenta segurança pública
De vez em quando eu lia notícias no Brasil sobre alguma rua sem saída que havia sido fechada pelos moradores, numa tentativa desesperada de conter a violência. Se fosse considerado um ato ilegal, e se não tivesse alguém poderoso morando na rua, o portão era colocado abaixo.
Aqui as comunidades são convidadas a fechar suas ruas. Pelo menos por uma noite no ano. O evento que marca a primeira terça-feira de agosto serve para promover a conscientização e a prevenção ao crime. A ideia é que comunidades e polícia atuem juntas para termos cidades mais seguras.
Chamou minha atenção que um elemento fundamental do evento é fazer com que os vizinhos saiam de suas casas e vão às ruas para se conhecerem. Eu supunha que ficar trancado dentro de casa e não interagir com quem mora ao lado era característica de cidade violenta, em que a gente não confia em ninguém, e que nunca aconteceria numa rua cheia de casas que mais parecem de boneca. Mistura de alívio e decepção perceber que alguns problemas são internacionais.
Piqueniques e brincadeiras para as crianças são as atrações para que as comunidades se engajem no chamado “Night Out Against Crime”, um evento nacional que reuniu 37 milhões de pessoas no ano passado. Só em Seattle, foram 1.200 comunidades.
O departamento de polícia diz que o evento da próxima terça-feira é uma oportunidade de levantar questões importantes para a segurança: prevenção ao crime e às drogas, patrulhamento de rua, desenvolvimento de programas locais. E manda uma mensagem aos criminosos de que a comunidade está organizada, ativa, e pronta para o combate.
Já contei aqui que Seattle tem até super-heroi para garantir a segurança de suas ruas. Mas o patrulhamento realizado por civis ficou na berlinda por aqui quando o adolescente Trayvon Martin foi morto por George Zimmerman, em fevereiro. Zimmerman liderava a patrulha na sua comunidade e acabou atirando em Martin, que era negro, num conflito ainda não totalmente esclarecido.
O Brasil já é familiarizado com o conceito de polícia comunitária: população e instituições de segurança pública e defesa social juntas pela resolução de questões relacionadas à promoção de cidades mais seguras para todos.
Acho importante essa mudança de mentalidade. Metanoia, para referenciar a palavra de origem grega. Em vez de se trancar em casa e reclamar que está tudo ruim e ninguém faz nada, assumir seu papel de participante da sociedade e atuar. Em qualquer nível que seja.
Melissa de Andrade é jornalista com mestrado em Negócios Digitais no Reino Unido. Ama teatro, gérberas cor de laranja e seus três gatinhos. Atua como estrategista de Mídias Sociais em Seattle, de onde mantém o blog Preview e, às sextas, escreve para o Blog do Noblat.
De vez em quando eu lia notícias no Brasil sobre alguma rua sem saída que havia sido fechada pelos moradores, numa tentativa desesperada de conter a violência. Se fosse considerado um ato ilegal, e se não tivesse alguém poderoso morando na rua, o portão era colocado abaixo.
Aqui as comunidades são convidadas a fechar suas ruas. Pelo menos por uma noite no ano. O evento que marca a primeira terça-feira de agosto serve para promover a conscientização e a prevenção ao crime. A ideia é que comunidades e polícia atuem juntas para termos cidades mais seguras.
Chamou minha atenção que um elemento fundamental do evento é fazer com que os vizinhos saiam de suas casas e vão às ruas para se conhecerem. Eu supunha que ficar trancado dentro de casa e não interagir com quem mora ao lado era característica de cidade violenta, em que a gente não confia em ninguém, e que nunca aconteceria numa rua cheia de casas que mais parecem de boneca. Mistura de alívio e decepção perceber que alguns problemas são internacionais.
Piqueniques e brincadeiras para as crianças são as atrações para que as comunidades se engajem no chamado “Night Out Against Crime”, um evento nacional que reuniu 37 milhões de pessoas no ano passado. Só em Seattle, foram 1.200 comunidades.
O departamento de polícia diz que o evento da próxima terça-feira é uma oportunidade de levantar questões importantes para a segurança: prevenção ao crime e às drogas, patrulhamento de rua, desenvolvimento de programas locais. E manda uma mensagem aos criminosos de que a comunidade está organizada, ativa, e pronta para o combate.
Já contei aqui que Seattle tem até super-heroi para garantir a segurança de suas ruas. Mas o patrulhamento realizado por civis ficou na berlinda por aqui quando o adolescente Trayvon Martin foi morto por George Zimmerman, em fevereiro. Zimmerman liderava a patrulha na sua comunidade e acabou atirando em Martin, que era negro, num conflito ainda não totalmente esclarecido.
O Brasil já é familiarizado com o conceito de polícia comunitária: população e instituições de segurança pública e defesa social juntas pela resolução de questões relacionadas à promoção de cidades mais seguras para todos.
Acho importante essa mudança de mentalidade. Metanoia, para referenciar a palavra de origem grega. Em vez de se trancar em casa e reclamar que está tudo ruim e ninguém faz nada, assumir seu papel de participante da sociedade e atuar. Em qualquer nível que seja.
Melissa de Andrade é jornalista com mestrado em Negócios Digitais no Reino Unido. Ama teatro, gérberas cor de laranja e seus três gatinhos. Atua como estrategista de Mídias Sociais em Seattle, de onde mantém o blog Preview e, às sextas, escreve para o Blog do Noblat.
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sexta-feira, março 02, 2012
Atendendo ao celular enquanto dirige...
Clique: http://imagenes.telematica. net/2009/VespucioNorte/2009. 09.15/autopista_vespucio_ norte_express.htm
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quarta-feira, janeiro 04, 2012
Prevenção de acidentes no idoso. Medicina. Segurança
PREVENÇÃO DE ACIDENTES NO IDOSO
1. A cama não deve ser muito alta. Deve ter uma altura entre 50 e 55 centímetros, para
que a pessoa possa firmar bem os pés antes de se levantar.
2. Os interruptores precisam ficar ao alcance da pessoa na cama para que ela não tenha
que se movimentar no escuro antes de acender a luz.
3. O piso precisa ser antiderrapante e os tapetes fixos no chão.
4. Barras de apoio no banheiro tanto no vaso como dentro do box são fundamentais para
evitar queda.
5. Os degraus devem ser substituídos por rampas de inclinação leve. Toda escada tem
que ter corrimão e proteção antiderrapante e os beirais dos degraus devem ser pintados
com cores berrantes, como laranja ou amarelo. O idoso deve ser orientado a descer as
escadas de lado, sempre mantendo a mão mais firme no corrimão.
6. As tomadas devem ficar na altura dos interruptores para evita que as pessoas tenham
que se abaixar muito para alcançá-las.
7. Os móveis devem ser adaptados para serem de fácil alcance e devem ter os seus
cantos arredondados. Mesas ou outros moveis que sejam muito utilizados como apoio
devem ser fixados às paredes. A casa deve ter o mínimo de móveis possível, afim de que
os espaços livres fiquem maiores. Os sofás devem ter braços largos para ajudar os
movimentos de se levantar e se sentar.
8. Adapte as cadeiras. Todas devem ter braços laterais de apoio e encosto.
9. As prateleiras não devem se nem muito altas ou baixas para evitar que a pessoa tenha
que se esticar ou abaixar para pegar algo.
10. Adapte as maçanetas, se necessário. Todas devem ser de fácil manuseio, e as portas
não devem ficar trancadas.
11. Ilumine bem todos os ambientes da casa
12. O ideal é que sempre haja alguém em casa, pois caso aconteça algo, ela poderá
prestar ajuda.
COORDENADORIA DO IDOSO
Fonte: Prefeitura Municipal de São Paulo – SEEP - Coordenação do Idoso
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