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sexta-feira, março 12, 2010
O CRAVO. Charles Fonseca
O CRAVO
Charles Fonseca
A rosa em entrevero
Comigo, suposto amado,
Feriu-me, bateu o martelo.
Sangrou-me o peito. Eis o cravo.
Do espinho, fez-me agravo.
Do amor, fez-me uma glosa.
É bela, não mais que rosa.
Já vou. Chamo-me cravo.
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.....O CRAVO
Escreva para o meu e-mail: silvafonseca@gmail.com
domingo, outubro 15, 2006
O CRAVO Charles Fonseca. Poesia
O CRAVO
Charles Fonseca
A rosa em entrevero
Comigo, suposto amado,
Feriu-me, bateu o martelo.
Sangrou-me o peito. Eis o cravo.
Do espinho, fez-me agravo.
Do amor, fez-me glosa.
É bela, não mais que rosa.
Já vou. Chamo-me cravo.
Charles Fonseca
A rosa em entrevero
Comigo, suposto amado,
Feriu-me, bateu o martelo.
Sangrou-me o peito. Eis o cravo.
Do espinho, fez-me agravo.
Do amor, fez-me glosa.
É bela, não mais que rosa.
Já vou. Chamo-me cravo.
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