Temei, Penhas...
Claudio Manoel da Costa
Destes penhascos fez a natureza
O berço em que nasci: oh! quem cuidara
Que entre penhas tão duras se criara
Uma alma terna, um peito sem dureza!
Amor, que vence os tigres, por empresa
Tomou logo render-me; ele declara
Contra meu coração guerra tão rara
Que não me foi bastante a fortaleza.
Por mais que eu mesmo conhecesse o dano
A que dava ocasião minha brandura,
Nunca pude fugir ao cego engano;
Vós que ostentais a condição mais dura,
Temei, penhas, temei: que Amor tirano
Onde há mais resistência mais se apura.
Mostrando postagens com marcador Claudio Manoel da Costa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Claudio Manoel da Costa. Mostrar todas as postagens
terça-feira, outubro 07, 2014
Temei, Penhas... Claudio Manoel da Costa. Poesia
Marcadores:Charles Fonseca,....Charles Fonseca,
Claudio Manoel da Costa,
Poesia
Escreva para o meu e-mail: silvafonseca@gmail.com
quarta-feira, janeiro 27, 2010
TEMEI, PENHAS... Cláudio Manoel da Costa
TEMEI, PENHAS...
Cláudio Manoel da Costa
Destes penhascos fez a natureza
O berço em que nasci: oh! quem cuidara
Que entre penhas tão duras se criara
Uma alma terna, um peito sem dureza!
Amor, que vence os tigres, por empresa
Tomou logo render-me; ele declara
Contra meu coração guerra tão rara
Que não me foi bastante a fortaleza.
Por mais que eu mesmo conhecesse o dano
A que dava ocasião minha brandura,
Nunca pude fugir ao cego engano;
Vós que ostentais a condição mais dura,
Temei, penhas, temei: que Amor tirano
Onde há mais resistência mais se apura.
Cláudio Manoel da Costa
Destes penhascos fez a natureza
O berço em que nasci: oh! quem cuidara
Que entre penhas tão duras se criara
Uma alma terna, um peito sem dureza!
Amor, que vence os tigres, por empresa
Tomou logo render-me; ele declara
Contra meu coração guerra tão rara
Que não me foi bastante a fortaleza.
Por mais que eu mesmo conhecesse o dano
A que dava ocasião minha brandura,
Nunca pude fugir ao cego engano;
Vós que ostentais a condição mais dura,
Temei, penhas, temei: que Amor tirano
Onde há mais resistência mais se apura.
Marcadores:Charles Fonseca,....Charles Fonseca,
Claudio Manoel da Costa,
Poesia
Escreva para o meu e-mail: silvafonseca@gmail.com
Assinar:
Postagens (Atom)
