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quinta-feira, março 15, 2018

Provérbios, 30

1.Palavras de Agur, filho de Jaque, de Massa. Palavras desse homem: Eu me fatiguei por Deus, estou esgotado por Deus, eis-me entregue. 2.Porque eu sou o mais insensato dos homens, não tenho a inteligência de um homem. 3.Não aprendi a sabedoria e não conheci a ciência do Santo. 4.Quem subiu ao céu e quem dele desceu? Quem reteve o vento em suas mãos? Quem envolveu as águas em seu manto? Quem determinou as extremidades da terra? Qual é o seu nome, qual é o nome de seu filho, se é que o sabes? 5.Toda a palavra de Deus é provada, é um escudo para quem se fia nele. 6.Não acrescentes nada às suas palavras, para que ele não te corrija e sejas achado mentiroso. 7.Eu te peço duas coisas, não mas negues antes de minha morte: 8.afasta de mim falsidade e mentira, não me dês nem pobreza nem riqueza, concede-me o pão que me é necessário, 9.para que, saciado, eu não te renegue, e não diga: Quem é o Senhor? Ou que, pobre, eu não roube, e não profane o nome do meu Deus. 10.Não calunies um escravo junto de seu senhor, para que ele não te amaldiçoe e sofras o castigo. 11.Há uma raça que amaldiçoa seu pai e que não abençoa sua mãe. 12.Há uma raça que se julga pura e que não está limpa de sua mancha. 13.Há uma raça , oh, cujos olhos são altivos, com pálpebras levantadas! 14.Há uma raça cujos dentes são espadas e os maxilares, facas, para devorar os desvalidos da terra e os indigentes dentre os homens. 15.A sanguessuga tem duas filhas: Dá! Dá! Há três coisas insaciáveis, quatro mesmo, que nunca dizem: Basta! 16.A habitação dos mortos, o seio estéril, o solo que a água jamais sacia e o fogo que nunca diz: Basta! 17.Os olhos de quem zomba do pai, de quem se recusa obedecer sua mãe: os corvos da torrente o arrebatarão, os filhos da águia o devorarão. 18.Há três coisas que me são mistério, quatro mesmo, que não compreendo: 19.O vôo da águia nos céus, o rastejar da cobra no rochedo, a navegação de um navio em pleno mar, o caminho de um homem junto a uma jovem. 20.Tal é o procedimento da mulher adúltera: come, depois limpa a boca, dizendo: Não fiz mal algum. 21.Três coisas fazem tremer a terra, há mesmo quatro que ela não pode suportar: 22.um escravo que se torna rei, um tolo que está farto de pão, 23.uma filha desprezada que se casa, uma serva que suplanta sua senhora. 24.Há quatro animais pequenos na terra que, entretanto, são sábios, muito sábios: 25.as formigas, povo sem força, que, durante o verão, preparam suas provisões, 26.os arganazes, povo sem poder, que fazem sua habitação nos rochedos, 27.os gafanhotos, que não têm rei e avançam todos em bandos, 28.a lagartixa, que se pode pegar na mão e penetra nos palácios reais. 29.Há três coisas que têm bela aparência, quatro mesmo, que andam garbosamente: 30.O leão, o mais bravo dos animais, que não recua diante de nada, 31.o animal cingido pelos rins, o bode e o rei acompanhado de seu exército. 32.Se tiveres a asneira de elevar-te a ti mesmo, refletindo nisso, depois, põe tua mão à boca, 33.porque quem comprime o leite, tira dele a manteiga, quem aperta o nariz, faz jorrar o sangue, quem provoca a cólera, promove a disputa. "

sábado, março 03, 2018

Provérbios, 28

1.O ímpio foge sem que ninguém o persiga, mas o justo sente-se seguro como um leão. 2.Por causa do pecado de um país, multiplicam-se os chefes, mas sob um homem sábio e sensato [a ordem] perdura. 3.Um pobre que oprime miseráveis é qual chuva torrencial, causa de fome. 4.Quem abandona a instrução, louva o ímpio; quem a observa, faz-lhe guerra. 5.Os homens maus não compreendem o que é justo; os que buscam o Senhor tudo entendem. 6.Mais vale um pobre que caminha na integridade do que um rico em caminhos tortuosos. 7.Um filho inteligente segue a instrução; quem convive com os devassos, torna-se a vergonha de seu pai. 8.Quem aumenta sua fortuna por usuras e logro, ajunta para o que tem piedade dos pequenos. 9.Aquele que afasta o ouvido para não ouvir a instrução, até em sua oração é um objeto de horror. 10.Quem seduz os homens corretos para um mau caminho, cairá no fosso que ele mesmo cavou e para os íntegros caberá a herança da felicidade. 11.O rico julga-se sábio, mas o pobre inteligente penetra-o a fundo. 12.Quando os justos triunfam, há muita alegria; quando os ímpios se erguem, cada qual se esconde. 13.Quem dissimula suas faltas, não há de prosperar; quem as confessa e as detesta, obtém misericórdia. 14.Feliz daquele que vive em temor contínuo; mas o que endurece seu coração, cairá na desgraça. 15.Leão rugidor, urso esfaimado: tal é o ímpio que domina sobre um povo pobre. 16.Um príncipe, destituído de senso, é rico em extorsões, mas o que odeia o lucro viverá longos dias. 17.O homem sobre o qual pesa o sangue de outro fugirá até o fosso: não o retenhas. 18.O que caminha na integridade, será salvo; quem seguir por caminhos tortuosos cairá no fosso. 19.O que cultiva seu solo, terá pão à vontade; o que corre atrás das vaidades fartar-se-á de miséria. 20.O homem leal será cumulado de bênçãos; o que, porém, tem pressa de se enriquecer, não ficará impune. 21.Não é bom mostrar-se parcial: há quem cometa este pecado por um pedaço de pão. 22.O homem invejoso precipita-se atrás da fortuna: não sabe que vai cair sobre ele a indigência. 23.Quem corrige alguém, encontra no fim mais gratidão do que lisonjas. 24.Quem furta de seu pai ou de sua mãe, dizendo: Isto não é pecado!, é colega do bandoleiro. 25.O homem cobiçoso provoca contendas, mas o que se fia no Senhor, será saciado. 26.O que se fia em seu próprio coração, é um tolo; quem caminha com sabedoria, escapará do perigo. 27.O que dá ao pobre, não padecerá penúria, mas quem fecha os olhos ficará cheio de maldições. 28.Quando se erguem os ímpios, cada qual se oculta; quando eles perecem, multiplicam-se os justos."

segunda-feira, fevereiro 26, 2018

Provérbios, 27

1.Não te gabes do dia de amanhã porque não sabes o que ele poderá engendrar. 2.Que seja outro que te louve, não a tua própria boca; um estranho, não teus próprios lábios. 3.Pesada é a pedra, pesada a areia, mais pesada ainda é a cólera de um tolo. 4.Crueldade do furor, ímpetos da cólera: mas quem pode suportar o ciúme? 5.Melhor é a correção manifesta do que uma amizade fingida. 6.As feridas do amigo são provas de lealdade, mas os beijos do que odeia são abundantes. 7.Saciado o apetite, calca aos pés o favo de mel; para o faminto tudo o que é amargo parece doce. 8.Um pássaro que anda longe do seu ninho: tal é o homem que vive longe da sua terra. 9.Azeite e incenso alegram o coração: a bondade de um amigo consola a alma. 10.Não abandones teu amigo, o amigo de teu pai; não vás à casa do teu irmão em dia de aflição. Vale mais um vizinho que está perto, que um irmão distante. 11.Sê sábio, meu filho, alegrarás meu coração e eu poderei responder ao que me ultrajar. 12.O homem prudente percebe o mal e se põe a salvo; os imprudentes passam adiante e agüentam o peso. 13.Toma a sua veste, porque ficou fiador de outrem, exige o penhor que deve aos estrangeiros. 14.Quem, desde o amanhecer, louva seu vizinho em alta voz é censurado de o ter amaldiçoado. 15.Goteira que cai de contínuo em dia de chuva e mulher litigiosa, tudo é a mesma coisa. 16.Querer retê-la, é reter o vento, ou pegar azeite com a mão. 17.O ferro com o ferro se aguça; o homem aguça o homem. 18.Quem trata de sua figueira, comerá seu fruto; quem cuida do seu senhor, será honrado. 19.Como o reflexo do rosto na água, assim é o coração do homem para o homem. 20.A morada dos mortos e o abismo nunca se enchem; assim os olhos do homem são insaciáveis. 21.Há um crisol para a prata, um forno para o ouro; assim o homem [é provado] pela sua reputação. 22.Ainda que pisasses o insensato num triturador, entre os grãos, com um pilão, sua loucura não se separaria dele. 23.Certifica-te bem do estado do teu gado miúdo; atende aos teus rebanhos, 24.porque a riqueza não é eterna e a coroa não permanece de geração em geração. 25.Quando se abre o prado, quando brotam as ervas, uma vez recolhido o feno das montanhas, 26.tens ainda cordeiros para te vestir e bodes para pagares um campo, 27.leite de cabra suficiente para teu sustento, para o sustento de tua casa e a manutenção das tuas servas."

sábado, fevereiro 24, 2018

Provérbios, 26

1.Assim como a neve é imprópria no estio e a chuva na ceifa, do mesmo modo não convém ao insensato a consideração. 2.Como um pássaro que foge, uma andorinha que voa: uma maldição injustificada permanece sem efeito. 3.O açoite para o cavalo, o freio para o asno: a vara para as costas do tolo. 4.Não respondas ao néscio segundo sua insensatez, para não seres semelhante a ele. 5.Responde ao tolo segundo sua loucura para que ele não se julgue sábio aos seus olhos. 6.Corta os pés, bebe aflições quem confia uma mensagem a um tolo. 7.As pernas de um coxo não têm força: do mesmo modo uma sentença na boca de um tolo. 8.É colocar pedra na funda cumprimentar um tolo. 9.Um espinho que cai na mão de um embriagado: tal é uma sentença na boca dos insensatos. 10.Um arqueiro que fere a todos: tal é aquele que emprega um tolo ou um embriagado. 11.Um cão que volta ao seu vômito: tal é o louco que reitera suas loucuras. 12.Tu tens visto um homem que se julga sábio? Há mais a esperar de um tolo do que dele. 13.Há um leão no caminho, diz o preguiçoso, um leão na estrada! 14.A porta gira sobre seus gonzos: assim o preguiçoso no seu leito. 15.O preguiçoso põe sua mão no prato e custa-lhe muito levá-la à boca. 16.O preguiçoso julga-se mais sábio do que sete homens que respondem com prudência. 17.É pegar pelas orelhas um cão que passa envolver-se num debate que não interessa. 18.Um louco furioso que lança chamas, flechas e morte: 19.tal é o homem que engana seu próximo e diz em seguida: mas, era para brincar. 20.Sem lenha o fogo se apaga: desaparecido o relator, acaba-se a questão. 21.Carvão sobre a brasa, lenha sobre o fogo: tal é um intrigante para atiçar uma disputa. 22.As palavras do mexeriqueiro são como guloseimas: penetram até o fundo das entranhas. 23.Uma liga de prata sobre o pote de argila: tais são as palavras ardentes com um coração malévolo. 24.O que odeia, fala com dissimulação; no seu interior maquina a fraude; 25.quando ele falar com amabilidade, não te fies nele porque há sete abominações em seu coração; 26.pode dissimular seu ódio sob aparências, e sua malícia acabará por ser revelada ao público. 27.Quem cava uma fossa, ali cai; quem rola uma pedra, cairá debaixo dela. 28.A língua mendaz odeia aqueles que ela atinge, a boca enganosa conduz à ruína."

terça-feira, janeiro 23, 2018

Provérbios, 24

"Provérbios, 24 1.Não invejes os maus, nem desejes estar com eles, 2.porque seus corações maquinam a violência e seus lábios só proclamam a iniqüidade. 3.É com sabedoria que se constrói a casa, pela prudência ela se consolida. 4.Pela ciência enchem-se os celeiros de todo bem precioso e agradável. 5.O sábio é um homem forte, o douto é cheio de vigor. 6.É com a prudência que empreenderás a guerra e a vitória depende de grande número de conselheiros. 7.A sabedoria é por demais sublime para o tolo; à porta da cidade, ele não abre a boca. 8.Quem medita fazer o mal, é chamado mestre intrigante. 9.O desígnio da loucura é o pecado; e detrator é terror para os outros. 10.Se te deixas abater no dia da adversidade, minguada é a tua força. 11.Livra os que foram entregues à morte, salva os que cambaleiam indo para o massacre. 12.Se disseres: Mas, não o sabia! Aquele que pesa os corações não o verá? Aquele que vigia tua alma não o saberá? E não retribuirá a cada qual segundo seu procedimento? 13.Meu filho, come mel, pois é bom; um favo de mel é doce para teu paladar. 14.Sabe, pois, que assim será a sabedoria para tua alma. Se tu a encontrares, haverá para ti um bom futuro e tua esperança não será frustrada. 15.Não conspires, ó ímpio, contra a casa do justo, não destruas sua habitação! 16.Porque o justo cai sete vezes, mas ergue-se, enquanto os ímpios desfalecem na desgraça. 17.Não te alegres, se teu inimigo cair, se tropeçar, que não se rejubile teu coração, 18.para não suceder que o Senhor o veja, e isto lhe desagrade, e tire de cima dele sua ira. 19.Não te indignes à vista dos maus, não invejes os ímpios, 20.porque para o mal não há futuro e o luzeiro dos ímpios extinguir-se-á. 21.Meu filho, teme o Senhor e o rei, não te mistures com os sediciosos, 22.porque, de repente, surgirá sua desgraça. Quem conhece a destruição de uns e de outros? 23.O que segue é ainda dos sábios: Não é bom mostrar-se parcial no julgamento. 24.Ao que diz ao culpado: Tu és inocente, os povos o amaldiçoarão, as nações o abominarão. 25.Aqueles que sabem repreender são louvados, sobre eles cai uma chuva de bênçãos. 26.Dá um beijo nos lábios aquele que responde com sinceridade. 27.Cuida da tua tarefa de fora, aplica-te ao teu campo e depois edificarás tua habitação. 28.Não sejas testemunha inconsiderada contra teu próximo. Queres, acaso, que teus lábios te enganem? 29.Não digas: Far-lhe-ei o que me fez, pagarei a este homem segundo seus atos. 30.Perto da terra do preguiçoso eu passei, junto à vinha de um homem insensato: 31.eis que, por toda a parte, cresciam abrolhos, urtigas cobriam o solo, o muro de pedra estava por terra. 32.Vendo isso, refleti; daquilo que havia visto, tirei esta lição: 33.um pouco de sono, um pouco de torpor, um pouco cruzando as mãos para descansar 34.e virá a indigência como um vagabundo, a miséria como um homem armado!"

sexta-feira, abril 29, 2016

Provérbios, 24

1.Não invejes os maus, nem desejes estar com eles,

2.porque seus corações maquinam a violência e seus lábios só proclamam a iniqüidade.

3.É com sabedoria que se constrói a casa, pela prudência ela se consolida.

4.Pela ciência enchem-se os celeiros de todo bem precioso e agradável.

5.O sábio é um homem forte, o douto é cheio de vigor.

6.É com a prudência que empreenderás a guerra e a vitória depende de grande número de conselheiros.

7.A sabedoria é por demais sublime para o tolo; à porta da cidade, ele não abre a boca.

8.Quem medita fazer o mal, é chamado mestre intrigante.

9.O desígnio da loucura é o pecado; e detrator é terror para os outros.

10.Se te deixas abater no dia da adversidade, minguada é a tua força.

11.Livra os que foram entregues à morte, salva os que cambaleiam indo para o massacre.

12.Se disseres: Mas, não o sabia! Aquele que pesa os corações não o verá? Aquele que vigia tua alma não o saberá? E não retribuirá a cada qual segundo seu procedimento?

13.Meu filho, come mel, pois é bom; um favo de mel é doce para teu paladar.

14.Sabe, pois, que assim será a sabedoria para tua alma. Se tu a encontrares, haverá para ti um bom futuro e tua esperança não será frustrada.

15.Não conspires, ó ímpio, contra a casa do justo, não destruas sua habitação!

16.Porque o justo cai sete vezes, mas ergue-se, enquanto os ímpios desfalecem na desgraça.

17.Não te alegres, se teu inimigo cair, se tropeçar, que não se rejubile teu coração,

18.para não suceder que o Senhor o veja, e isto lhe desagrade, e tire de cima dele sua ira.

19.Não te indignes à vista dos maus, não invejes os ímpios,

20.porque para o mal não há futuro e o luzeiro dos ímpios extinguir-se-á.

21.Meu filho, teme o Senhor e o rei, não te mistures com os sediciosos,

22.porque, de repente, surgirá sua desgraça. Quem conhece a destruição de uns e de outros?

23.O que segue é ainda dos sábios: Não é bom mostrar-se parcial no julgamento.

24.Ao que diz ao culpado: Tu és inocente, os povos o amaldiçoarão, as nações o abominarão.

25.Aqueles que sabem repreender são louvados, sobre eles cai uma chuva de bênçãos.

26.Dá um beijo nos lábios aquele que responde com sinceridade.

27.Cuida da tua tarefa de fora, aplica-te ao teu campo e depois edificarás tua habitação.

28.Não sejas testemunha inconsiderada contra teu próximo. Queres, acaso, que teus lábios te enganem?

29.Não digas: Far-lhe-ei o que me fez, pagarei a este homem segundo seus atos.

30.Perto da terra do preguiçoso eu passei, junto à vinha de um homem insensato:

31.eis que, por toda a parte, cresciam abrolhos, urtigas cobriam o solo, o muro de pedra estava por terra.

32.Vendo isso, refleti; daquilo que havia visto, tirei esta lição:

33.um pouco de sono, um pouco de torpor, um pouco cruzando as mãos para descansar

34.e virá a indigência como um vagabundo, a miséria como um homem armado!

segunda-feira, abril 18, 2016

Provérbios, 23


1.Quando te assentares à mesa com um grande, considera com atenção quem está diante de ti:

2.põe uma faca na tua garganta, se tu sentes muito apetite;

3.não cobices seus manjares que são alimentos enganosos.

4.Não te afadigues para te enriqueceres, evita aplicar a isso teu espírito.

5.Mal fixas os olhos nos bens, e nada mais há, porque a riqueza tem asas como a águia que voa para o céu.

6.Não comas com homem invejoso, não cobices seus manjares,

7.porque ele se mostra tal qual se calculou em si mesmo. Ele te diz: Come e bebe, mas seu coração não está contigo.

8.Comido o bocado, tu o vomitarás e desperdiçarás tuas amabilidades.

9.Não fales aos ouvidos do insensato porque ele desprezaria a sabedoria de tuas palavras.

10.Não toques no marco antigo, não penetres na terra dos órfãos

11.porque seu vingador é poderoso e defenderá sua causa contra ti.

12.Aplica teu coração à instrução e teus ouvidos às palavras da ciência.

13.Não poupes ao menino a correção: se tu o castigares com a vara, ele não morrerá,

14.castigando-o com a vara, salvarás sua vida da morada dos mortos.

15.Meu filho, se o teu espírito for sábio, meu coração alegrar-se-á contigo!

16.Meus rins estremecerão de alegria, quando teus lábios proferirem palavras retas.

17.Que teu coração não inveje os pecadores, mas permaneça sempre no temor do Senhor

18.porque [então] haverá certamente um futuro e tua esperança não será frustrada.

19.Ouve, meu filho: sê sabio, dirige teu coração pelo caminho reto,

20.não te ajuntes com os bebedores de vinho, com aqueles que devoram carnes,

21.pois o ébrio e o glutão se empobrecem e a sonolência veste-se com andrajos.

22.Dá ouvidos a teu pai, àquele que te gerou e não desprezes tua mãe quando envelhecer.

23.Adquire a verdade e não a vendas, adquire sabedoria, instruções e inteligência.

24.O pai do justo exultará de alegria; aquele que gerou um sábio alegrar-se-á nele.

25.Que teu pai se alegre por tua causa, que viva na alegria aquela que te deu à luz!

26.Meu filho, dá-me teu coração. Que teus olhos observem meus caminhos,

27.pois a meretriz é uma fossa profunda e a entranha, um poço estreito:

28.como um salteador ele fica de emboscada e, entre os homens, multiplica os infiéis.

29.Para quem os ah? Para quem os ais? Para quem as contendas? Para quem as queixas? Para quem as feridas sem motivo? Para quem o vermelho dos olhos?

30.Para aqueles que permanecem junto ao vinho, para aqueles que vão saborear o vinho misturado.

31.Não consideres o vinho: como ele é vermelho, como brilha no copo, como corre suavemente!

32.Mas, no fim, morde como uma serpente e pica como um basilisco!

33.Os teus olhos verão coisas estranhas, teu coração pronunciará coisas incoerentes.

34.Serás como um homem adormecido no fundo do mar, ou deitado no cimo dum mastro:

35.Feriram-me, dirás tu; e não sinto dor! Bateram-me... e não sinto nada. Quando despertei eu? Quero mais ainda!

segunda-feira, agosto 17, 2015

Provérbios, 9


1. A Sabedoria edificou sua casa, talhou sete colunas.
2. Matou seus animais, preparou seu vinho e dispôs a mesa.
3. Enviou servas, para que anunciassem nos pontos mais elevados da cidade:
4. Quem for simples apresente-se! Aos insensatos ela disse:
5. Vinde comer o meu pão e beber o vinho que preparei.
6. Deixai a insensatez e vivereis; andai direito no caminho da inteligência!
7. Quem censura um mofador, atrai sobre si a zombaria; o que repreende o ímpio, arrisca-se a uma afronta.
8. Não repreendas o mofador, pois ele te odiará. Repreende o sábio e ele te amará.
9. Dá ao sábio: tornar-se-á ele mais sábio ainda, ensina ao justo e seu saber aumentará.
10. O temor do Senhor é o princípio da Sabedoria, e o conhecimento do Santo é a inteligência,
11. porque por mim se multiplicarão teus dias e ser-te-ão acrescentados anos de vida.
12. Se tu és sábio, é para teu bem que o és, mas se tu és um mofador, só tu sofrerás as conseqüências.
13. A senhora Loucura é irrequieta, uma tola que não sabe nada.
14. Ela se assenta à porta de sua casa, numa cadeira, nos pontos mais altos da cidade,
15. para convidar os viandantes que seguem direito seu caminho.
16. Quem for simples venha para cá! Aos insensatos, ela diz:
17. As águas furtivas são mais doces e o pão tomado às escondidas é mais delicioso.
18. Ignora ele que ali há sombras e que os convidados [da senhora Loucura] jazem nas profundezas da região dos mortos.

terça-feira, agosto 04, 2015

Provérbios, 9

Provérbios, 9

1.A Sabedoria edificou sua casa, talhou sete colunas.
2.Matou seus animais, preparou seu vinho e dispôs a mesa.
3.Enviou servas, para que anunciassem nos pontos mais elevados da cidade:
4.Quem for simples apresente-se! Aos insensatos ela disse:
5.Vinde comer o meu pão e beber o vinho que preparei.
6.Deixai a insensatez e vivereis; andai direito no caminho da inteligência!
7.Quem censura um mofador, atrai sobre si a zombaria; o que repreende o ímpio, arrisca-se a uma afronta.
8.Não repreendas o mofador, pois ele te odiará. Repreende o sábio e ele te amará.
9.Dá ao sábio: tornar-se-á ele mais sábio ainda, ensina ao justo e seu saber aumentará.
10.O temor do Senhor é o princípio da Sabedoria, e o conhecimento do Santo é a inteligência,
11.porque por mim se multiplicarão teus dias e ser-te-ão acrescentados anos de vida.
12.Se tu és sábio, é para teu bem que o és, mas se tu és um mofador, só tu sofrerás as conseqüências.
13.A senhora Loucura é irrequieta, uma tola que não sabe nada.
14.Ela se assenta à porta de sua casa, numa cadeira, nos pontos mais altos da cidade,
15.para convidar os viandantes que seguem direito seu caminho.
16.Quem for simples venha para cá! Aos insensatos, ela diz:
17.As águas furtivas são mais doces e o pão tomado às escondidas é mais delicioso.
18.Ignora ele que ali há sombras e que os convidados [da senhora Loucura] jazem nas profundezas da região dos mortos.

segunda-feira, maio 25, 2015

Provérbios, 23 Salomão

Provérbios, 23
Salomão

1. Quando te assentares à mesa com um grande, considera com atenção quem está diante de ti:
2. põe uma faca na tua garganta, se tu sentes muito apetite;
3. não cobices seus manjares que são alimentos enganosos.
4. Não te afadigues para te enriqueceres, evita aplicar a isso teu espírito.
5. Mal fixas os olhos nos bens, e nada mais há, porque a riqueza tem asas como a águia que voa para o céu.
6. Não comas com homem invejoso, não cobices seus manjares,
7. porque ele se mostra tal qual se calculou em si mesmo. Ele te diz: Come e bebe, mas seu coração não está contigo.
8. Comido o bocado, tu o vomitarás e desperdiçarás tuas amabilidades.
9. Não fales aos ouvidos do insensato porque ele desprezaria a sabedoria de tuas palavras.
10. Não toques no marco antigo, não penetres na terra dos órfãos
11. porque seu vingador é poderoso e defenderá sua causa contra ti.
12. Aplica teu coração à instrução e teus ouvidos às palavras da ciência.
13. Não poupes ao menino a correção: se tu o castigares com a vara, ele não morrerá,
14. castigando-o com a vara, salvarás sua vida da morada dos mortos.
15. Meu filho, se o teu espírito for sábio, meu coração alegrar-se-á contigo!
16. Meus rins estremecerão de alegria, quando teus lábios proferirem palavras retas.
17. Que teu coração não inveje os pecadores, mas permaneça sempre no temor do Senhor
18. porque [então] haverá certamente um futuro e tua esperança não será frustrada.
19. Ouve, meu filho: sê sabio, dirige teu coração pelo caminho reto,
20. não te ajuntes com os bebedores de vinho, com aqueles que devoram carnes,
21. pois o ébrio e o glutão se empobrecem e a sonolência veste-se com andrajos.
22. Dá ouvidos a teu pai, àquele que te gerou e não desprezes tua mãe quando envelhecer.
23. Adquire a verdade e não a vendas, adquire sabedoria, instruções e inteligência.
24. O pai do justo exultará de alegria; aquele que gerou um sábio alegrar-se-á nele.
25. Que teu pai se alegre por tua causa, que viva na alegria aquela que te deu à luz!
26. Meu filho, dá-me teu coração. Que teus olhos observem meus caminhos,
27. pois a meretriz é uma fossa profunda e a entranha, um poço estreito:
28. como um salteador ele fica de emboscada e, entre os homens, multiplica os infiéis.
29. Para quem os ah? Para quem os ais? Para quem as contendas? Para quem as queixas? Para quem as feridas sem motivo? Para quem o vermelho dos olhos?
30. Para aqueles que permanecem junto ao vinho, para aqueles que vão saborear o vinho misturado.
31. Não consideres o vinho: como ele é vermelho, como brilha no copo, como corre suavemente!
32. Mas, no fim, morde como uma serpente e pica como um basilisco!
33. Os teus olhos verão coisas estranhas, teu coração pronunciará coisas incoerentes.
34. Serás como um homem adormecido no fundo do mar, ou deitado no cimo dum mastro:

35. Feriram-me, dirás tu; e não sinto dor! Bateram-me... e não sinto nada. Quando despertei eu? Quero mais ainda!

sábado, agosto 30, 2014

Provérbios 2. Salomão. Igreja. Cristianismo

Provérbios 2

1. Meu filho, se acolheres minhas palavras e guardares com carinho meus preceitos,
2. ouvindo com atenção a sabedoria e inclinando teu coração para o entendimento;
3. se tu apelares à penetração, se invocares a inteligência,
4. buscando-a como se procura a prata; se a pesquisares como um tesouro,
5. então compreenderás o temor do Senhor, e descobrirás o conhecimento de Deus,
6. porque o Senhor é quem dá a sabedoria, e de sua boca é que procedem a ciência e a prudência.
7. Ele reserva para os retos a salvação e é um escudo para os que caminham com integridade;
8. protege as sendas da retidão e guarda o caminho de seus fiéis.
9. Então compreenderás a justiça e a eqüidade, a retidão e todos os caminhos que conduzem ao bem.
10. Quando a sabedoria penetrar em teu coração e o saber deleitar a tua alma,
11. a reflexão velará sobre ti, amparar-te-á a razão,
12. para preservar-te do mau caminho, do homem de conversas tortuosas
13. que abandona o caminho reto para percorrer caminhos tenebrosos;
14. que se compraz em praticar o mal e se alegra com a maldade;
15. do homem cujos caminhos são tortuosos e os trilhos sinuosos.
16. Ela te preservará da mulher alheia, da estranha que emprega palavras lisonjeiras,
17. que abandona o esposo de sua juventude e se esquece da aliança de seu Deus.
18. Sua casa declina para a morte, seu caminho leva aos lugares sombrios;
19. não retornam os que a buscam, nem encontram as veredas da vida.
20. Assim tu caminharás pela estrada dos bons e seguirás as pegadas dos justos,
21. porque os homens retos habitarão a terra, e os homens íntegros nela permanecerão,

22. enquanto os maus serão arrancados da terra e os pérfidos dela serão exterminados.

sexta-feira, agosto 01, 2014

Proverbios 1. Salomão. Prosa

Provérbios 1

1. Provérbios de Salomão, filho de Davi, rei de Israel,
2. para conhecer a sabedoria e a instrução, para compreender as palavras sensatas,
3. para adquirir as lições do bom senso, da justiça, da equidade e da retidão;
4. para dar aos simples o discernimento, ao adolescente a ciência e a reflexão.
5. Que o sábio escute, e aumentará seu saber, e o homem inteligente adquirirá prudência
6. para compreender os provérbios, as alegorias, as máximas dos sábios e seus enigmas.
7. O temor do Senhor é o princípio da sabedoria. Os insensatos desprezam a sabedoria e a instrução.
8. Ouve, meu filho, a instrução de teu pai: não desprezes o ensinamento de tua mãe.
9. Isto será, pois, um diadema de graça para tua cabeça e um colar para teu pescoço.
10. Meu filho, se pecadores te quiserem seduzir, não consintas;
11. se te disserem: Vem conosco, faremos emboscadas, para (derramar) sangue, armaremos ciladas ao inocente, sem motivo,
12. como a região dos mortos devoremo-lo vivo, inteiro, como aquele que desce à cova.
13. Nós acharemos toda a sorte de coisas preciosas, nós encheremos nossas casas de despojos.
14. Tu desfrutarás tua parte conosco, uma só será a bolsa comum de todos nós!
15. Oh, não andes com eles, afasta teus passos de suas sendas,
16. porque seus passos se dirigem para o mal, e se apressam a derramar sangue.
17. Debalde se lança a rede diante daquele que tem asas.
18. Eles mesmos armam emboscadas contra seu próprio sangue e se enganam a si mesmos.
19. Tal é a sorte de todo homem ávido de riqueza: arrebata a vida àquele que a detém.
20. A Sabedoria clama nas ruas, eleva sua voz na praça,
21. clama nas esquinas da encruzilhada, à entrada das portas da cidade ela faz ouvir sua voz: e até quando os que zombam se comprazerão na zombaria?
22. Até quando, insensatos, amareis a tolice, e os tolos odiarão a ciência?
23. Convertei-vos às minhas admoestações, espalharei sobre vós o meu espírito, ensinar-vos-ei minhas palavras.
24. Uma vez que recusastes o meu chamado e ninguém prestou atenção quando estendi a mão,
25. uma vez que negligenciastes todos os meus conselhos e não destes ouvidos às minhas admoestações,
26. também eu me rirei do vosso infortúnio e zombarei, quando vos sobrevier um terror,
27. quando vier sobre vós um pânico, como furacão; quando se abater sobre vós a calamidade, como a tempestade; e quando caírem sobre vós tribulação e angústia.
28. Então me chamarão, mas não responderei; procurar-me-ão, mas não atenderei.
29. Porque detestam a ciência sem lhe antepor o temor do Senhor,
30. porque repelem meus conselhos com desprezo às minhas exortações;
31. comerão do fruto dos seus erros e se saciarão com seus planos,
32. porque a apostasia dos tolos os mata e o desleixo dos insensatos os perde.
33. Aquele que me escuta, porém, habitará com segurança, viverá tranqüilo, sem recear dano algum.

segunda-feira, outubro 10, 2011

Provérbios, 8

1. Não é a Sabedoria que está clamando? e a prudência não está levantando a voz?
2. Nos mais altos postos, ao longo do caminho, de pé, no meio das estradas,
3. junto às portas, na entrada da cidade, nos portões de saída, ela grita:
4. “A vós, humanos, estou continuamente clamando, aos filhos de Adão se dirige a minha voz.
5. Aprendei, ingênuos, a sagacidade e vós, insensatos, prestai atenção!
6. Escutai, pois falarei de coisas importantes, e se abrirão meus lábios para anunciarem o que é reto.
7. Meu paladar saboreia a verdade, e meus lábios detestam o que é ímpio.
8. Todas as sentenças de minha boca são justas, nelas não há nada de tortuoso ou perverso;
9. são todas leais para os que têm inteligência e retas, para quem encontrou o conhecimento.
10. Acolhei minha disciplina, e não o dinheiro; e minha doutrina, mais que o ouro puro.
11. Pois a Sabedoria é melhor do que as jóias, e tudo o que é desejável não se compara com ela!
12. Eu, a Sabedoria, moro com a prudência, e descobri a arte da reflexão.
13. O temor do SENHOR odeia o mal. Detesto o orgulho e a soberba, a má conduta e a boca falsa.
14. É meu o conselho e a prudência, são minhas a inteligência e a fortaleza.
15. É por mim que reinam os reis e os príncipes decretam leis justas;
16. por mim governam os chefes, e os poderosos dão sentenças justas.
17. Amo aqueles que me amam, e os que por mim madrugam me encontram.
18. Comigo estão a riqueza e a glória, as grandes fortunas e a justiça.
19. Meu fruto é melhor do que o ouro, e o ouro fino, e meus produtos valem mais do que a prata preciosa.
20. Eu ando pelos caminhos da justiça, no meio das sendas do direito,
21. para enriquecer os que me amam e encher os seus tesouros.
22. O SENHOR me gerou no início de suas obras, antes de ter feito coisa alguma, no princípio;
23. desde a eternidade fui designada, desde os tempos antigos, antes que a terra fosse feita.
24. Ainda não havia os abismos, e eu já fora concebida, quando ainda não havia os mananciais das águas:
25. antes que fossem plantadas as montanhas, antes das colinas, eu fui dada à luz.
26. Ele ainda não havia feito a terra e os campos, nem os primeiros elementos do orbe terrestre.
27. Quando preparava os céus, ali eu estava, quando, por uma lei inviolável, delimitava os abismos; S
28. quando firmava as nuvens lá no alto e as fontes do abismo mostravam sua violência;
29. quando fixava ao mar os seus limites e às águas, para que não ultrapassassem suas bordas, e lançava os fundamentos da terra,
30. eu estava ao seu lado como mestre-de-obras; eu era seu encanto, dia após dia, brincando, todo o tempo, na sua presença,
31. brincando na superfície da terra e alegrando-me em estar com os filhos dos homens.
32. Agora, meus filhos, escutai-me: felizes os que guardam meus caminhos!
33. Ouvi a disciplina para vos tornardes sábios, e não a desprezeis.
34. Feliz aquele que me escuta, velando em meu portal cada dia, guardando os umbrais da minha porta!
35. Quem me encontrar, encontrará a vida e gozará das delícias do SENHOR.
36. Mas quem pecar contra mim prejudica-se a si mesmo: todos os que me odeiam, amam a morte.