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quinta-feira, setembro 10, 2020

Carta aos Efésios

 

"Finalmente, irmãos, fortalecei-vos no Senhor, pelo seu soberano poder. Revesti-vos da armadura de Deus, para que possais resistir às ciladas do demônio. Pois não é contra homens de carne e sangue que temos de lutar, mas contra os principados e potestades, contra os príncipes deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal (espalhadas) nos ares. Tomai, portanto, a armadura de Deus, para que possais resistir nos dias maus e manter-vos inabaláveis no cumprimento do vosso dever. Ficai alerta, à cintura cingidos com a verdade, o corpo vestido com a couraça da justiça, e os pés calçados de prontidão para anunciar o Evangelho da paz. Sobretudo, embraçai o escudo da fé, com que possais apagar todos os dardos inflamados do Maligno. Tomai, enfim, o capacete da salvação e a espada do Espírito, isto é, a palavra de Deus. (Ef. 6, 10-20)

sexta-feira, setembro 16, 2016

Timóteo, 4

I Timóteo, 4
1.O Espírito diz expressamente que, nos tempos vindouros, alguns hão de apostatar da fé, dando ouvidos a espíritos embusteiros e a doutrinas diabólicas,

2.de hipócritas e impostores que, marcados na própria consciência com o ferrete da infâmia,

3.proíbem o casamento, assim como o uso de alimentos que Deus criou para que sejam tomados com ação de graças pelos fiéis e pelos que conhecem a verdade.

4.Pois tudo o que Deus criou é bom e nada há de reprovável, quando se usa com ação de graças.

5.Porque se torna santificado pela palavra de Deus e pela oração.

6.Recomenda esta doutrina aos irmãos, e serás bom ministro de Jesus Cristo, alimentado com as palavras da fé e da sã doutrina que até agora seguiste com exatidão.

7.Quanto às fábulas profanas, esses contos extravagantes de comadres, rejeita-as.

8.Exercita-te na piedade. Se o exercício corporal traz algum pequeno proveito, a piedade, esta sim, é útil para tudo, porque tem a promessa da vida presente e da futura.

9.Eis uma verdade absolutamente certa e digna de fé:

10.se nos afadigamos e sofremos ultrajes, é porque pusemos a nossa esperança em Deus vivo, que é o Salvador de todos os homens, sobretudo dos fiéis.

11.Seja este o objeto de tuas prescrições e dos teus ensinamentos.

12.Ninguém te despreze por seres jovem. Ao contrário, torna-te modelo para os fiéis, no modo de falar e de viver, na caridade, na fé, na castidade.

13.Enquanto eu não chegar, aplica-te à leitura, à exortação, ao ensino.

14.Não negligencies o carisma que está em ti e que te foi dado por profecia, quando a assembléia dos anciãos te impôs as mãos.

15.Põe nisto toda a diligência e empenho, de tal modo que se torne manifesto a todos o teu aproveitamento.

16.Olha por ti e pela instrução dos outros. E persevera nestas coisas. Se isto fizeres, salvar-te-ás a ti mesmo e aos que te ouvirem.

quarta-feira, setembro 14, 2016

I Tessalonicenses, 4

I Tessalonicenses, 4
1.No mais, irmãos, aprendestes de nós a maneira como deveis proceder para agradar a Deus - e já o fazeis. Rogamo-vos, pois, e vos exortamos no Senhor Jesus a que progridais sempre mais.

2.Pois conheceis que preceitos vos demos da parte do Senhor Jesus.

3.Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação; que eviteis a impureza;

4.que cada um de vós saiba possuir o seu corpo santa e honestamente,

5.sem se deixar levar pelas paixões desregradas, como os pagãos que não conhecem a Deus;

6.e que ninguém, nesta matéria, oprima nem defraude a seu irmão, porque o Senhor faz justiça de todas estas coisas, como já antes vo-lo temos dito e asseverado.

7.Pois Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade.

8.Por conseguinte, desprezar estes preceitos é desprezar não a um homem, mas a Deus, que nos deu o seu Espírito Santo.

9.A respeito da caridade fraterna, não temos necessidade de vos escrever, porquanto vós mesmos aprendestes de Deus a vos amar uns aos outros.

10.E é o que estais praticando para com todos os irmãos em toda a Macedônia. Mas ainda vos rogamos, irmãos, que vos aperfeiçoeis mais e mais.

11.Procurai viver com serenidade, ocupando-vos das vossas próprias coisas e trabalhando com vossas mãos, como vo-lo temos recomendado.

12.É assim que vivereis honrosamente em presença dos de fora e não sereis pesados a ninguém.

13.Irmãos, não queremos que ignoreis coisa alguma a respeito dos mortos, para que não vos entristeçais, como os outros homens que não têm esperança.

14.Se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, cremos também que Deus levará com Jesus os que nele morreram.

15.Eis o que vos declaramos, conforme a palavra do Senhor: por ocasião da vinda do Senhor, nós que ficamos ainda vivos não precederemos os mortos.

16.Quando for dado o sinal, à voz do arcanjo e ao som da trombeta de Deus, o mesmo Senhor descerá do céu e os que morreram em Cristo ressurgirão primeiro.

17.Depois nós, os vivos, os que estamos ainda na terra, seremos arrebatados juntamente com eles sobre nuvens ao encontro do Senhor nos ares, e assim estaremos para sempre com o Senhor.

18.Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.

segunda-feira, setembro 12, 2016

Colossenses, 4

1.Senhores, tratai vossos servos com justiça e igualdade. Sabeis perfeitamente que também vós tendes um Senhor no céu.

2.Sede perseverantes, sede vigilantes na oração, acompanhada de ações de graças.

3.Orai também por nós. Pedi a Deus que dê livre curso à nossa palavra para que possamos anunciar o mistério de Cristo. É por causa deste mistério que estou preso.

4.Possa eu fazê-lo conhecido, como é meu dever.

5.Procedei com sabedoria no trato com os de fora. Sabei aproveitar todas as circunstâncias.

6.Que as vossas conversas sejam sempre amáveis, temperadas com sal, e sabei responder a cada um devidamente.

7.Quanto ao que me concerne, o caríssimo irmão Tíquico, ministro fiel e companheiro no Senhor, vos informará de tudo.

8.Eu vo-lo envio para este fim, para que conheçais nossa situação e console os vossos corações.

9.Ele vai juntamente com Onésimo, nosso caríssimo e fiel irmão, conterrâneo vosso. Ambos vos informarão de tudo o que aqui se passa.

10.Saúda-vos Aristarco, meu companheiro de prisão, e Marcos, primo de Barnabé, a respeito do qual já recebestes instruções. (Se este for ter convosco, acolhei-o bem.)

11.Também Jesus, chamado o Justo, vos saúda. São os únicos da circuncisão que trabalham comigo no Reino de Deus. Eles se têm tornado a minha consolação.

12.Saúda-vos Epafras, vosso concidadão, servo de Jesus Cristo. Ele não cessa de lutar por vós em suas orações, para que, numa perfeita e plena convicção, permaneçais plenamente submissos à vontade divina.

13.Posso assegurar-vos que muito trabalha por vós e pelos que estão em Laodicéia e em Hierápolis.

14.Saúda-vos Lucas, o caríssimo médico, e Demas.

15.Saudai os irmãos de Laodicéia, como também a Ninfas e a igreja que está em sua casa.

16.Uma vez lida esta carta entre vós, fazei com que ela o seja também na igreja dos laodicenses. E vós, lede a de Laodicéia.

17.Finalmente, dizei a Arquipo: Vê bem o ministério que recebeste em nome do Senhor, e desempenha-o plenamente.

18.Minha saudação, de próprio punho: PAULO. Lembrai-vos das minhas cadeias. A graça esteja convosco!

sábado, setembro 10, 2016

I Coríntios,13

1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine.
2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
3 E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.
5 Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;
6 Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;
7 Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;
9 Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos;
10 Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado.
11 Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
12 Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido.
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

Filipenses, 4

1.Portanto, meus muito amados e saudosos irmãos, alegria e coroa minha, continuai assim firmes no Senhor, caríssimos.

2.Exorto a Evódia, exorto igualmente a Síntique que vivam em paz no Senhor.

3.E a ti, fiel Sínzigo, também rogo que as ajudes, pois que trabalharam comigo no Evangelho, com Clemente e com os demais colaboradores meus, cujos nomes estão inscritos no livro da vida.

4.Alegrai-vos sempre no Senhor. Repito: alegrai-vos!

5.Seja conhecida de todos os homens a vossa bondade. O Senhor está próximo.

6.Não vos inquieteis com nada! Em todas as circunstâncias apresentai a Deus as vossas preocupações, mediante a oração, as súplicas e a ação de graças.

7.E a paz de Deus, que excede toda a inteligência, haverá de guardar vossos corações e vossos pensamentos, em Cristo Jesus.

8.Além disso, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é nobre, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, tudo o que é virtuoso e louvável, eis o que deve ocupar vossos pensamentos.

9.O que aprendestes, recebestes, ouvistes e observastes em mim, isto praticai, e o Deus da paz estará convosco.

10.Fiquei imensamente contente, no Senhor, porque, finalmente, vi reflorescer o vosso interesse por mim. É verdade que sempre pensáveis nisso, mas vos faltava oportunidade de mostrá-lo.

11.Não é minha penúria que me faz falar. Aprendi a contentar-me com o que tenho.

12.Sei viver na penúria, e sei também viver na abundância. Estou acostumado a todas as vicissitudes: a ter fartura e a passar fome, a ter abundância e a padecer necessidade.

13.Tudo posso naquele que me conforta.

14.Contudo, fizestes bem em tomar parte na minha tribulação.

15.Vós que sois de Filipos, bem sabeis como, no início do meu ministério evangélico, quando parti da Macedônia, nenhuma comunidade abriu comigo contas de deve-haver, senão vós somente.

16.Já por duas vezes mandastes para Tessalônica o que me era necessário.

17.Não é o donativo em si que eu procuro, e sim os lucros que vão aumentando a vosso crédito.

18.Recebi tudo, e em abundância. Estou bem provido, depois que recebi de Epafrodito a vossa oferta: foi um suave perfume, um sacrifício que Deus aceita com agrado.

19.Em recompensa, o meu Deus há de prover magnificamente a todas as vossas necessidades, segundo a sua glória, em Jesus Cristo.

20.A Deus, nosso Pai, seja a glória, por toda a eternidade! Amém.

21.Saudai em Jesus Cristo todos os santos. Os irmãos que estão comigo vos saúdam.

22.Todos os santos vos saúdam, especialmente os da casa de César.

23.A graça do Senhor Jesus Cristo esteja com o vosso espírito!

quinta-feira, setembro 08, 2016

Efésios, 4

Efésios, 4
1.Exorto-vos, pois, - prisioneiro que sou pela causa do Senhor -, que leveis uma vida digna da vocação à qual fostes chamados,

2.com toda a humildade e amabilidade, com grandeza de alma, suportando-vos mutuamente com caridade.

3.Sede solícitos em conservar a unidade do Espírito no vínculo da paz.

4.Sede um só corpo e um só espírito, assim como fostes chamados pela vossa vocação a uma só esperança.

5.Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo.

6.Há um só Deus e Pai de todos, que atua acima de todos, por todos e em todos.

7.Mas a cada um de nós foi dada a graça, segundo a medida do dom de Cristo,

8.pelo que diz: Quando subiu ao alto, levou muitos cativos, cumulou de dons os homens (Sl 67,19).

9.Ora, que quer dizer ele subiu, senão que antes havia descido a esta terra?

10.Aquele que desceu é também o que subiu acima de todos os céus, para encher todas as coisas.

11.A uns ele constituiu apóstolos; a outros, profetas; a outros, evangelistas, pastores, doutores,

12.para o aperfeiçoamento dos cristãos, para o desempenho da tarefa que visa à construção do corpo de Cristo,

13.até que todos tenhamos chegado à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, até atingirmos o estado de homem feito, a estatura da maturidade de Cristo.

14.Para que não continuemos crianças ao sabor das ondas, agitados por qualquer sopro de doutrina, ao capricho da malignidade dos homens e de seus artifícios enganadores.

15.Mas, pela prática sincera da caridade, cresçamos em todos os sentidos, naquele que é a cabeça, Cristo.

16.É por ele que todo o corpo - coordenado e unido por conexões que estão ao seu dispor, trabalhando cada um conforme a atividade que lhe é própria - efetua esse crescimento, visando a sua plena edificação na caridade.

17.Portanto, eis o que digo e conjuro no Senhor: não persistais em viver como os pagãos, que andam à mercê de suas idéias frívolas.

18.Têm o entendimento obscurecido. Sua ignorância e o endurecimento de seu coração mantêm-nos afastados da vida de Deus.

19.Indolentes, entregaram-se à dissolução, à prática apaixonada de toda espécie de impureza.

20.Vós, porém, não foi para isto que vos tornastes discípulos de Cristo,

21.se é que o ouvistes e dele aprendestes, como convém à verdade em Jesus.

22.Renunciai à vida passada, despojai-vos do homem velho, corrompido pelas concupiscências enganadoras.

23.Renovai sem cessar o sentimento da vossa alma,

24.e revesti-vos do homem novo, criado à imagem de Deus, em verdadeira justiça e santidade.

25.Por isso, renunciai à mentira. Fale cada um a seu próximo a verdade, pois somos membros uns dos outros.

26.Mesmo em cólera, não pequeis. Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento.

27.Não deis lugar ao demônio.

28.Quem era ladrão não torne a roubar, antes trabalhe seriamente por realizar o bem com as suas próprias mãos, para ter com que socorrer os necessitados.

29.Nenhuma palavra má saia da vossa boca, mas só a que for útil para a edificação, sempre que for possível, e benfazeja aos que ouvem.

30.Não contristeis o Espírito Santo de Deus, com o qual estais selados para o dia da Redenção.

31.Toda amargura, ira, indignação, gritaria e calúnia sejam desterradas do meio de vós, bem como toda malícia.

32.Antes, sede uns com os outros bondosos e compassivos. Perdoai-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou, em Cristo.

sexta-feira, setembro 02, 2016

Gálatas, 4

1.Explico-me: enquanto o herdeiro é menor, em nada difere do escravo, ainda que seja senhor de tudo,

2.mas está sob tutores e administradores, até o tempo determinado por seu pai.

3.Assim também nós, quando menores, estávamos escravizados pelos rudimentos do mundo.

4.Mas quando veio a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, que nasceu de uma mulher e nasceu submetido a uma lei,

5.a fim de remir os que estavam sob a lei, para que recebêssemos a sua adoção.

6.A prova de que sois filhos é que Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai!

7.Portanto já não és escravo, mas filho. E, se és filho, então também herdeiro por Deus.

8.Outrora, é certo, desconhecendo a Deus, servíeis aos que na realidade não são deuses.

9.Agora, porém, conhecendo a Deus, ou melhor, sendo conhecidos por Deus, como é que tornais aos rudimentos fracos e miseráveis, querendo de novo escravizar-vos a eles?

10.Observais dias, meses, estações e anos!

11.Temo que os meus esforços entre vós tenham sido em vão. Voltemos à nossa confiança cordial

12.Irmãos, sede como eu, pois também eu me tornei como vós. Não tenho nenhum motivo de queixa contra vós.

13.Estais lembrados de como eu estava doente quando, pela primeira vez, vos preguei o Evangelho

14.e fui para vós uma provação por causa do meu corpo. Mas nem por isto me desprezastes nem rejeitastes, antes me acolhestes como um enviado de Deus, como Cristo Jesus.

15.Onde está agora aquele vosso entusiasmo? Asseguro-vos que, se possível fora, teríeis arrancado os vossos olhos para mos dar!

16.Tornei-me, acaso, vosso inimigo, porque vos disse a verdade?

17.Eles vos testemunham amizade com má intenção, e querem separar-vos de mim, para captar a vossa amizade.

18.É maravilhoso receber demonstrações de boa amizade, mas que seja em todas as circunstâncias, e não somente quando estou convosco.

19.Filhinhos meus, por quem de novo sinto dores de parto, até que Cristo seja formado em vós,

20.quem me dera estar agora convosco, para descobrir o tom que convém à minha linguagem, visto que eu me encontro extremamente perplexo a vosso respeito.

21.Dizei-me, vós que quereis estar sujeitos a uma lei: não ouvis a lei?

22.A Escritura diz que Abraão teve dois filhos, um da escrava e outro da livre.

23.O da escrava, filho da natureza; e o da livre, filho da promessa.

24.Nestes fatos há uma alegoria, visto que aquelas mulheres representam as duas alianças: uma, a do monte Sinai, que gera para a escravidão, é Agar.

25.(O monte Sinai está na Arábia.) Corresponde à Jerusalém atual, que é escrava com seus filhos.

26.Mas a Jerusalém lá do alto é livre e esta é a nossa mãe,

27.porque está escrito: Alegra-te, ó estéril, que não davas à luz; rejubila e canta, tu que não tinhas dores de parto, pois são mais numerosos os filhos da abandonada do que daquela que tem marido (Is 54,1).

28.Como Isaac, irmãos, vós sois filhos da promessa.

29.Como naquele tempo o filho da natureza perseguia o filho da promessa, o mesmo se dá hoje.

30.Que diz, porém, a Escritura? Lança fora a escrava e seu filho, porque o filho da escrava não será herdeiro com o filho da livre (Gn 21,10).

31.Pelo que, irmãos, não somos filhos da escrava, mas sim da que é livre.

sábado, agosto 27, 2016

II Coríntios, 4

1.Por isso não desanimamos deste ministério que nos foi conferido por misericórdia.

2.Afastamos de nós todo procedimento fingido e vergonhoso. Não andamos com astúcia, nem falsificamos a palavra de Deus. Pela manifestação da verdade nós nos recomendamos à consciência de todos os homens, diante de Deus.

3.Se o nosso Evangelho ainda estiver encoberto, está encoberto para aqueles que se perdem,

4.para os incrédulos, cujas inteligências o deus deste mundo obcecou a tal ponto que não percebem a luz do Evangelho, onde resplandece a glória de Cristo, que é a imagem de Deus.

5.De fato, não nos pregamos, a nós mesmos, mas a Jesus Cristo, o Senhor. Quanto a nós, consideramo-nos servos vossos por amor de Jesus.

6.Porque Deus que disse: Das trevas brilhe a luz, é também aquele que fez brilhar a sua luz em nossos corações, para que irradiássemos o conhecimento do esplendor de Deus, que se reflete na face de Cristo.

7.Porém, temos este tesouro em vasos de barro, para que transpareça claramente que este poder extraordinário provém de Deus e não de nós.

8.Em tudo somos oprimidos, mas não sucumbimos. Vivemos em completa penúria, mas não desesperamos.

9.Somos perseguidos, mas não ficamos desamparados. Somos abatidos, mas não somos destruídos.

10.Trazemos sempre em nosso corpo os traços da morte de Jesus para que também a vida de Jesus se manifeste em nosso corpo.

11.Estando embora vivos, somos a toda hora entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus apareça em nossa carne mortal.

12.Assim em nós opera a morte, e em vós a vida.

13.Animados deste espírito de fé, conforme está escrito: Eu cri, por isto falei (Sl 115,1), também nós cremos, e por isso falamos.

14.Pois sabemos que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus, nos ressuscitará também a nós com Jesus e nos fará comparecer diante dele convosco.

15.E tudo isso se faz por vossa causa, para que a graça se torne copiosa entre muitos e redunde o sentimento de gratidão, para glória de Deus.

16.É por isso que não desfalecemos. Ainda que exteriormente se desconjunte nosso homem exterior, nosso interior renova-se de dia para dia.

17.A nossa presente tribulação, momentânea e ligeira, nos proporciona um peso eterno de glória incomensurável. Porque não miramos as coisas que se vêem, mas sim as que não se vêem . Pois as coisas que se vêem são temporais e as que não se vêem são eternas.

quarta-feira, agosto 24, 2016

I Coríntios 4

I Coríntios, 4
1.Que os homens nos considerem, pois, como simples operários de Cristo e administradores dos mistérios de Deus.

2.Ora, o que se exige dos administradores é que sejam fiéis.

3.A mim pouco se me dá ser julgado por vós ou por tribunal humano, pois nem eu me julgo a mim mesmo.

4.De nada me acusa a consciência; contudo, nem por isso sou justificado. Meu juiz é o Senhor.

5.Por isso, não julgueis antes do tempo; esperai que venha o Senhor. Ele porá às claras o que se acha escondido nas trevas. Ele manifestará as intenções dos corações. Então cada um receberá de Deus o louvor que merece.

6.Se apliquei tudo isso a mim e a Apolo foi por vossa causa, para que, por meio de nós, aprendais a não ultrapassar o que está escrito e para que vos não ensoberbeçais tomando partido a favor de um e com prejuízo de outrem.

7.O que há de superior em ti? Que é que possuis que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te glorias, como se o não tivesses recebido?

8.Já estais fartos! Já estais ricos! Sem nós, sois reis! Praza a Deus que reineis, de fato, para que também nós reinemos convosco!

9.Porque, ao que parece, Deus nos tem posto a nós, apóstolos, na última classe dos homens, por assim dizer sentenciados à morte, visto que fomos entregues em espetáculo ao mundo, aos anjos e aos homens.

10.Nós, estultos por causa de Cristo; e vós, sábios em Cristo! Nós, fracos; e vós, fortes! Vós, honrados; e nós, desprezados!

11.Até esta hora padecemos fome, sede e nudez. Somos esbofeteados, somos errantes,

12.fatigamo-nos, trabalhando com as nossas próprias mãos. Insultados, abençoamos; perseguidos, suportamos; caluniados, consolamos!

13.Chegamos a ser como que o lixo do mundo, a escória de todos até agora...

14.Não vos escrevo estas coisas para vos envergonhar, mas admoesto-vos como meus filhos muitos amados.

15.Com efeito, ainda que tivésseis dez mil mestres em Cristo, não tendes muitos pais; ora, fui eu que vos gerei em Cristo Jesus pelo Evangelho.

16.Por isso, vos conjuro a que sejais meus imitadores.

17.Para isso é que vos enviei Timóteo, meu filho muito amado e fiel no Senhor. Ele vos recordará as minhas normas de conduta, tais como as ensino por toda parte, em todas as igrejas.

18.Alguns, presumindo que eu não mais iria ter convosco, encheram-se de orgulho.

19.Mas brevemente irei ter convosco, se Deus quiser, e tomarei conhecimento não do que esses orgulhosos falam, mas do que são capazes.

20.Porque o Reino de Deus não consiste em palavras, mas em atos.

21.Que preferis? Que eu vá visitar-vos com a vara, ou com caridade e espírito de mansidão?

terça-feira, agosto 23, 2016

Romanos, 4

1.Que vantagem diremos, pois, que conseguiu Abraão, nosso pai segundo a carne?

2.Porque, se Abraão foi justificado em virtude de sua observância, tem que se gloriar; mas não diante de Deus.

3.Ora, que diz a Escritura? Abraão creu em Deus e isso lhe foi imputado em conta de justiça (Gn 15,6).

4.Ora, o salário não é gratificação, mas uma dívida ao trabalhador.

5.Mas aquele que sem obra alguma crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada em conta de justiça.

6.É assim que Davi proclama bem-aventurado o homem a quem Deus atribui justiça, independentemente das obras:

7.Bem-aventurados aqueles cujas iniqüidades foram perdoadas e cujos pecados foram cobertos!

8.Bem-aventurado o homem ao qual o Senhor não imputou o seu pecado (Sl 31,1s).

9.Essa bem-aventurança é somente para os circuncisos, ou também para os incircuncisos? Dizemos, com efeito, que a fé foi imputada a Abraão em conta de justiça.

10.Quando lhe foi ela imputada? Depois ou antes de sua circuncisão? Não depois, mas antes de ser circuncidado.

11.Depois é que recebeu o sinal da circuncisão, como selo da justiça que tinha obtido pela fé antes de ser circuncidado. E assim se tornou o pai de todos os incircuncisos que crêem, a fim de que também a estes seja imputada a justiça.

12.Pai também dos circuncisos, que não só trazem o sinal, mas que acompanham as pegadas da fé que nosso pai Abraão possuía antes de ser circuncidado.

13.Com efeito, não foi em virtude da lei que a promessa de herdar o mundo foi feita a Abraão ou à sua posteridade, mas em virtude da justiça da fé.

14.Porque, se a herança é reservada aos observadores da lei, a fé já não tem razão de ser e a promessa fica sem valor.

15.Porquanto a lei produz a ira; e onde não existe lei, não há transgressão.

16.Logo, é pela fé que alguém se torna herdeiro. Portanto, gratuitamente; e a promessa é assegurada a toda a posteridade de Abraão, não somente aos que procedem da lei, mas também aos que possuem a fé de Abraão, que é pai de todos nós.

17.Em verdade, está escrito: Eu te constituí pai de muitas nações (Gn 17,5); (nosso pai, portanto) diante dos olhos daquele em quem acreditou, o Deus que dá vida aos mortos e chama à existência as coisas que estão no nada.

18.Esperando, contra toda a esperança, Abraão teve fé e se tornou pai de muitas nações, segundo o que lhe fora dito: Assim será a tua descendência (Gn 15,5).

19.Não vacilou na fé, embora reconhecendo o seu próprio corpo sem vigor - pois tinha quase cem anos - e o seio de Sara igualmente amortecido.

20.Ante a promessa de Deus, não vacilou, não desconfiou, mas conservou-se forte na fé e deu glória a Deus.

21.Estava plenamente convencido de que Deus era poderoso para cumprir o que prometera.

22.Eis por que sua fé lhe foi contada como justiça.

23.Ora, não é só para ele que está escrito que a fé lhe foi imputada em conta de justiça.

24.É também para nós, pois a nossa fé deve ser-nos imputada igualmente, porque cremos naquele que dos mortos ressuscitou Jesus, nosso Senhor,

25.o qual foi entregue por nossos pecados e ressuscitado para a nossa justificação.

domingo, agosto 21, 2016

Atos, 4

Atos dos Apóstolos, 4
1.Enquanto eles falavam ao povo, vieram os sacerdotes, o chefe do templo e os saduceus,

2.contrariados porque ensinavam ao povo e anunciavam, na pessoa de Jesus, a ressurreição dos mortos.

3.Prenderam-nos e os meteram no cárcere até o outro dia, pois já era tarde.

4.Muitos, porém, dos que tinham ouvido a pregação creram; e o número dos fiéis elevou-se a mais ou menos cinco mil.

5.No dia seguinte reuniram-se em Jerusalém os chefes do povo, os anciãos, os escribas,

6.com Anás, sumo sacerdote, Caifás, João, Alexandre e todos os que eram da linhagem pontifical.

7.Colocando-os no meio, perguntaram: Com que poder ou em que nome fizestes isso?

8.Então Pedro, cheio do Espírito Santo, respondeu-lhes: Chefes do povo e anciãos, ouvi-me:

9.se hoje somos interrogados a respeito do benefício feito a um enfermo, e em que nome foi ele curado,

10.ficai sabendo todos vós e todo o povo de Israel: foi em nome de Jesus Cristo Nazareno, que vós crucificastes, mas que Deus ressuscitou dos mortos. Por ele é que esse homem se acha são, em pé, diante de vós.

11.Esse Jesus, pedra que foi desprezada por vós, edificadores, tornou-se a pedra angular.

12.Em nenhum outro há salvação, porque debaixo do céu nenhum outro nome foi dado aos homens, pelo qual devamos ser salvos.

13.Vendo eles a coragem de Pedro e de João, e considerando que eram homens sem estudo e sem instrução, admiravam-se. Reconheciam-nos como companheiros de Jesus.

14.Mas vendo com eles o homem que tinha sido curado, não puderam replicar.

15.Mandaram que se retirassem da sala do conselho, e conferenciaram entre si:

16.Que faremos destes homens? Porquanto o milagre por eles feito se tornou conhecido de todos os habitantes de Jerusalém, e não o podemos negar.

17.Todavia, para que esta notícia não se divulgue mais entre o povo, proibamos com ameaças, que no futuro falem a alguém nesse nome.

18.Chamaram-nos e ordenaram-lhes que absolutamente não falassem nem ensinassem em nome de Jesus.

19.Responderam-lhes Pedro e João: Julgai-o vós mesmos se é justo diante de Deus obedecermos a vós mais do que a Deus.

20.Não podemos deixar de falar das coisas que temos visto e ouvido.

21.Eles então, ameaçando-os de novo, soltaram-nos, não achando pretexto para os castigar por causa do povo, porque todos glorificavam a Deus pelo que tinha acontecido.

22.Pois já passava dos 40 anos o homem em quem se realizara essa cura milagrosa.

23.Postos em liberdade, voltaram aos seus irmãos e referiram tudo quanto lhes tinham dito os sumos sacerdotes e os anciãos.

24.Ao ouvirem isso, levantaram unânimes a voz a Deus e disseram: Senhor, vós que fizestes o céu, a terra, o mar e tudo o que neles há.

25.Vós que, pelo Espírito Santo, pela boca de nosso pai Davi, vosso servo, dissestes: Por que se agitam as nações, e imaginam os povos coisas vãs?

26.Levantam-se os reis da terra, e os príncipes se reúnem em conselho contra o Senhor e contra o seu Cristo (Sl 2,1s.).

27.Pois na verdade se uniram nesta cidade contra o vosso santo servo Jesus, que ungistes, Herodes e Pôncio Pilatos com as nações e com o povo de Israel,

28.para executarem o que a vossa mão e o vosso conselho predeterminaram que se fizesse.

29.Agora, pois, Senhor, olhai para as suas ameaças e concedei aos vossos servos que com todo o desassombro anunciem a vossa palavra.

30.Estendei a vossa mão para que se realizem curas, milagres e prodígios pelo nome de Jesus, vosso santo servo!

31.Mal acabavam de rezar, tremeu o lugar onde estavam reunidos. E todos ficaram cheios do Espírito Santo e anunciaram com intrepidez a palavra de Deus.

32.A multidão dos fiéis era um só coração e uma só alma. Ninguém dizia que eram suas as coisas que possuía, mas tudo entre eles era comum.

33.Com grande coragem os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus. Em todos eles era grande a graça.

34.Nem havia entre eles nenhum necessitado, porque todos os que possuíam terras e casas vendiam-nas,

35.e traziam o preço do que tinham vendido e depositavam-no aos pés dos apóstolos. Repartia-se então a cada um deles conforme a sua necessidade.

36.Assim José (a quem os apóstolos deram o sobrenome de Barnabé que quer dizer Filho da Consolação), levita natural de Chipre, possuía um campo.

37.Vendeu-o e trouxe o valor dele e depositou aos pés dos apóstolos.

sábado, agosto 06, 2016

Hebreus, 3

1.Portanto, irmãos santos, participantes da vocação que vos destina à herança do céu, considerai o mensageiro e pontífice da fé que professamos, Jesus.

2.Ele é fiel àquele que o constituiu, como também Moisés o foi em toda a sua casa (Nm 12,7).

3.Porém, é tido muito superior em glória a Moisés, tanto quanto o fundador de uma casa é mais digno do que a própria casa.

4.Pois toda casa tem seu construtor, mas o construtor de todas as coisas é Deus.

5.Moisés foi fiel em toda a sua casa, como servo e testemunha das palavras de Deus.

6.Cristo, porém, o foi como Filho à frente de sua própria casa. E sua casa somos nós, contanto que permaneçamos firmes, até o fim, professando intrepidamente a nossa fé e ufanos da esperança que nos pertence.

7.Por isso, como diz o Espírito Santo: Hoje, se ouvirdes a sua voz,

8.não endureçais os vossos corações, como por ocasião da revolta, como no dia da tentação no deserto,

9.quando vossos pais me puseram à prova e viram o meu poder por quarenta anos.

10.Eu me indignei contra aquela geração, porque andavam sempre extraviados em seu coração e não compreendiam absolutamente nada dos meus desígnios.

11.Por isso, em minha ira, jurei que não haveriam de entrar no lugar de descanso que lhes prometera (Sl 94,8-11)!

12.Tomai precaução, meus irmãos, para que ninguém de vós venha a perder interiormente a fé, a ponto de abandonar o Deus vivo.

13.Antes, animai-vos mutuamente cada dia durante todo o tempo compreendido na palavra hoje, para não acontecer que alguém se torne empedernido com a sedução do pecado.

14.Porque somos incorporados a Cristo, mas sob a condição de conservarmos firme até o fim nossa fé dos primeiros dias,

15.enquanto se nos diz: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações, como aconteceu no tempo da revolta.

16.E quais foram os que se revoltaram contra o Senhor depois de terem ouvido a sua voz? Não foram todos os que saíram do Egito, conduzidos por Moisés?

17.Contra quem esteve indignado o Senhor durante quarenta anos? Não foi contra os revoltosos, cujos corpos caíram no deserto?

18.E a quem jurou que não entrariam no seu descanso senão a estes rebeldes?

19.Portanto, estamos vendo: foi por causa da sua descrença que não puderam entrar.

sexta-feira, agosto 05, 2016

Tito, 3

1.Admoesta-os a que sejam submissos aos magistrados e às autoridades, sejam obedientes, estejam prontos para qualquer obra boa,

2.não falem mal dos outros, sejam pacíficos, afáveis e saibam dar provas de toda mansidão para com todos os homens.

3.Porque também nós outrora éramos insensatos, rebeldes, transviados, escravos de paixões de toda espécie, vivendo na malícia e na inveja, detestáveis, odiando-nos uns aos outros.

4.Mas um dia apareceu a bondade de Deus, nosso Salvador, e o seu amor para com os homens.

5.E, não por causa de obras de justiça que tivéssemos praticado, mas unicamente em virtude de sua misericórdia, ele nos salvou mediante o batismo da regeneração e renovação, pelo Espírito Santo,

6.que nos foi concedido em profusão, por meio de Cristo, nosso Salvador,

7.para que a justificação obtida por sua graça nos torne, em esperança, herdeiros da vida eterna.

8.Certa é esta doutrina, e quero que a ensines com constância e firmeza, para que os que abraçaram a fé em Deus se esforcem por se aperfeiçoar na prática do bem. Isto é bom e útil aos homens.

9.Quanto a questões tolas, genealogias, contendas e disputas relativas à lei, foge delas, porque são inúteis e vãs.

10.O homem que assim fomenta divisões, depois de advertido uma primeira e uma segunda vez, evita-o,

11.visto que esse tal é um perverso que, perseverando no seu pecado, se condena a si próprio.

12.Logo que eu te enviar Ártemas ou Tíquico, apressa-te a vir ter comigo em Nicópolis, onde decidi passar o inverno.

13.Prepara com cuidado a viagem do jurista Zenas e de Apolo, de maneira que nada lhes venha a faltar.

14.Urge também que os nossos aprendam a aplicar-se às boas obras para atender às necessidades mais prementes. Assim não ficarão infrutuosos.

15.Todos os que estão comigo te saúdam. Saúda todos aqueles que nos amam na fé. A graça esteja com todos vós!

quinta-feira, agosto 04, 2016

I Timóteo, 3

1.Eis uma coisa certa: quem aspira ao episcopado, saiba que está desejando uma função sublime.

2.Porque o bispo tem o dever de ser irrepreensível, casado uma só vez, sóbrio, prudente, regrado no seu proceder, hospitaleiro, capaz de ensinar.

3.Não deve ser dado a bebidas, nem violento, mas condescendente, pacífico, desinteressado;

4.deve saber governar bem a sua casa, educar os seus filhos na obediência e na castidade.

5.Pois quem não sabe governar a sua própria casa, como terá cuidado da Igreja de Deus?

6.Não pode ser um recém-convertido, para não acontecer que, ofuscado pela vaidade, venha a cair na mesma condenação que o demônio.

7.Importa, outrossim, que goze de boa consideração por parte dos de fora, para que não se exponha ao desprezo e caia assim nas ciladas diabólicas.

8.Do mesmo modo, os diáconos sejam honestos, não de duas atitudes nem propensos ao excesso da bebida e ao espírito de lucro;

9.que guardem o mistério da fé numa consciência pura.

10.Antes de poderem exercer o seu ministério, sejam provados para que se tenha certeza de que são irrepreensíveis.

11.As mulheres também sejam honestas, não difamadoras, mas sóbrias e fiéis em tudo.

12.Os diáconos não sejam casados senão uma vez, e saibam governar os filhos e a casa.

13.E os que desempenharem bem este ministério, alcançarão honrosa posição e grande confiança na fé, em Jesus Cristo.

14.Estas coisas te escrevo, mas espero ir visitar-te muito em breve.

15.Todavia, se eu tardar, quero que saibas como deves portar-te na casa de Deus, que é a Igreja de Deus vivo, coluna e sustentáculo da verdade.

16.Sim, é tão sublime - unanimemente o proclamamos - o mistério da bondade divina: manifestado na carne, justificado no Espírito, visto pelos anjos, anunciado aos povos, acreditado no mundo, exaltado na glória!

sábado, julho 30, 2016

II Tessalonicenses, 3

1.Por fim, irmãos, orai por nós, para que a palavra do Senhor se propague e seja estimada, tal como acontece entre vós,

2.e para que sejamos livres dos homens perversos e maus; porque nem todos possuem a fé.

3.Mas o Senhor é fiel, e ele há de vos dar forças e vos preservar do mal.

4.Quanto a vós, temos plena certeza no Senhor de que estareis cumprindo e continuareis a cumprir o que vos prescrevemos.

5.Que o Senhor dirija os vossos corações para o amor de Deus e a paciência de Cristo.

6.Intimamo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que eviteis a convivência de todo irmão que leve vida ociosa e contrária à tradição que de nós tendes recebido.

7.Sabeis perfeitamente o que deveis fazer para nos imitar. Não temos vivido entre vós desregradamente,

8.nem temos comido de graça o pão de ninguém. Mas, com trabalho e fadiga, labutamos noite e dia, para não sermos pesados a nenhum de vós.

9.Não porque não tivéssemos direito para isso, mas foi para vos oferecer em nós mesmos um exemplo a imitar.

10.Aliás, quando estávamos convosco, nós vos dizíamos formalmente: Quem não quiser trabalhar, não tem o direito de comer.

11.Entretanto, soubemos que entre vós há alguns desordeiros, vadios, que só se preocupam em intrometer-se em assuntos alheios.

12.A esses indivíduos ordenamos e exortamos a que se dediquem tranqüilamente ao trabalho para merecerem ganhar o que comer.

13.Vós, irmãos, não vos canseis de fazer o bem.

14.Se alguém não obedecer ao que ordenamos por esta carta, notai-o e, para que ele se envergonhe, deixai de ter familiaridade com ele.

15.Porém, não deveis considerá-lo como inimigo, mas repreendê-lo como irmão.

16.O Senhor da paz vos conceda a paz em todo o tempo e em todas as circunstâncias. O Senhor esteja com todos vós.

17.A saudação vai de meu próprio punho: PAULO. É esta a minha assinatura em todas as minhas cartas. É assim que eu escrevo.

18.A graça de nosso Senhor Jesus Cristo esteja com todos vós!

sexta-feira, julho 29, 2016

I Tessalonicenses, 3

1.Assim, não podendo mais esperar, resolvemos ficar sozinhos em Atenas,

2.e enviar-vos Timóteo, nosso irmão e ministro de Deus no Evangelho de Cristo. Ele tem a missão de vos fortalecer e encorajar na vossa fé,

3.a fim de que, em meio às presentes tribulações, ninguém se amedronte. Vós mesmos sabeis que esta é a nossa sorte.

4.Estando ainda convosco, vos predizíamos que haveríamos de padecer tribulações. É o que aconteceu e estais sabendo.

5.É este o motivo por que, não podendo mais suportar a demora, mandei colher informações a respeito da vossa fé, pois receava que o tentador vos tivesse seduzido e resultasse em nada o nosso trabalho.

6.Mas, agora, Timóteo acaba de voltar da visita que vos fez, trazendo excelentes notícias da vossa fé e caridade. Ele nos falou da afetuosa lembrança que de nós sempre guardais e do desejo que tendes de nos rever, desejo que é também nosso.

7.Assim, irmãos, fomos consolados por vós, no meio de todas as nossas angústias e tribulações, em virtude da vossa fé.

8.Agora, sim, tornamos a viver, porque permaneceis firmes no Senhor.

9.E como poderíamos agradecer a Deus por vós, por toda a alegria que tivemos diante dele por vossa causa?!

10.Noite e dia, com intenso, extremo fervor, oramos para que nos seja dado ver novamente a vossa face e completar o que ainda falta à vossa fé.

11.Que Deus, nosso Pai, e nosso Senhor Jesus nos preparem o caminho até vós!

12.Que o Senhor vos faça crescer e avantajar na caridade mútua e para com todos os homens, como é o nosso amor para convosco.

13.Que ele confirme os vossos corações, e os torne irrepreensíveis e santos na presença de Deus, nosso Pai, por ocasião da vinda de nosso Senhor Jesus com todos os seus santos!

quinta-feira, julho 21, 2016

Gálatas, 3

1.Ó insensatos gálatas! Quem vos fascinou a vós, ante cujos olhos foi apresentada a imagem de Jesus Cristo crucificado?

2.Apenas isto quero saber de vós: recebestes o Espírito pelas práticas da lei ou pela aceitação da fé?

3.Sois assim tão levianos? Depois de terdes começado pelo Espírito, quereis agora acabar pela carne?

4.Ter feito tais experiências em vão! Se é que foi em vão!

5.Aquele que vos dá o Espírito e realiza milagres entre vós, acaso o faz pela prática da lei, ou pela aceitação da fé?

6.Foi este o caso de Abraão: ele creu em Deus e isto lhe foi levado em conta de justiça (Gn 15,6).

7.Sabei, pois: só os que têm fé é que são filhos de Abraão.

8.Prevendo a Escritura que Deus justificaria os povos pagãos pela fé, anunciou esta boa nova a Abraão: Em ti todos os povos serão abençoados (Gn 18,18).

9.De modo que os homens de fé são abençoados com a bênção de Abraão, homem de fé.

10.Todos os que se apóiam nas práticas legais estão sob um regime de maldição. Pois está escrito: Maldito aquele que não cumpre todas as prescrições do livro da lei (Dt 27,26).

11.Que ninguém é justificado pela lei perante Deus é evidente, porque o justo viverá pela fé (Hab 2,4).

12.Ora, a lei não provém da fé e sim (do cumprimento): quem observar estes preceitos viverá por eles (Lv 18,5).

13.Cristo remiu-nos da maldição da lei, fazendo-se por nós maldição, pois está escrito: Maldito todo aquele que é suspenso no madeiro (Dt 21,23).

14.Assim a bênção de Abraão se estende aos gentios, em Cristo Jesus, e pela fé recebemos o Espírito prometido.

15.Irmãos, vou apresentar-vos uma comparação de ordem humana. Se um testamento for feito em boa e devida forma, por quem quer que seja, ninguém o pode anular ou acrescentar-lhe alguma coisa.

16.Ora, as promessas foram feitas a Abraão e à sua descendência. Não diz: aos seus descendentes, como se fossem muitos, mas fala de um só: e a tua descendência (Gn 12,7), isto é, a Cristo.

17.Afirmo, portanto: a lei, que veio quatrocentos e trinta anos mais tarde, não pode anular o testamento feito por Deus em boa e devida forma e não pode tornar sem efeito a promessa.

18.Porque, se a herança se obtivesse pela lei, já não proviria da promessa. Ora, pela promessa é que Deus deu o seu favor a Abraão.

19.Então que é a lei? É um complemento ajuntado em vista das transgressões, até que viesse a descendência a quem fora feita a promessa; foi promulgada por anjos, passando por um intermediário.

20.Mas não há intermediário, tratando-se de uma só pessoa, e Deus é um só.

21.Portanto, é a lei contrária às promessas de Deus? De nenhum modo. Se fosse dada uma lei que pudesse vivificar, em verdade a justiça viria pela lei;

22.mas a Escritura encerrou tudo sob o império do pecado, para que a promessa mediante a fé em Jesus Cristo fosse dada aos que crêem.

23.Antes que viesse a fé, estávamos encerrados sob a vigilância de uma lei, esperando a revelação da fé.

24.Assim a lei se nos tornou pedagogo encarregado de levar-nos a Cristo, para sermos justificados pela fé.

25.Mas, depois que veio a fé, já não dependemos de pedagogo,

26.porque todos sois filhos de Deus pela fé em Jesus Cristo.

27.Todos vós que fostes batizados em Cristo, vos revestistes de Cristo.

28.Já não há judeu nem grego, nem escravo nem livre, nem homem nem mulher, pois todos vós sois um em Cristo Jesus.

29.Ora, se sois de Cristo, então sois verdadeiramente a descendência de Abraão, herdeiros segundo a promessa.

quarta-feira, julho 20, 2016

II Coríntios, 3

1.Recomeçamos a fazer o nosso próprio elogio? Temos, acaso, como alguns, necessidade de vos apresentar ou receber de vós carta de recomendação?

2.Vós mesmos sois a nossa carta, escrita em nossos corações, conhecida e lida por todos os homens.

3.Não há dúvida de que vós sois uma carta de Cristo, redigida por nosso ministério e escrita, não com tinta, mas com o Espírito de Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, em vossos corações.

4.Tal é a convicção que temos em Deus por Cristo.

5.Não que sejamos capazes por nós mesmos de ter algum pensamento, como de nós mesmos. Nossa capacidade vem de Deus.

6.Ele é que nos fez aptos para ser ministros da Nova Aliança, não a da letra, e sim a do Espírito. Porque a letra mata, mas o Espírito vivifica.

7.Ora, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de tal glória que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos no rosto de Moisés, por causa do resplendor de sua face (embora transitório),

8.quanto mais glorioso não será o ministério do Espírito!

9.Se o ministério da condenação já foi glorioso, muito mais o há de sobrepujar em glória o ministério da justificação !

10.Aliás, sob esse aspecto e em comparação desta glória eminentemente superior, empalidece a glória do primeiro ministério.

11.Se o transitório era glorioso, muito mais glorioso é o que permanece!

12.Em posse de tal esperança, procedemos com total desassombro,

13.Não fazemos como Moisés, que cobria o rosto com um véu para que os filhos de Israel não fixassem os olhos no fim daquilo que era transitório.

14.Em conseqüência, a inteligência deles permaneceu obscurecida. Ainda agora, quando lêem o Antigo Testamento, esse mesmo véu permanece abaixado, porque é só em Cristo que ele deve ser levantado.

15.Por isso, até o dia de hoje, quando lêem Moisés, um, véu cobre-lhes o coração.

16.Esse véu só será tirado quando se converterem ao Senhor.

17.Ora, o Senhor é Espírito, e onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.

18.Mas todos nós temos o rosto descoberto, refletimos como num espelho a glória do Senhor e nos vemos transformados nesta mesma imagem, sempre mais resplandecentes, pela ação do Espírito do Senhor.