PIX, DEPÓSITO OU TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA – Banco do Brasil – Agência 31852 – C/C 112744. 6 Favorecido Charles Wellington da Silva Fonseca. 018631345-49 (chave PIX).

Mostrando postagens com marcador Direitos humanos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Direitos humanos. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, março 21, 2013

O osso

O partido é soberano, mas eu não renuncio. Não renuncio.
Deputado Marco Feliciano (PSC-SP), pressionado pelos próprios companheiros de partido a deixar a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara

domingo, março 17, 2013

Brasil

Vamos levantar toda a cadeia de comando, desde o general ao torturador que utilizava o pau de arara.
Paulo Sérgio Pinheiro. sociólogo e coordenador da Comissão Nacional da Verdade

terça-feira, novembro 20, 2012

Zumbi dos Palmares

fonte wikipedia

Etimologia

A palavra Zumbi,ou "Zambi" vem do termo zumbe, do idioma africano quimbundo, e significa, fantasma, espectro, alma de pessoa falecida.[1]
Histórico

O Quilombo dos Palmares -- localizado na atual região de União dos Palmares, Alagoas -- era uma comunidade, um reino (ou república na visão de alguns[quem?]) formado por escravos negros que haviam escapado das fazendas, prisões e senzalas brasileiras. Ele ocupava uma área próxima ao tamanho de Portugal, no atual estado de Alagoas. Naquele momento sua população alcançava por volta de trinta mil pessoas.
Zumbi nasceu em Palmares, Alagoas, livre, no ano de 1655, mas foi capturado e entregue a um missionário português quando tinha aproximadamente seis anos. Batizado 'Francisco', Zumbi recebeu os sacramentos, aprendeu português e latim, e ajudava diariamente na celebração da missa. Apesar destas tentativas de aculturá-lo, Zumbi escapou em 1670 e, com quinze anos, retornou ao seu local de origem. Zumbi se tornou conhecido pela sua destreza e astúcia na luta e já era um estrategista militar respeitável quando chegou aos vinte anos.
Por volta de 1678, o governador da Capitania de Pernambuco cansado do longo conflito com o Quilombo de Palmares, se aproximou do líder de Palmares, Ganga Zumba, com uma oferta de paz. Foi oferecida a liberdade para todos os escravos fugidos se o quilombo se submetesse à autoridade da Coroa Portuguesa; a proposta foi aceita, mas Zumbi rejeitou a proposta do governador e desafiou a liderança de Ganga Zumba. Prometendo continuar a resistência contra a opressão portuguesa, Zumbi tornou-se o novo líder do quilombo de Palmares.
Quinze anos após Zumbi ter assumido a liderança, o bandeirante paulista Domingos Jorge Velho foi chamado para organizar a invasão do quilombo. Em 6 de fevereiro de 1694 a capital de Palmares foi destruída e Zumbi ferido. Apesar de ter sobrevivido, foi traído por Antonio Soares, e surpreendido pelo capitão Furtado de Mendonça em seu reduto (talvez a Serra Dois Irmãos). Apunhalado, resiste, mas é morto com 20 guerreiros quase dois anos após a batalha, em 20 de novembro de 1695. Teve a cabeça cortada, salgada e levada ao governador Melo e Castro. Em Recife, a cabeça foi exposta em praça pública, visando desmentir a crença da população sobre a lenda da imortalidade de Zumbi.
Em 14 de março de 1696 o governador de Pernambuco Caetano de Melo e Castro escreveu ao Rei: "Determinei que pusessem sua cabeça em um poste no lugar mais público desta praça, para satisfazer os ofendidos e justamente queixosos e atemorizar os negros que supersticiosamente julgavam Zumbi um imortal, para que entendessem que esta empresa acabava de todo com os Palmares."

Polêmicas

Alguns autores levantam a possibilidade de que Zumbi não tenha sido o verdadeiro herói do Quilombo dos Palmares e sim Ganga-Zumba: "Os escravos que se recusavam a fugir das fazendas e ir para os quilombos eram capturados e convertidos em cativos dos quilombos. A luta de Palmares não era contra a iniquidade desumanizadora da escravidão. Era apenas recusa da escravidão própria, mas não da escravidão alheia.[...]"[2]
De acordo com José Murilo de Carvalho, em "Cidadania no Brasil" (pag 48), "os quilombos mantinham relações com a sociedade que os cercavam, e esta sociedade era escravista. No próprio quilombo dos Palmares havia escravos. Não existiam linhas geográficas separando a escravidão da liberdade".
Segundo alguns estudiosos Ganga Zumba teria sido assassinado, e os negros de Palmares elevaram Zumbi a categoria de chefe:
"Depois de feitas as pazes em 1678, os negros mataram o rei Ganga-Zumba, envenenando-o, e Zumbi assumiu o governo e o comando-em-chefe do Quilombo"[3]
Seu governo também teria sido caracterizado pelo despotismo:
"Se algum escravo fugia dos Palmares, eram enviados negros no seu encalço e, se capturado, era executado pela ‘severa justiça’ do quilombo.
Zumbi é considerado um dos grandes líderes de nossa história. Símbolo da resistência e luta contra a escravidão, lutou pela liberdade de culto, religião e pratica da cultura africana no Brasil Colonial. O dia de sua morte, 20 de novembro, é lembrado e comemorado em todo o território nacional como o Dia da Consciência Negra."[4]
Escravidão no Quilombo dos Palmares
Apesar de Representar uma resistência à escravidão, muitos quilombos contavam com a escravidão internamente. Esta prática levou vários teóricos a interpretarem a prática dos quilombos como um conservadorismo africano, mantendo as diversas classes sociais existentes na África, incluindo reis, generais e escravos.[5][6]
Para alguns estudiosos, no entanto, a escravidão nos quilombos não se assemelhava à escravidão dos brancos sobre os negros, sendo os escravos considerados como membros das casas dos senhores, aos quais deviam obediência e respeito.[7] Semelhante à escravidão entre brancos, comum na Europa na Alta Idade Média.[8]

segunda-feira, novembro 19, 2012

quinta-feira, novembro 08, 2012

Direito do idoso: Art. 16, Capítulo IV, da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso): "Ao idoso internado ou em observação é assegurado o direito a acompanhante, devendo o órgão de saúde proporcionar as condições adequadas para a sua permanência em tempo integral, segundo critério médico."

Eu queria saber se meu cabelo é igual ao seu


 O diálogo principal entre uma criança de 5 anos e o Presidente Obama em 2009.

Segundo o New York Times, o diálogo foi o seguinte:
Jacob: “Eu queria saber se meu cabelo é igual ao seu”.
Jacob falou tão baixo que Obama pediu para que o garoto repetisse a pergunta.
Ao entender a pergunta, Obama disse:
“Por que você mesmo não toca e vê?”
Obama então abaixa a cabeça até ficar da altura de Jacob, que não tocou a cabeça do presidente.
“Toca, cara!” disse Obama.
A famosa foto foi tirada nesse momento: Jacob estica o braço e toca o cabelo do presidente.
Ao levantar, Obama pergunta o que o menino achou.
“Sim, é igualzinho ao meu” respondeu Jacob.
Com a imagem, Obama reforçou sua imagem de símbolo entre os negros. O pai de Jacob, que hoje serve no Afeganistão, diz que “é importante para crianças negras verem um presidente negro. Você pode acreditar que qualquer posição é possível quando vê um negro a ocupando”.
Atualmente com oito anos, Jacob disse que ele certamente que quer ser presidente “ou piloto de testes”.

segunda-feira, novembro 07, 2011