John Henry Twachtman
Elizeth Cardoso - Naquela mesa
Composição : Sérgio Bittencourt
Naquela mesa ele sentava sempre
E me dizia sempre o que é viver melhor
Naquela mesa ele contava histórias
Que hoje na memória eu guardo e sei de cor
Naquela mesa ele juntava gente
E contava contente o que fez de manhã
E nos seus olhos era tanto brilho
Que mais que seu filho
Eu fiquei seu fã
Eu não sabia que doía tanto
Uma mesa num canto, uma casa e um jardim
Se eu soubesse o quanto dói a vida
Essa dor tão doída, não doía assim
Agora resta uma mesa na sala
E hoje ninguém mais fala do seu bandolim
Naquela mesa ta faltando ele
E a saudade dele ta doendo em mim
Naquela mesa ta faltando ele
E a saudade dele ta doendo em mim
Onde fico. Clique: http://www.aluguetemporada.com.br/imovel/p331649?cid=E_habrownerinquiry_DB_O_20110419_propertyurl_text_LPROP_
“Aquele que mente a si mesmo e escuta sua própria mentira vai ao ponto de não mais distinguir a verdade, nem em si,nem em torno de si; perde pois o respeito de si e dos outros.Não respeitando ninguém, deixa de amar; e para se ocupar,e para se distrair, na ausência do amor, entrega-se às paixões e aos gozos grosseiros; chega até a bestialidade em seus vícios, e tudo isso provém da mentira contínua a si mesmo e aos outros. Aquele que mente a si mesmo pode ser o primeiro a ofender-se. É por vezes bastante agradável ofender a si mesmo, não é verdade?”
Fiodor Dostoievski (1821-1881) - Os Irmãos Karamazov
terça-feira, maio 03, 2011
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