IA
segunda-feira, agosto 31, 2026
Nas sombras do quarto, onde a luz não se atreve, Ele tece o destino num sussurro leve. Entre mapas riscados e fios de cor, Grita ao mundo a verdade o conspirador. Vê segredos gravados no verso da nota, Sabe quem nos governa, quem dita a rota. O que o povo chama de mero azar, Ele jura que alguém planejou ocultar. Eles olham de cima, vigiam os passos, Prendem as almas em finos pedaços. A tela que brilha, o chip, o sinal, São armas silentes do grande rival. Ninguém acredita, chamam-no de louco, Mas a venda dos olhos vai caindo aos poucos. Na noite vazia, ele esconde o diário, O último bastião do herói solitário. Espera o momento do grande clarão, Quando a farsa do mundo cair pelo chão. E enquanto o silêncio consome o temor, Vigias da noite, temei o conspirador.
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