Charles Fonseca
domingo, agosto 09, 2026
De alambique em alambique de barro. O chão crestado da caatinga. Desce a garapa da doce caninha. Um gole, um estalar de dedos. Na alma aninha Aquela dor não sei bem por que, aquele gozo do tudo a ver. Do haver do meu irmão amado. Morreu, morreu, coitado.
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