BACKUP
lá no umbral umbilical, no bico da primeira mamadeira lá na murcha folhagem do ipê transplantado onde o pé largou a terra para dar o passo lá nesse sertão de alma onde a comida é rala e a farinha engrossa o caldo lá onde o desígnio é rio intermitente onde oscila o sinal de internet e, de repente, é lápis sem ponta o que era traço, o suco faz-se sulco: é inverno — na ponta seca do compasso, lá onde o mundo cresce, lá onde algo se perde, lá — e somente lá — é que eu existo se a memória fenece na cama da calma, no imemorial átomo no antílope azul e seu último sono terrestre

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