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domingo, julho 05, 2026

Para Aristóteles, a vingança não é uma virtude, mas sim um ato de injustiça motivado pela paixão (cólera ou ressentimento), e não pela razão. Ele a define como um excesso de punição. Na sua obra ⁠Ética a Nicômaco, a verdadeira justiça deve ser proporcional, calculada de forma racional para corrigir um dano, sendo um meio-termo entre a falta e o excesso

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