Charles Fonseca
sexta-feira, julho 24, 2026
Nada me é tão belo. E no entanto só a ofereço à rosa orvalhada do meu apreço. Entreaberta a bater asas. A vibrar qual colobri. A ansiar eis-me aqui. E nós no gozo, a dois no êxtase, depois à beira, à margem, mais uma vez, miragem.
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