Charles Fonseca
domingo, junho 14, 2026
Tudo começou encarando as divinas tetas. Voluptuosas a balançar ao vento. Em mim talvez nela um acento. Um vibrar um bate palmas por dentro. Aquele olhar no fundo da alma aquele roçar beirando os seus. Um arfar no peito seu, um engolir no imaginário.
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