Cada vez mais um pouquinho assim como não quer nada e o pouco é uma jornada, é como entrar num labirinto cuja saída eu sei de cor. É como se Ariadne me guiasse pelo seu fio que nela começa e o tomo cada vez mais ao Minotauro inimigo do nosso amor que cresce quase sem corpo mais alma um dia, talvez. Ao colo da bela resvalo ao seio onde habito, quem sabe, só Deus.
terça-feira, junho 02, 2026
O FIO DE ARIADNE. Charles Fonseca
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