Ao fim longa jornada meus cabelos stão em cãs. Captulei pós 56 foi uma virada, o meu pai e meu irmão. Um pedido, faz-me um poema e eu como não? Quem sabe ele estará ano que vem, a noite não tarda. Fundo do quintal lápis e guardanapo. Uma mangueira. Um abacateiro. Um proscenio. O drama, a fera acuada. Fiz um segundo. Peço algo mais, ele franziu o cento. - Nunca mais pare de escrever. Aflorou meu empenho. E nunca mais parei. No que escrevo desaguo. A mágoa recalcada. O novo amar hei de ter.
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