Charles Fonseca
sexta-feira, maio 22, 2026
Há sempre um vulto. Uma saudade. Todos irão à eternidade. E eu engulo. Ela sempre está no meu peito. Minha musa. Ela sempre pensa em mim. Relação confusa. E lá se vão décadas. Um toque de vez em quando. Só eu sei o quanto a mim me dói. E mói.
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