Charles Fonseca
quarta-feira, maio 20, 2026
Daquele sonho teimoso enfim viu-se desperto. Aquela brisa marinha. Cães pastores, a noite linda. Triste, taciturno, poeta. Sem eco, ao menos um olhar compreensivo. Uma escuta, um abraço, os olhos baços, nada. Feliz ano novo, de Olivença uma voz alegre. Beira mar, lá e cá, a alegria excede.
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