Charles Fonseca
sábado, abril 04, 2026
Todo dia é assim. Chega de mansinho. Uma aragem. Um carinho. É o crepúsulo e sentado observo o céu. O teu céu também a ti chega. Como quem não quer nada, como asa ligeira da pomba louçã ou da acauã sertaneja. Esta voraz mata e come. Aquela suave bica de leve tua alma e a leva sem amanhã.
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