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quarta-feira, março 04, 2026

DALILA TELES VERAS

 o rubicão ali está e precisa ser atravessado

na margem a poeta e seu pálido poema hesitam

diante do incontornável ponto sem retorno
funda-se o gesto destemido e ação determinante

antes do mergulho

cantarola uma canção para embalar utopias
e braços flácidos nada e afunda nada e afunda

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