"Na filosofia agostiniana tempo e espaço são coisas reais, e não ideias abstratas. O tempo é inerente ao ser criado, e não há tempo onde não há criatura, como não há criatura sem tempo. E o espaço indica a limitação e localização do ser criado (Gênesis à letra 5,5,12; A Cidade de Deus 11,6). A moderníssima definição de matéria, a de Einstein, de que “matéria é tudo o que está sujeito à relação espaço-tempo”, coincide com a de Santo Agostinho. Por isso está dito (n. 68): o que sentimos com os olhos divide-se no espaço, o que sentimos com os ouvidos divide-se no tempo."
terça-feira, fevereiro 10, 2026
OLHAR E OUVIR. Santo Agostinho
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