Charles Fonseca
quarta-feira, fevereiro 11, 2026
Naquela noite a escuridão ele e ela à janela, um breu. As camas juntas só ela e ele. A camisola do dia, embaixo a agonia, o quero agora, apaga o pavio. O mastro trêmulo aponta o céu será que come será que não. Ela carente o vate vário. O nunca mais, a saudade, descrente, o quero agora, o lamento à frente.
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