Morena de Itapetinga
ai, os teus lábios carnudos
teu vestido a ver tudo
eu pensava, imagina,
agora faço estes versos
poeta retardatário
no oratório solitário
ninguém sabe teu nome eu perplexo
mulher saudosa memória
fixada no passado
aflito angustiado
quero esquecer tua história

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