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segunda-feira, setembro 28, 2020

DA DOR. Ana Cecília de Sousa Bastos

 

DA DOR
Ana Cecília de Sousa Bastos

A dor é algo como se não fosse. 
Derrapagem à beira do abismo (aquele como se não estivesse). 
Holofote sobre escura porção de sombras. 
Eco à revelia do próprio eu re-ver-be-ra-ção por sobre o dia. 
Fissura aberta minando, ora esquecida ora sempre, em alguma parte do corpo como se fosse o todo. 

Dasdô? 
Na infância era uma prima e seus olhos encovados.

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