MOTE
Charles Fonseca
Os marcos fincados na areia
os passos dados em falso
os dados e os baralhos
a solidão que campeia
os burros cargas na água
o sal que foi para o mar
ao escuro do luar
lágrimas peito a rolar
a remir virá a morte
lado de lá a sorrir
me acompanham no porvir
poeta, este o meu mote.
sexta-feira, janeiro 10, 2020
MOTE. Charles Fonseca. Poesia.
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