Vênus e a fome de infinito
Luíza Mendes Furia
I (2)
Abandonei o tempo dos limites.
É do infinito que a alma mais tem fome.
A vida tece a urdidura do avesso
E é de loucura que o corpo se sacia.
Minha paixão não teme estes abismos.
O que se busca é nesta névoa que se oculta.
sexta-feira, dezembro 06, 2019
Vênus e a fome de infinito. Luíza Mendes Furia. Poesia.
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