DERRADEIRA
Charles Fonseca
sem base, sem nexo, talvez,
daqui a pouco, quem sabe, há de vir,
vez por outra, tudo a sentir,
a vida cheia, vazia, porquês,
que faço eu do agora
do passado do sem jeito
nada a pedir nenhum preito
vou exilar-me, ir embora
desta terra de palmeiras
onde crocita o corvo
saudades do meu em torno
só volto na derradeira.
quinta-feira, abril 18, 2019
DERRADEIRA. Charles Fonseca. Poesia.
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