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segunda-feira, fevereiro 04, 2019

O CIRCO. Charles Fonseca. Poesia.

O CIRCO
Charles Fonseca

Um sacrifício próprio por amor a quem
um amor perdido nos confins da aurora
um ego enlouquecido normal pros de fora
um deixa pra lá tempo que se foi, réquiem,

dois seres três por quatro à vista de todos
dois tristes ancestrais postos em silêncio
mais outros como os tais em falso proscênio
teatro circo mambembe palhaços toldos

na arquibancada os falsos aplausos
na geral a macacada plena a folia
rí o circo palhaço em agonia
só, triste, faz-se de alegre conta causos.






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