MANÁ
Charles Fonseca
Minha amada dorme e eu velo, velho de amá-la em tempo tão pouco. Que mistério a mim revelado! Como fazer para prolongar meu tempo, espichá-lo a mais não poder? Mas que fazer se estou aqui de passagem e a partida é certa? Por que vida tão curta pra curtir este amor chegado e que a partida esgarça? Quero mais. Quando minha nau se for, soltas as amarras ao cais da vida, que ela ao se for de novo me encontre, deixado o mar por fronteira, que leve brisa a traga de novo ao meu amor na nossa nova morada onde, por maná, haja o leite e o mel.
sexta-feira, março 01, 2013
Maná
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