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sexta-feira, fevereiro 08, 2013

ARREPIO. Charles Fonseca. Poesia

ARREPIO
Charles Fonseca

Só arrepio sem medo ou frio
Beijo molhado de língua sugante
Abraço apertado sufocante
Amante cavalga corpo esguio

Toma rédea cabelos sedosos
Preso às garras o dorso corcova
Geme a algoz sem dor só aprova
Sussurros ouve baixos, gozosos.

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