Charles Fonseca
A rosa em entrevero
Comigo, suposto amado,
Feriu-me, bateu o martelo.
Sangrou-me o peito. Eis o cravo.
Do espinho, fez-me agravo.
Do amor, fez-me uma glosa.
É bela, não mais que rosa.
Já vou. Chamo-me cravo.
Apoie nosso trabalho. Pix 0186313454

Muito linda sua poesia, parabéns!
ResponderExcluirFez-me lembrar da cantiga de roda:
O cravo brigou com a rosa, recordando a minha infância feliz.
Abraços fraternos amigo.