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segunda-feira, março 05, 2012

Cova.


COVA
Charles Fonseca

Não ouso falar-te pouco
É o eco a me sorrir
O teu cenho a ouvir
A sorrir teus olhos loucos

Estes versos pouco prosa
São um choro que sorri
Um abraço de partir
Um beijo a beira cova

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