Knud (Andreassen) Baade
EvangelhoJo:10,1-10

| 1. | “Em verdade, em verdade, vos digo: quem não entra pela porta no redil onde estão as ovelhas, mas sobe por outro lugar, esse é ladrão e assaltante. | |
| 2. | Quem entra pela porta é o pastor das ovelhas. | |
| 3. | Para este o porteiro abre, as ovelhas escutam a sua voz, ele chama cada uma pelo nome e as leva para fora. | |
| 4. | E depois de fazer sair todas as que são suas, ele caminha à sua frente e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz. | |
| 5. | A um estranho, porém, não seguem, mas fogem dele, porque não conhecem a voz dos estranhos”. | |
| 6. | Jesus contou-lhes esta parábola, mas eles não entenderam o que ele queria dizer. | |
| 7. | Jesus disse então: “Em verdade, em verdade, vos digo: eu sou a porta das ovelhas. | |
| 8. | Todos aqueles que vieram antes de mim são ladrões e assaltantes, mas as ovelhas não os escutaram. | |
| 9. | Eu sou a porta. Quem entrar por mim será salvo; poderá entrar e sair, e encontrará pastagem. | |
| 10. | O ladrão vem só para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância. |
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A LUVA
Schiller
No jardim dos leões , para assistir à luta,
O imperador galeia. Em derredor se escuta
A côrte a sussurrar. Sob as mantas escuras,
Junto ao trono , reluz o arnês das armaduras,
Enquanto nos balcões, em volta, descortina
A sêda de os dosséis a graça feminina.
O augusto imperador com os dedos fez sinal,
E, emperrado, a ranger nos gonzos, o portal
Lentamente se abriu, e, majestoso, assoma,
Abrindo a goela enorme e sacudindo a coma,
Um vulto silencioso. Agita-se a bancada,
Inquieta se debruça a côrte entusiasmada,
E o fulvo caçador das selvas, o leão,
Com os olhos em fogo espreita a multidão.
Até que enfim descansa os músculos na arena.
Do trono, o imperador mais outra vez acena ;
E um segundo portão se escancarando, em frente,
Deixa um tigre sair, aos saltos, de repente ;
Ele fita rugindo o rei dos animais,
Lambe-lhe a rubra língua os dentes colossais,
E a cauda mosqueada e forte, que serpeia,
Açoita devagar a palidez da areia .
Rodeia enraivecido ao grande leão deitado,
E, engrolando um rugido, estira-se a seu lado.
Pela terceira vez o imperador acena ;
Ao seu gesto recua uma grade pequena,
E a rugir e a saltar, pintalgados e pardos,
Lançam-se de uma vez da jaula dois leopardos.
Engrifam-se ante o tigre, e, arqueando o dorso hirsuto,
Aferventam, bufando, a cólera do bruto,
Que, encolhido nos rins, projeta-se e com a garra
Volteando no ar, veloz, os leopardos agarra.
E ruge o leão soerguendo o pescoço jubado,
Olhando os dois no chão do circo ensangüentado.
Nas bóbedas restruge em ecos o alarido
E entre as aclamações do povo erra pedido.
Aí, do peitoril florido de um balcão,
Uma luva caiu de encantadora mão,
E, como por querer, caiu exatamente
Entre o vulto do tigre e o do leão horrente.
E Cunegundes bela,a sorrir de ironia,
A um jovem vigoroso e esbelto lhe dizia :
"Se é verdade que é tão ardente e tão vibrante,
O amor que proclamais a todo e todo instante,
Cavalheiro Delorge, alevantai do chão
A luva que caiu a pouco desta mão."
A sentença fatal apenas ele ouvia
E já o podiam ver descendo a escadaria
Que dava para o circo; e, sem voltar o rosto,
Sem olhar para trás, com o semblante composto,
Com as fidalgas feições serenas e severas,
Nos dedos levantou a luva junto às feras.
E, da mesma expressão indiferente e fria,
Escutava ao subir, de volta, a escadaria,
Entre as damas gentis e os nobres de valor,
Um murmúrio correr de pasmo em seu louvor.
O sorriso da bela,amável,lhe assegura
Num próximo futuro a próxima ventura.
Mas Delorge,orgulhoso,antegozando a ofensa :
"Eu rejeito, senhora, a vossa recompensa".
Com um sombrio prazer nos olhos cintilantes,
Ia partir, porém, tardou ainda, e, antes
De deixar para sempre aquela que ele amara,
A luva lhe atirou, com força, em plena cara .
Schiller
No jardim dos leões , para assistir à luta,
O imperador galeia. Em derredor se escuta
A côrte a sussurrar. Sob as mantas escuras,
Junto ao trono , reluz o arnês das armaduras,
Enquanto nos balcões, em volta, descortina
A sêda de os dosséis a graça feminina.
O augusto imperador com os dedos fez sinal,
E, emperrado, a ranger nos gonzos, o portal
Lentamente se abriu, e, majestoso, assoma,
Abrindo a goela enorme e sacudindo a coma,
Um vulto silencioso. Agita-se a bancada,
Inquieta se debruça a côrte entusiasmada,
E o fulvo caçador das selvas, o leão,
Com os olhos em fogo espreita a multidão.
Até que enfim descansa os músculos na arena.
Do trono, o imperador mais outra vez acena ;
E um segundo portão se escancarando, em frente,
Deixa um tigre sair, aos saltos, de repente ;
Ele fita rugindo o rei dos animais,
Lambe-lhe a rubra língua os dentes colossais,
E a cauda mosqueada e forte, que serpeia,
Açoita devagar a palidez da areia .
Rodeia enraivecido ao grande leão deitado,
E, engrolando um rugido, estira-se a seu lado.
Pela terceira vez o imperador acena ;
Ao seu gesto recua uma grade pequena,
E a rugir e a saltar, pintalgados e pardos,
Lançam-se de uma vez da jaula dois leopardos.
Engrifam-se ante o tigre, e, arqueando o dorso hirsuto,
Aferventam, bufando, a cólera do bruto,
Que, encolhido nos rins, projeta-se e com a garra
Volteando no ar, veloz, os leopardos agarra.
E ruge o leão soerguendo o pescoço jubado,
Olhando os dois no chão do circo ensangüentado.
Nas bóbedas restruge em ecos o alarido
E entre as aclamações do povo erra pedido.
Aí, do peitoril florido de um balcão,
Uma luva caiu de encantadora mão,
E, como por querer, caiu exatamente
Entre o vulto do tigre e o do leão horrente.
E Cunegundes bela,a sorrir de ironia,
A um jovem vigoroso e esbelto lhe dizia :
"Se é verdade que é tão ardente e tão vibrante,
O amor que proclamais a todo e todo instante,
Cavalheiro Delorge, alevantai do chão
A luva que caiu a pouco desta mão."
A sentença fatal apenas ele ouvia
E já o podiam ver descendo a escadaria
Que dava para o circo; e, sem voltar o rosto,
Sem olhar para trás, com o semblante composto,
Com as fidalgas feições serenas e severas,
Nos dedos levantou a luva junto às feras.
E, da mesma expressão indiferente e fria,
Escutava ao subir, de volta, a escadaria,
Entre as damas gentis e os nobres de valor,
Um murmúrio correr de pasmo em seu louvor.
O sorriso da bela,amável,lhe assegura
Num próximo futuro a próxima ventura.
Mas Delorge,orgulhoso,antegozando a ofensa :
"Eu rejeito, senhora, a vossa recompensa".
Com um sombrio prazer nos olhos cintilantes,
Ia partir, porém, tardou ainda, e, antes
De deixar para sempre aquela que ele amara,
A luva lhe atirou, com força, em plena cara .
Rosa de Hiroshima
Onde fico. Clique: http://www.aluguetemporada.com.br/imovel/p331649?cid=E_habrownerinquiry_DB_O_20110419_propertyurl_text_LPROP_
Adoração
Guerra Junqueiro
Eu não te tenho amor simplesmente. A paixão
Em mim não é amor; filha, é adoração!
Nem se fala em voz baixa à imagem que se adora.
Quando da minha noite eu te contemplo, aurora,
E, estrela da manhã, um beijo teu perpassa
Em meus lábios, oh! quando essa infinita graça
do teu piedoso olhar me inunda, nesse instante
Eu sinto? virgem linda, inefável, radiante,
Envolta num clarão balsâmico da lua,
A minh'alma ajoelha, trémula, aos pés da tua!
Adoro-te!... Não és só graciosa, és bondosa:
Além de bela és santa; além de estrela és rosa.
Bendito seja o deus, bendita a Providência
Que deu o lírio ao monte e à tua alma a inocência,
O deus que te criou, anjo, para eu te amar,
E fez do mesmo azul o céu e o teu olhar!...
Constituição Federal - CF - 1988
§ 3º - Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.




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