A QUITINETE É A NOVA SENZALA
http://www.blogdogusmao.com.br/v1/2011/02/28/a-quitinete-e-a-nova-senzala/
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Relatório da ONU defende uso médico de emagrecedores
http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/883797-relatorio-da-onu-defende-uso-medico-de-emagrecedores.shtml
Relatório da ONU defende uso médico de emagrecedores
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Justiça determina que creches de São Paulo permaneçam abertas todo o ano
Clique: http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,justica-determina-que-creches-de-sao-paulo-permanecam-abertas-todo-o-ano,687140,0.htm
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Virgínia Lane canta "Sassaricando" (1952)
Sassassaricando
Todo mundo leva a vida no arame
Sassassaricando
A viúva o brotinho e a madame
O velho na porta da Colombo
É um assombro
Sassaricando
Quem não tem seu sassarico
Sassarica mesmo só
Porque sem sassaricar
Essa vida é um nó
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De pires na mão. Não pires.
levou.
vento
o
E
Clique: http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,justica-determina-que-creches-de-sao-paulo-permanecam-abertas-todo-o-ano,687140,0.htm
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Virgínia Lane canta "Sassaricando" (1952)
Sassassaricando
Todo mundo leva a vida no arame
Sassassaricando
A viúva o brotinho e a madame
O velho na porta da Colombo
É um assombro
Sassaricando
Quem não tem seu sassarico
Sassarica mesmo só
Porque sem sassaricar
Essa vida é um nó
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De pires na mão. Não pires.
levou.
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o
E
Onde mora o perigo. Clique: http://www.ilhacap.com.br/
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Old Monarchs of the Plains., upload feito originalmente por SMU Central University Libraries.
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Presidente pode cancelar contratos de quase R$ 34 bilhões fechados por Lula
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,presidente-pode-cancelar-contratos-de-quase-r-34-bilhoes-fechados-por-lula,686815,0.htm
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A loucura chamada afirmar, a doença chamada crer, a infâmia chamada feliz - tudo isto cheira a mundo, sabe à triste coisa que é a terra.
Sê indiferente. Ama o poente e o amanhecer, porque não há utilidade, nem para ti, em amá-los. Veste teu ser do ouro da tarde morta, como um rei deposto numa manhã de rosas, com Maio nas nuvens brancas e o sorriso das virgens nas quintas afastadas. Tua ânsia morra entre mirtos, teu tédio cesse entre tamarindos e o som da água acompanhe tudo isto como um entardecer ao pé de margens, e o rio, sem sentido salvo correr, eterno, para marés longínquas. O resto é a vida que nos deixa, a chama que morre no nosso olhar, a púrpura gasta antes de a vestirmos, a lua que vela o nosso abandono, as estrelas que estendem o seu silêncio sobre a nossa hora de desengano. Assídua, a máguo estéril e amiga que nos aperta ao peito com amor.
Meu destino é a decadência.
Meu domínio foi outrora em vales fundos. O som de águas que nunca sentiram sangue rega o ouvido dos meus sonhos. O copado das árvores que esquece a vida era verde sempre nos meus esquecimentos. A lua era fluida como água entre pedras. O amor nunca veio àquele vale e por isso tudo ali era feliz. Nem sonho, nem amor, nem deuses em templo, passando entre a brisa e a hora una e sem que soubesse saudades das crenças mais bêbadas, mas escusas.
Fernando Pessoa
Old Monarchs of the Plains., upload feito originalmente por SMU Central University Libraries.
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Presidente pode cancelar contratos de quase R$ 34 bilhões fechados por Lula
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,presidente-pode-cancelar-contratos-de-quase-r-34-bilhoes-fechados-por-lula,686815,0.htm
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A loucura chamada afirmar, a doença chamada crer, a infâmia chamada feliz - tudo isto cheira a mundo, sabe à triste coisa que é a terra.
Sê indiferente. Ama o poente e o amanhecer, porque não há utilidade, nem para ti, em amá-los. Veste teu ser do ouro da tarde morta, como um rei deposto numa manhã de rosas, com Maio nas nuvens brancas e o sorriso das virgens nas quintas afastadas. Tua ânsia morra entre mirtos, teu tédio cesse entre tamarindos e o som da água acompanhe tudo isto como um entardecer ao pé de margens, e o rio, sem sentido salvo correr, eterno, para marés longínquas. O resto é a vida que nos deixa, a chama que morre no nosso olhar, a púrpura gasta antes de a vestirmos, a lua que vela o nosso abandono, as estrelas que estendem o seu silêncio sobre a nossa hora de desengano. Assídua, a máguo estéril e amiga que nos aperta ao peito com amor.
Meu destino é a decadência.
Meu domínio foi outrora em vales fundos. O som de águas que nunca sentiram sangue rega o ouvido dos meus sonhos. O copado das árvores que esquece a vida era verde sempre nos meus esquecimentos. A lua era fluida como água entre pedras. O amor nunca veio àquele vale e por isso tudo ali era feliz. Nem sonho, nem amor, nem deuses em templo, passando entre a brisa e a hora una e sem que soubesse saudades das crenças mais bêbadas, mas escusas.
Fernando Pessoa


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