COLIBRÍ
Charles Fonseca
Há esperança no futuro
Se teu amor, mel de uruçú,
Me adocica o passado fel
E o meu céu se torna azul.
Adoça, mulher amada,
Minha vida de acauã.
Faz-me terno colibri
A beijar-te, cada manhã!
sexta-feira, janeiro 14, 2011
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