Charles Fonseca
Em mares nunca dantes navegados
Revoltos eles tão misteriosos
O navegante aporta em promontórios
Barco à busca lanterna de afogados
Levanta a vela à viração primeira
Ultima em seu peito a esperança
Aflora aos olhos lágrima que dança
Há sede em sua alma derradeira
De novo estufa velas mar revolto
Pobre viajor de ilusões vive
Só desejo o céu por diatribe
Encolhe velas, foge o ar, ´stá morto.

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