Charles Fonseca
domingo, setembro 13, 2026
À janela vejo o farfalho de minha árvore, tão bela. Muitas folhas do meu passado no meu presente sugere ela. E quem a move senão o vento. De onde vem ele, que eventos roçou lá de antanho? O que me traz senão alegres miragens, outras foi fado, tristezas em aprendizado?
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