"Era no dous de Julho
A pugna imensa travava-se nos cerros da Bahia...
O anjo da morte pávido cosia, uma vasta batalha em Pirajá.
Neste lençol tão longo e tão extenso,
Como um pedaço roto do infinito...
O mundo perguntava erguendo um grito: qual dos gigantes morto rolará?"
Ode ao Dois de Julho de Castro Alves.
A Bahia é diferente até na comemoração da independência. A comemoração do 2 de julho, com seu tradicional desfile, onde os caboclos reinam soberanos, os políticos confraternizam com o povo, onde soltam-se os foguetes e tocam seu lindo hino, a festa é a história, a história da Bahia, a mãe terra, onde o domínio português começou em 1500 e terminou há 200 anos, no 2 de julho de 1823.
Fotos do livro 2 de Julho, A festa é a História, Fundação Gregório de Matos.
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